A deliciosa esposa do meu amigo.

Tenho um amigo com o qual convivo há mais de 12 anos. Somos realmente muito amigos e temos total liberdade para confidenciarmos nossos assuntos mais íntimos, inclusive aspectos de nosso relacionamento sexual com nossas esposas, que também são amigas e com certeza têm a mesma liberdade.

Nossas mulheres gostam muito de dançar, todo tipo de música e isso nos leva a passar muitas noites juntos, principalmente aos fins de semana. Vamos a festas, boites e casas de danças, onde normalmente dançamos um com a esposa do outro.

Tudo sem maldades, quer dizer, eu comecei a pensar em ir além das danças com a esposa de meu amigo… Não sei se estou errado, mas o fato é que eu comecei a sentir certo tesão nesse contato mais forte com a mulher de meu amigo…

A esposa de meu amigo é um maravilhoso exemplar de mulher, morena bonita, mignon e dona de uma linda bunda, que muito me excita. Em todos os lugares que a gente costuma ir para dançar não tem um que não repare no bumbum maravilhoso que ela tem.

Quando passei a sentir esse tesão nela mudei meu jeito de dançar com ela e procuro “chegar junto”, passamos a dançar bem coladinhos e eu procuro fazê-la perceber meu tesão por ela, passando levemente minha mão nas suas costas e procurando roçar meu pau em suas coxas.

Ela, com certeza já percebeu meu tesão, tanto que até já comentou discretamente nas nossas rodas de bate-papo entre amigos que eu “tenho uma pegada forte”. Que eu danço de um jeito bem ativo!

Minha mulher parece nem de longe desconfiar e isso me excita ainda mais! Minha esposa faz o tipo paradona, não saca as malícias que eu tenho para com a amiga.

Houve umas noites, quando fomos numa casa de dança e a pista era a meia luz, que eu passei a mão displicentemente na bunda da mulher de meu amigo enquanto dançávamos.

Achei que ela estava deixando ou se fazia de desentendida. Nesse lugar, a gente ia quase todo fim de semana e ela usava umas saias bem fininhas e soltas, quase mesmo como se fosse um véu sobre o corpo dela.

Eu achei até que era coincidência e me atrevi a percorrer o caminho da calcinha dela sob o tecido fino! Parecia que ela vestia essas roupas de propósito! Meu pau queria estourar a calça.

Quando estávamos um pouco afastados de minha esposa e do marido dela, eu tentei beija-la rapidamente, mas ela recuou. Ela me olhou e ameaçou parar, mas depois continuou e nada disse. Senti o coração dela disparar. Ficou por isso mesmo.

Sempre que nos encontramos, eu e meu amigo, comentamos muito sobre sexo e nossas fantasias. Num de nossos encontros, meu amigo me confidenciou que uma de suas mais excitantes fantasias seria presenciar sua mulher trepar com outro homem.

Claro que nessa hora do papo nossas mulheres não estavam junto. Apesar de achar uma fantasia um pouco fora dos meus padrões de comportamento sexual e conjugal, achei excitante a ideia, passei a aprová-la e sempre que nos encontrávamos o assunto voltava a nossa pauta de conversas. Faço o tipo do cafajeste e não daria minha mulher assim, mas a mulher do amigo eu traçaria numa boa…

Há cerca de um mês, meu amigo solicitou minha ajuda na elaboração de um trabalho que teria que apresentar a um seu cliente. Assim, dispus-me a ajudá-lo e marcamos um encontro num sábado à tarde em seu apartamento.

Não era a primeira vez que isso acontecia e eu nem imaginava que ali tinha coisa. No dia marcado fui até lá. Quando cheguei, toquei o interfone e fui atendido pela esposa do meu amigo, que me convidou a subir.

Quando ela abriu a porta, tive uma agradável e excitante surpresa. A esposinha estava vestida apenas com uma camiseta de malha branca, por onde vislumbrei um lindo par de seios, ornamentados por lindos bicos já duros de tesão.

