Deliciosa Renatinha.

Branquinha, com lindos cabelos negros naturalmente lisos, rosto delicado com ar juvenil e safadeza oculta, belíssimos seios que saltam aos olhos, bunda empinada e perfeitamente circular, quadris adequados ao corpo e cintura suave.

Pequena, seu frasco de 1,62 m e 59 kg guarda muito mais do que seu exterior e seus 22 anos de essência sugerem, e desde que nos conhecemos a doce Renatinha tem o dom de me seduzir ao extremo.

Avistei aquela delícia em pé no balcão do bar e não me contive. Sequer prestei atenção em suas amigas, pois apenas seu sorriso fácil e sua vestimenta discreta foram suficientes para sequestrar os meus sentidos.

Ademais, havia algo de familiar naquela branquinha trajando calça jeans de cintura baixa, blusinha colada ao corpo, cabelos soltos e maquiagem zero.

Meu estado etílico ainda me permitia raciocinar e acessar setores remotos de minha memória, e a tal moça facilitou o trabalho do meu google cerebral ao lançar aquele olhar penetrante e sedutor, que só ela sabia fazer. Tinha que ser ela!

“Renatinha”, esse era o nome da jovem universitária, fugida direto da sala de aula para o bar, cujo próximo destino era incerto, a julgar pelas inúmeras doses de caipirinha que ela e suas amigas haviam drenado em poucas horas.

Renatinha marcou a minha vida, não apenas por me entregar sua virgindade, mas também por ser a primeira buceta-amiga deste que vos escreve.

Nossa pouca idade durante as aventuras na escadaria do prédio ou em outros ambientes remotos não vem ao caso, mas durante alguns longos meses tivemos transas tão intensas quanto proibidas, e mesmo com minha pouca experiência, servi de válvula de escape para a intensa e incomum volúpia púbere da doce Renatinha.

Não fosse por sua mudança para o estrangeiro com a família, nossas trepadas acabariam evoluindo para algo mais sério, pois os beijos antes inexistentes passaram a se tornar quentes e intensos, e as fodas cirúrgicas passaram a envolver carícias típicas de amantes apaixonados.

Ah, Renatinha, nossa última foda antes de sua mudança foi épica, lembro que as gozadas sempre levavam a outras, e mais outras, e tentávamos debilmente evitar o inevitável, que era a saída definitiva de minha trosoba do interior de Renatinha, seguida da nossa separação geográfica.

E foi justamente nesta última foda que minha doce ninfeta liberou-me sua joia, seu delicioso cuzinho apertado, desbravado com ajuda de saliva e condicionador de cabelo, resultando em um deleite ímpar, gravado para sempre em nossas memórias.

Levantei decidido em direção à moça, que percebeu minha aproximação e manteve o olhar fixo no meu. “Ela me reconheceu”, era a única frase que se repetia em minha cabeça a cada passo que eu dava rumo ao paraíso.

Com um galanteio barato qualquer, afastei as amigas e fiquei diante de Renatinha, cujo perfume natural de seu corpo continuava o mesmo, bem como o aroma de sua boca pequena com lábios carnudos, apesar do suave tempero de cachaça, açúcar e limão.

Minha língua percorria o caminho de casa ao tocar seu pescoço e a parte de trás de suas orelhas, e eu afastava seus cabelos da mesma forma que fizera 10 ou 15 anos atrás.

Incrível como a textura de sua pele continuava igual, e também igual era o seu arrepio característico ao sentir meus dedos circulando o piercing em seu umbigo.

Peguei-me lembrando do dia que a levei para implantar tal adorno em sua bela barriga alva, e me diverti quando ela disse que não doeu, mas lágrimas teimavam em fugir de seus olhos assustados.

Nosso desejo mútuo arquivado por tantos anos fez com que nossa troca de carícias se tornasse indecente demais para um bar não tão cheio, e o banheiro local não era uma opção, visto que havia um segurança estrategicamente posicionado, cuja única missão era frustrar casais fogosos.

Sugeri fugir dali em meu carro, e Renatinha prontamente aceitou, bêbada o suficiente para não rejeitar tal convite indecente de alguém que ela não via há mais de uma década.

A doce Renata não perdeu tempo em colocar minha trosoba para fora, tão logo acionei a ignição do carro. Esperei algum comentário sobre o fato do menino ter crescido e encorpado com a idade.

Mas sem dizer uma única palavra, minha deliciosa branquinha abrigou o boneco em sua mão pequena, e abocanhou decidida, como nos velhos tempos, me causando uma descarga imediata de tesão assim que senti a carícia daquela língua aveludade e daqueles lábios macios e suculentos.

