O caseiro e eu.

Quero correr nua debaixo da chuva! Vem comigo?

Nua? Debaixo da chuva? Mas a senhora é mesmo maluca!!!

Não me importei com os comentários dele. Tirei a blusa, deixando que ele visse meus seios. Tirei a calça jeans e, em seguida, a calcinha branca. Fiquei apenas de tênis. Ele me olhava, de queixo caído. Acho que nunca vira uma mulher como eu em toda a sua vida.

Vem comigo!

Dona… a senhora quer fazer isso mesmo?

Não só quero… já vou fazer… não me desaponte… venha comigo!

Disse isso e, mais que depressa, deixei a soleira da porta e comecei a correr. Os pingos da chuva a principio me machucaram, mas o tesão de estar ali, nua, na frente de um homem que eu queria ter pra mim, esse tesão logo fez com que eu não sentisse mais nada…

Meu corpo estava totalmente molhado. Meus pés, protegidos pelo tênis, afundavam na grama macia, eu corria em volta da humilde casa onde ele morava. Até que, finalmente, ele também se desnudou, e, apenas de botas, veio correndo ao meu lado.

Que delícia era ver aquele pinto maravilhoso que tanto me enfeitiçara no dia anterior, balançando ao sabor das passadas firmes que ele dava…

Vamos voltar no tempo, para que você, possa compreender a cena acima…

No dia anterior, domingo de carnaval, eu havia ido com três sobrinhas, maiores de idade, mas na faixa dos 20 anos, fazer umas fotos no sítio do pai de uma delas.

O dia estava lindo, um sol maravilhoso. Eu pensava que o sítio estaria totalmente vazio, mas não. O caseiro estava lá.

Como as fotos que eu queria fazer eram fotos sensuais, inclusive das três nuas, pedi à sobrinha “dona” do sitio para dar um jeito de se desfazer do caseiro. Ele iria atrapalhar com certeza a nossa sessão de fotos.

Ela pediu a ele, então, que fosse fazer algumas compras no vilarejo vizinho, pois pretendíamos passar a noite ali. Muito a contragosto, o caseiro se foi. Com o rabo do olho, eu percebi que ele se afastara, mas olhava sempre para trás.

Quando tivemos a certeza de que ele já estaria longe, elas tiraram as roupas e pularam na piscina e eu comecei a fazer as fotos.

Mas preocupada estava, e mais ainda fiquei quando notei movimentos numa determinada parte do sítio onde havia capim muito alto. Tive o pressentimento de que o caseiro estava lá.

Mandei então que as três saíssem da piscina e entrassem dentro da casa, eu disse que iria procurar locais bons para as fotos. Saí pelos fundos, fiz uma volta e consegui surpreender o caseiro.

Ele estava parado atrás do mato que impedia que da casa o víssemos. E se masturbava, pois devia ter visto as três nuas. Eu estava furiosa, mas ao ver sua mão masturbando uma pica que não era enorme, era médio, mas era bonito… o tesão falou mais alto que a raiva…

Em vez de gritar com ele, eu cheguei de mansinho, fiquei olhando até que ele me viu. Fez menção de guardar a pica, mas eu me antecipei. Segurei-o e perguntei, olhando bem nos olhos dele:

Posso?

Pode o que, dona?

Posso te ajudar nisso que você está fazendo?

Que isso, dona, eu só ia mijar…

Deixa de ser bobo… eu gostei de ver isso… e gostaria de te ajudar a completar…

Enquanto falava, eu fazia os movimentos necessários para restabelecer a dureza que eu havia visto antes, e logo ele expulsou um mundo de esperma, sujando todo o mato em volta.

Minha mão ficou lambuzada também, e eu a levei aos meus lábios e chupei meus dedos até que tudo estivesse guardado em minha boca…

Dona, a senhora é maluca…

Não sou sua dona… não me chame assim…

Mas a senhora…

Também não me chame de senhora!

O que a senhora… isso é… o que você vai fazer? Vai contar pro pai da menina? Não faça isso, eu me desculpo com você… não posso perder este emprego…

Não vou contar nada… se você não fizer nada de errado com as meninas.