Baixando os olhos percebi por baixo daquela camiseta uma minúscula tanguinha preta, que protegia aquela que eu imaginava ser uma maravilhosa buceta, cheirosa e aconchegante, capaz de proporcionar abrigo e delícias ao meu pau, que atendendo prontamente aos estímulos do meu cérebro, já se encontrava com suas veias cheias de sangue, duro e ardente, ansioso para passear pelos maravilhosos caminhos do sexo daquela esposa assanhada.

A gostosa mulher me convidou a entrar, se desculpando pelo fato do marido ter saído rapidamente, mas que ele voltaria logo. Eu não acreditava que ela estava fazendo aquilo na ausência do marido! Era tudo o que eu queria!

Onde estaria o meu amigo? Por que ele teve que sair? Por que a deixou vestida assim? Por que isso? Por que aquilo? Mil perguntas sem respostas se passavam pela minha mente.

Acomodamo-nos no sofá da sala, ela sentada à minha frente, deixando a mostra suas lindas coxas e em lances de cruzar e colocar a perna sobre o sofá, mostrava sua minúscula tanguinha preta, protegendo timidamente aquela bocetinha, que eu imaginava maravilhosa.

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Sugerindo ouvirmos uma música, coisa que não tinha nada a ver, mas que se encaixava perfeitamente no clima de sedução, ela levantou-se dirigindo até o som e curvou-se diante do mesmo, de costas para mim, proporcionou-me um fantástico visual de sua bunda dividida ao meio por um fio dental e mais abaixo por entre o vão de suas lindas coxas, o volume dos grandes lábios de sua buceta amparados pela tanguinha.

Nesse momento, desfilaram pela minha mente uma centena de fantasias com aquela exuberante mulher, fazendo com que meu pau atingisse o máximo de ereção e rigidez, transformando-se num mastro capaz de suportar as mais ferozes aventuras de sexo.

Após colocar o CD, a mulher de meu amigo foi até a geladeira, trazendo uma garrafa de cerveja e dois copos e de pé, diante de mim começou a encher um copo que balançou propositadamente, fazendo com que quase toda cerveja fosse despejada sobre minha camisa. O velho truque! Pensei…

Imediatamente, sugeriu que eu trocasse a camisa por uma de seu marido e automaticamente puxou-me pelo braço levantando-me do sofá e começou a desabotoar minha camisa.

Ao desabotoar minha camisa, seus dedos tocavam sutilmente meu peito, fazendo aumentar ainda mais minha excitação, a qual não contive quando ela retirou totalmente minha camisa.

Eu não podia abordá-la diretamente, estava na casa de meu amigo, não poderia tomar a iniciativa do ataque… deixei-a para ver até onde iria sua cara de pau! Ela simplesmente disse:

Eu quero e sei que você quer também!

Num movimento rápido e frenético puxei-a para junto a mim e comecei a beijá-la com um tesão incontrolável. Ficamos muito excitados. Aquela situação estava mais do que escancarada!

O jeito dela se oferecer à mim era algo que eu não tinha nem sombra de dúvida que fora armado! Nossas línguas se entrelaçavam freneticamente, nossas bocas buscavam espaços por nossos rostos e pescoços alimentando cada vez mais nossos desejos.

Louco de tesão, comecei a levantar aquela camiseta branca, que já se mostrava úmida de suor, acabei por tirá-la totalmente deixando-a vestida apenas com aquela pequenina tanguinha preta.

Os bicos de seus seios já estavam literalmente duros e aumentados, clamando por serem sugados com muito tesão. Ela disse:

Chupa que eu tô assim desde que o meu marido deixou eu fazer com você…

Eu sabia! Mas nada disse, apenas fiquei na minha para ver até onde a safada iria dar corda! Minha boca chegou até aqueles seios e comecei a sugá-los desenfreadamente, proporcionando àquela mulher gemidos e suspiros de prazer.

Como é bom chupar umas tetas diferentes da esposa da gente, eu pensava… e as dela eram bem bonitas! Já muito excitada, ela pediu que eu parasse de chupá-la e começou a beijar meu peito, descendo lentamente até meu ventre, onde parou e começou a desatar meu cinto, baixando minhas calças e minha cueca que deixaram à mostra meu pau duro e já lubrificado.