Como ela gostava, fiz um rabo-de-cavalo com seus cabelos e segurei com a mão, apenas acompanhando os movimentos de sua cabeça.

Renatinha me chupava com gosto, mostrando paixão pelo ato, bem como ampla experiência obtida com o passar dos anos. Melhor assim!

Se não fosse pelo susto que levamos ao flanelinha bater na minha janela para cobrar o valor do estacionamento, eu teria presenteado a mocinha com o fruto do meu êxtase, e depois me divertiria vendo ela engasgar e cuspir tudo bem longe, como era de seu costume.

Com o flanela empata-foda devidamente pago, dirigi rumo ao motel mais próximo, alto nível, com suíte de frente para o mar, um cenário condizente com a satisfação de rever minha deliciosa Renatinha, ainda mais deliciosa.

Inquieta pela bebida, minha companheira dançava no banco ao som do funk, e quando a música acabou, ela tirou sua blusa, ficando apenas de sutiã, me perguntando se ela estava gostosa.

Parei no sinal e respondi pegando em um dos seios, puxando-o para o lado e dando um longo beijo chupado no mamilo rosadinho, até receber uma buzinada do carro de trás. O gemido suave da moça ao sentir o toque da minha língua foi incrível.

Chegamos ao motel e tivemos que esperar um pouco na rampa de subida, afinal conseguir um quarto de motel em plena sexta-feira no Rio de Janeiro em época de Copa do Mundo é quase impossível. Mas nada que fosse capaz de refrear nosso tesão.

Ao mesmo tempo em que nos beijávamos e trocávamos as carícias mais intensas, embaçando os vidros do carro, nossas roupas íam sendo arrancadas uma a uma, e logo eu já estava sem camisa, com a calça e a cueca arriadas até minhas canelas, e Renatinha voltou a abocanhar meu mastro, vestida apenas com sua calcinha branca bem pequena.

Reclinei meu banco, acendi a luz interna e segurei a branca pelos cabelos, observando aquela cena augusta. Meu membro pulsava frenético enquanto era acolhido pelas mãos e boca daquela moça, que ainda guardava vestígios de acne da puberdade em seu rosto de beleza singular.

“Que pau maravilhoso…” – Disse Renatinha, e depois sorriu, antes de voltar a abocanhar a trosoba fumegante sem dó.

Foi a única coisa que ouvi a moça dizer desde que nos atracamos no carro. Até nos gemidos, Renatinha sempre foi discreta e tímida, embora tivesse gritado loucamente quando minha verga lhe rasgou as pregas anais.

Talvez fosse característica de nossa pouca experiência, ou baixa qualidade de nossas trepadas, mas quando a fila do motel enfim andasse, eu teria a chance de tirar a prova dos nove.

Nossa vez enfim chegou, e Renatinha não queria deixar de me chupar, então dirigi até pegar a chave da suíte, com a mocinha nua grudada na minha verga, os vidros do carro embaçados, o cheiro de sexo saindo pela janela e a recepcionista pescoçuda fingindo se manter incólume àquela situação, que já devia ser usual em seu ofício.

E quando estacionei o carro, minha parceira me deu uma trégua, para que eu fosse (pelado) baixar o portão. Assim que me virei, o vulto da branquinha correu para dentro da suíte, me convidando para uma deliciosa brincadeirinha. Tranquei o carro e fui subindo devagar, seguindo o rastro que a moça havia deixado para trás.

No início da escada, encontrei seu sutiã, e levei comigo. Alguns degraus acima, sua calça jeans e, já dentro da suíte, pendurada na maçaneta da porta, estava aquela calcinha melada, que eu peguei e cheirei profundamente, me ambientando à perfeição que me aguardava.

Bati na porta e Renatinha mandou eu aguardar, então já preparei os preservativos e peguei uma cerveja no frigobar, pois aquela brincadeira no meu carro tinha me deixado com um calor intenso.

Quando finalmente a moça liberou minha entrada, meu corpo foi tomado por aquele frescor agradável do ar-condicionado em temperatura congelante, o ambiente estava parcialmente iluminado e havia um delicioso aroma de flores no ar.

Mas nenhum sentido foi mais agraciado do que minha visão: Renatinha estava perfeitamente de quatro na quina da cama, com a bundinha empinada e apoiada nos cotovelos, totalmente nua.

Seus cabelos estavam presos em um rabo-de-cavalo, e ela me olhava com um sorriso extremamente sapeca, dando-me a ordem expressa de foder-lhe até o sol raiar. Desnecessário dizer que minha trosoba voraz apontou imediatamente para a lua, só faltando uivar.