Longe de mim tal coisa, dona… Mas eu fiquei com muito tesão quando vi as três peladinhas… a senhora há de convir que não é todo dia que um homem como eu pode ver essas coisas tão lindas… mas nunca vou fazer nada errado com elas…

Claro que não… vai fazer é comigo!

Eu não sabia porque havia dito aquilo… mas na verdade era o meu corpo que reclamava aquele homem, forte, barba por fazer, mãos grossas e calejadas. Ele arregalou os olhos.

Como assim, dona? o que a senhora quer que eu faça?

Isso nós vamos resolver amanhã. Agora vá fazer as compras que a menina pediu, não quero você bisbilhotando as fotos. Amanhã eu vou voltar aqui e ai conversaremos, só nós dois!

Sim senhora… prometo que vou e não olho mais.

E lá se foi ele, correndo. Voltei à casa, trêmula… nem eu mesma me entendia… mas estava feito. Fiz mais fotos com as meninas. Algumas muito sensuais, outras bem comportadas (para que elas pudessem mostrar aos familiares).

Quando entardeceu, ameaçou chover, o que me ajudou a convence-las de que não deveríamos passar a noite lá. Voltamos então para a cidade. Na saída, dei um jeito de avisar ao caseiro:

Amanhã cedo você me espere, tá? Eu virei!

Sim, dona…

Bem, agora vocês podem entender o início da história.

Dia seguinte, chovia muito, mas eu despistei meu marido e fui atrás da aventura. Fiz questão de ir na casa dele. Na verdade, um barraco modesto, mas muito limpo. Um aposento grande que servia de sala e quarto; uma cozinha e um banheiro.

E lá… antes de dizer qualquer coisa, me veio aquela vontade de correr nua debaixo da chuva. Estávamos, portanto, os dois, totalmente nus, correndo pelo campo. Apesar da grama, havia muito barro, pois chovera a noite toda…

Ao tentar me pegar, ele acabou me derrubando e caímos os dois no chão molhado e barrento, nos sujamos todos, mas foi ali que pude sentir aquelas mãos ásperas e calejadas percorrerem todo meu corpo. Aquela língua grossa penetrar em todos os orifícios de meu corpo, me fazendo gozar loucamente, debaixo da chuva…

Ele me penetrou. Meu Deus… que delícia era aquele pau entrando e saindo dentro de mim, com força, mas com carinho… E eu gozei aos berros, pela primeira vez podia soltar toda a minha voz num gozo, pois não havia ninguém a quilômetros de distância para ouvir.

Depois do gozo, a consciência de que estávamos molhados e sujos… Rindo, nos levantamos e fomos até sua casa, entramos no chuveiro e fiz questão de limpar todo aquele corpo, que percorri detalhadamente, observando cada músculo…

Lavei seu pau e só de eu estar limpando-o, ele já se pôs de prontidão, erguendo-se, varonil, e me obrigando a fazer o que mais gosto: coloca-lo inteirinho na minha boca e fazer um boquete como aquele caseiro jamais havia recebido…

Ao sentir que estava quase gozando, ele me pediu para parar… Começou a me lavar, demorando-se em meus seios. De novo aquela lingua aspera lambeu meus biquinhos e depois ele os engoliu com sua boca carnuda. Outro gozo… indescritível!

Sentou-se no chão do banheiro. A água quente caia em cima de nós e eu me sentei naquele mastro delicioso, cavalgando-o sem parar.

Nem eu sabia de onde tirava tanta energia para cavalgar. E ele continuava teso, duro como um ferro, me dando o prazer máximo que uma mulher pode ter.

Gozou dentro de mim e eu gozei nele. Era demais tudo aquilo. Com as pernas bambas, eu me levantei, deixei a água escorrer por meu corpo por alguns minutos, enquanto ele continuava sentado no chão do banheiro. Sai, me enxuguei, me vesti e sem sequer dizer adeus, fui embora.

Um dia, com certeza, eu voltaria…

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