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Ela se ajoelhou e sentiu certo espanto ao ver o tamanho de minha ferramenta. Ela de uma só vez engoliu e começou a chupar com muita gula, entremeando movimentos circulares com a língua em volta da cabeça inchada e brilhante.

Deliciei-me por um longo tempo com aquele boquete e quando não aguentava mais, sugeri que ela parasse, apoiasse as mãos sobre o assento do sofá e ficasse de quatro.

Ajoelhei-me por trás dela e com a boca fui retirando sua calcinha. Quando terminei, comecei a lamber aquele desfiladeiro, alternado estocadas com minha língua entre seu cuzinho e sua boceta totalmente molhada, quente e cheirosa.

Permanecemos assim por um bom tempo até que ela, já não resistindo de tanto tesão, pediu que eu metesse no seu cuzinho. Disse que ela preferia assim sempre que fazia com o marido. Primeiro no cuzinho dela depois na buceta!!!

Meu! Quanta loucura! Logo no cuzinho, imaginem só!? Logo ela que era dona de uma bunda maravilhosa! Quantas punhetas eu havia batido pensando naquela bundinha…

Não pensei duas vezes, levantei-me e guiei a minha pica para sua bunda, deslizando a cabeça por entre aquelas nádegas, já lambuzadas pela minha saliva e o líquido da sua boceta.

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Encostei no seu anelzinho e com carinho introduzi lentamente meu pau naquele cuzinho quente e apertado. Antes porém, caprichosamente introduzi somente a cabeça do pau naquela boceta molhada e quente, em busca de uma melhor lubrificação para entrar triunfalmente naquele delicioso cuzinho.

Que bunda tinha aquela garota! Até hoje nem acredito que comi aquele cuzinho! Sabem aquela bunda perfeita? Tipo essas que a gente só vê nas revistas, nas atrizes?

Pois bem… ela tinha uma bunda dessas e ainda me mandou entrar por trás primeiro… Nossos movimentos eram frenéticos e de tesão intenso.

A safada nem fez cara feia enquanto eu a penetrava! E olha que só usei a saliva e nossos líquidos como lubrificantes! E meu pau não é pequeno, quer dizer, tenho um tamanho razoável… 20 cm bem medidos por minha esposa!

E ela aceitou na boa! Fomos nos mexendo e ela sabia o que estava fazendo. Parecia ser sua praia… sexo anal da melhor qualidade que eu nunca tive oportunidade de experimentar em minha vida com mulher alguma.

A bunda dela parecia um vulcão de tão quente que estava. O cuzinho foi se arredondando de um modo que eu nunca vira até então! Eu tirava totalmente o pau fora e o cú ficava aberto pelo tempo que eu ficasse até colocar o pau de volta!

Nunca vi! Ela mexia muito e notei que ela devia fazer aquilo direto com o marido! Sorte dele! E agora minha! Ela rebolava voluptuosamente pedindo que eu a penetrasse cada vez mais porque já estava prestes a gozar, até que soltou um longo gemido seguido de um delirante grito de prazer.

No mesmo momento acelerei meus movimentos e gozamos juntos já trêmulos e quase sem forças. Enquanto gozava, olhando para o lado, vi meu amigo diante da entrada do corredor que leva até a área intima do apartamento, totalmente nu, massageando seu duro cacete, numa punheta alucinante.

Ela o viu também, aliás, ela sabia que ele estava ali desde o início. Eu estava surpreso e extasiado deles terem tamanha coragem de realmente realizar aquela fantasia e apenas dei um sorriso meio sem graça para o meu amigo que veio caminhando até nós dois. Sua esposa o abraçou e o beijou, sem que eu tirasse o pau do cuzinho dela e ouvi ela dizendo ao marido:

Era assim que você queria me ver, querido? – Não respondeu, mas do jeito que meu amigo a pegou, vi que ela estava saciando a vontade de seu marido certamente.

Ela empurrou o marido para longe num gesto agressivo e com a voz rouca de tesão disse à ele, agora em voz alta:

Sempre fui uma esposa direita, mas você que quis isso de mim. Agora olha!