Mas antes de liberar meu vigoroso mastro para invadir aquela buceta rosada e carnuda, eu precisava sentir em minha língua o doce néctar daquele sexo, fazer Renatinha descobrir como os anos foram bons para a minha habilidade em degustar prexecas.

Deixei a menina na posição em que estava, segurei cada nádega com uma mão e estapeei o lado direito, fazendo a branquinha liberar um tenro gemido.

Aproximei o rosto e enchi os pulmões com a atmosfera vaginal da moça, visualizando a beleza de seu orifício irrigado e também a beleza única de seu cuzinho deliciosamente avermelhado.

Dei uma lambida vigorosa e trouxe à superfície da minha língua uma quantidade generosa do mel de Renata, engolindo-o em seguida, e agradecendo mentalmente aos deuses do sexo por ter colocado tal moça em meus caminhos novamente.

Chupar aquela bucetinha tinha gosto de passado, trazia-me lembranças da adolescência, e fazia meu somatório de idade perder alguns dígitos em questão de segundos.

Mas Renatinha tinha se tornado mais experiente, e isso é sempre bom, pois agora ela reagia às minhas linguadas jogando a buceta ainda mais contra o meu rosto, enquanto aquela Renatinha púbere tinha crise de riso com minhas chupadas, e eu nunca conseguia chegar ao final. Ela dizia sentir cócegas, e eu sentia frustração.

Por sinal, aquele detalhe fez-me mergulhar fundo (literalmente) na arte milenar do cunnilingus extremus. E enquanto eu dava o meu melhor àquela prexeca, Renatinha gozou ali, de quatro, revelando aos quatro cantos da suíte a sua satisfação, em forma de gemidos altos e elogios incontáveis à minha habilidade.

Quando afastei minha língua, um tênue fio de melado e saliva manteve minha boca ligada àquela deliciosa vulva encharcada, e Renatinha se empinou ainda mais, rebolando na cama enquanto aguardava o próximo passo.

Após encapar o boneco, continuei segurando no quadril da jovem e me posicionei na direção do paraíso, segurando a verga e pincelando a cabeça na portinha, fazendo Renatinha rebolar ainda mais, implorando agora verbalmente por minha pica.

Ok, já que ela tanto insistiu, enterrei a trosoba na sua buceta, lentamente mas até o fim, e a mocinha se entortou toda depois que a mandioca sumiu dentro dela.

Ela pediu que eu esperasse, para se acostumar com aquele “monstro” (sic) dentro dela. Puxei para fora e enterrei novamente a pica, e ela novamente refreou meu ímpeto, dizendo para eu meter devagar. Porra, mais devagar? Sem problemas…

Passei a comer Renatinha na mesma velocidade que jabutis praticam a cópula, mas era delicioso. A menina gemia de forma manhosa, e agarrava os lençóis com força quando meu pau entrava mais que a metade, dizendo que eu estava rasgando o útero dela.

Normal, minha doce Renatinha fora sempre hiperbólica. E eu geralmente tenho problemas com sexo lento demais, ainda mais encapado, só que o prazer peniano era mantido por aquela prexeca apertadinha e quente, em combinação com a camisinha fina que eu estava experimentando.

E a visão da Renatinha de quatro era incrível, algo digno de uma pintura para ornamentar meu quarto. Eu a observava por todos os espelhos, e sentia-me um homem de sorte por socar meu pilão em uma moça tão bela.

Minha deliciosa companheira rebolava conforme meu pau lhe invadia, e quando olhava para trás buscando minha expressão de prazer ao lhe possuir, me destinava um sorriso apaixonante.

Que delícia era entrar e sair daquela intimidade saborosa enquanto eu separava suas nádegas e deleitava-me com a visão de seu cuzinho rosado a implorar por minha trosoba.

Comer aquele cu de forma excepcional era questão de honra, mas ainda não era chegada a hora, afinal a buceta da Renatinha aguardou tempo demais pelo retorno da minha trosoba.

Joguei o peso do meu corpo sobre a moça levando-a para a frente, deitada de bruços, sem deixar que meu membro deixasse o seu interior.

Tendo os cabelos de Renatinha na mão e o pequeno éden alvo dela sob minha amplitude corporal, passei o outro braço pelo seu pescoço para dominar-lhe, e soquei minha piroca voraz em seu sexo com um pouco mais de intensidade, caprichando nos beijos em sua nuca perfumada e nas mordidinhas em sua orelha enquanto a delícia gemia sem parar.

“Você é incrível… incrível!” – Tal elogio ilustrou outro gozo de sua parte.

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