Eu não entendi o que rolava na intimidade deles, mas continuei entalado no cú da safada mesmo quando ela se pôs de quatro no centro da sala e ficou de frente para meu amigo.

Abaixei-me junto dela e continuei agora de joelhos atrás da gata fodendo aquele cuzinho maravilhoso. Ela se retorcia e dizia as coisas mais absurdas para o meu amigo.

Se fosse minha mulher eu metia um chute na cara da vadia, mas como era a esposa do meu amigo, nada disse. Ela dizia que ia ser a puta que o marido queria que ele fosse…

Berrava que estava gostando da vara de outro no cú dela… Que ia me dar o cú mais vezes! Eu ficava de pau mais duro ainda de estar ouvindo a roupa suja do casal sendo lavada!

Meu amigo se aproximou e ele deu o pau para ela chupar. Ela de quatro chupava o pau do marido e de vez em quando tirava fora e batia punheta e falava:

Tá gostando de ver? Tá? Duvidou que eu ia dar minha bunda pra ele… Vê agora? Viu?

Eu imaginava em minha mente o que aqueles dois teriam conversado antes? Aquela conversa entre eles me deixava ainda mais tesudo.A troca de insultos era geral!

Certamente ele a havia desafiado. E o rabo da esposa foi a aposta em jogo, pensei. Meti muito, até senti meu pau doendo de tanto que eu estava metendo naquele cuzinho apertado e fundo. Eu continuava sem acreditar que ela era vadia daquele jeito!

Ela simplesmente abria a bunda com as mãos para trás e apoiava o rosto de lado no chão da sala e ficava fazendo a bunda subir e descer no meu pau!

Caralho, era muita putaria, eu não imaginava assim… Ela olhava para trás. Sorria para mim ao ver-me fodendo seu cú. E falava alegremente:

É gostoso fuder o meu cú, não é? Meu marido adora! Aproveita seu puto! Aproveita!

Eu a via me encarando e dizendo isso e quase gozava dentro do cú dela! Era muita safadeza! Ela dava a bunda por que tava a fim sim! Ela gostava da putaria toda e não se fazia de difícil…

Meu pau inchou de ver a cena toda e comecei a pensar em como evitar de esporrar dentro daquele cuzinho delicioso… Ela notou! Ela era muito experiente nisso… falou:

Pode gozar dentro de mim… experimenta pra ver? Olha como eu “pisco” olha???

Ela começou a contrair e dilatar o cú ao redor do meu cacete de um jeito que eu nunca vi na minha vida! O esfincter “mordia”, aliás, “mastigava” a minha pica e eu sentia o cuzinho todo dela ordenhando minha pica para dentro da bundinha dela! Falei:

Como faz isso? Como? – Ela sorria como uma diabinha e cerrava os dentes e disse-me:

Goza… goza… te mostro mais quando gozar… goza?

Olhei para aquela fêmea e fui despejando a porra dentro do seu cú. Ela começou a fazer força e umas caretas com o rosto que eu não entendi nada!

Quando olhei de volta para a bunda dela, fiquei estarrecido! Ela tinha dilatado o próprio cú de tal forma que meu pau rodava solto e folgado no esfincter anelado que ficou seu cú! O buraco era enorme, grande mesmo, quase o dobro do diâmetro de meu cacete!

Gozei ainda mais só de ver aquilo! Como podia? Como ela conseguia? Como ficou daquele tamanho? Gozei tanto que fiquei meio que inconsciente do lado dela. Ela retraiu a bundinha e veio com a boca até a minha e sussurrou:

Tô guardando tua porra dentro do meu cuzinho… é tão quentinha, sabia?

Eu estava acabado! Ela ficou de joelhos ao meu lado. Foi separando as coxas e ainda ajoelhada enfiou uma das mãos em concha até a bunda e disse:

Hora de ver a cor que ficou tua porra…

Eu olhei estarrecido para ela enfiando e fazendo força para expelir minha porra de sua bunda. Não devia ser difícil para ela e logo ela deu um gritinho e trouxe sorrindo o líquido amarronzado para eu ver. Falou:

Nossa!Ficou bem escura… sabia que o meu marido diz que quanto mais escura mais fundo entrou o pau? Sabia? – Olhei por reflexo para meu amigo. Ele apenas disse:

É verdade, li algo a respeito na internet… – Ela não deixou ele terminar e falou:

E sabia que isso tudo aqui é vitamina?!

Dizendo isso ela foi com a mão até a boca e bebeu o líquido que era minha porra misturada com tudo o que vocês possam imaginar que saiu junto do cú dela! Ela tomou tudo, de lamber a palma da mão!

Fiquei alucinado! Nunca vi, nunca pensei… não consegui dizer mais nada, só senti minha pica voltando a se endurecer de imediato ao ver aquilo! Ela, esperta e safada notou e disse:

Se eu soubesse que você era bom assim pra trepar não teria esperado meu marido mandar…

Nisso ela veio me cavalgando e meu pau entrou agora todinho dentro da boceta dela. Foi bom, mas confesso que eu ainda estava surpreso pelo jeito dela fazer no cuzinho! Eu resmunguei:

Você é demais!Tão gostosa… nunca pensei…

Aproveita… já disse… quero mostrar que faço com você do mesmo jeito que faço pro meu marido… ele vai ver o que é provocar uma mulher!

O marido dela só olhava e se punhetava. O pau dele era um pouco menor que o meu, mas também era de um tamanho considerável. Ela falava para o marido e dizia:

Olha que gostoso… na boceta entra mais fácil ainda! Teu amigo me deixa muito molhada, sabia? – Eu comia e não acreditava em mais nada! Ela era uma deusa do sexo, uma máquina de foder!

Vou gozar de novo no pau dele, amor… quer ver? Quer? – O marido falou baixinho:

Sim… goza pra eu ver, querida…

Ela começou a gozar e a gritar alto! Fez um escândalo! Fez caras e bocas para o marido vê-la se retorcendo em cima de meu corpo e eu não me aguentei e falei que ia gozar também! Ela falou apressada:

Na frente não, na frente não!

Ela saiu de cima de mim e pegou meu pau e foi punhetando e foi com a boca nele e me fez gozar em sua boca em segundos… A cena dela me masturbando e olhando para o marido até hoje não sai de minha cabeça…

Os jatos de esperma vieram e ela engolia um a um assim que eu lançava em sua boca… De vez em quando ela abria os lábios e parecia mostrar ao marido o que ela estava fazendo e o marido só a chamava daqueles piores nomes e ela sorria e não deixou uma gota sequer cair fora da boca!

Fiquei impressionado com o grau de perfeição que aquela mulher fazia sexo! O marido dela estava certo, era melhor dividi-la de vez em quando com outro homem! A mulher era insaciável! Ela disse ao ver-me exausto e quase desfalecido no chão:

Faça o favor de nunca mais passar a mão na minha bunda quando a gente dançar! Quando quiser me comer é só falar! – Eu olhei envergonhado para o casal e respondi:

Foi a melhor transa de minha vida! Obrigado! – O meu amigo falou:

Nós é que agradecemos! Você realizou meu sonho de vê-la com outro e agora eu tenho que cumprir minha promessa… – Ela riu e eu tive de perguntar:

E que promessa é essa? – Ela quem deu a resposta:

Ele me prometeu que de hoje em diante nunca mais vai duvidar de mim e que se eu quiser continuar a transar com você ele deixa, pois é seu melhor amigo! – Eu sorri e falei:

E você? Quer? – Ela olhou meu estado e disse, maliciosa:

Querer eu até que quero… mas pelo jeito só outro dia!!!!

Bom, continuei e continuo até hoje a visitar secretamente esse casal. A esposa dele é insuperável na arte de fazer sexo. Entre quatro paredes a garota se transforma em outra!

Nas primeiras vezes pensei que ela usava alguma droga ou coisa parecida, mas descobri que ela era mesmo uma puta na cama!
Sorte minha!E do marido dela… por enquanto!

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