Meu cunhado safado.

Meu nome é Ana, tenho 16 anos, meus pais são separados e eu moro com minha irmã Patrícia e minha mãe Vera. Minha irmã namora com o Marcos de 24 anos. Como meu pai não nos ajuda financeiramente, meu cunhado dá uma grande força pra minha mãe, tanto financeira como amigavelmente. Sempre que temos problemas conversamos com ele.

Ele é bem inteligente e sabe falar as palavras certas no momento certo. Portanto, todos aqui de casa tem um grande carinho e respeito por ele, apesar da pouca idade.

Minha irmã estuda de manhã, sai da escola, passa em casa, come e toma banho e vai pro trabalho, das 14:00 h as 20:00 h. Eu estudo a tarde e chego da escola quase junto com a minha mãe, que é professora, não da escola que estudo.

Certo dia resolvi cabular aula com o Pedro, meu ficante. Fomos pra minha casa, que não tinha ninguém e teríamos até mais ou menos às 17:00 h, pois minha mãe chega por volta das 17:40 h, então daria tempo de dar uns beijinhos e dispensar o Pedro com folga antes da chegada da minha mãe.

Quando chegamos em casa o Pedro foi logo me agarrando. Começamos a nos beijar no sofá e ele logo colocou a mão nas minhas coxas. Abusado, foi calmamente passando a mão pelo meu corpo até pegar nos meus seios, tudo por fora da roupa.

Fui ficando excitada e deixando. Logo ele já estava com uma mão na minha bunda e forçando pra colocar a outra na minha buceta. Estávamos com o uniforme da escola, que deixava bem claro que ele estava com a pica bem dura.

Depois de alguns minutos com ele me bolinando e tentando pegar na minha buceta – as vezes conseguia encostar nela e eu tirava a mão dele – disse que estava com sede e fui beber água.

Quando voltei reparei na pica dele quase estourando a calça de tão dura que estava, fiquei com muito tesão e levei-o para meu quarto e de minha irmã.

Lá, deixei ele me tocar o corpo inteiro sempre por fora da roupa e aproveitar para pegar na sua piva dura e ficar apertando com força, deixando-o bem louco.

Não resisti e coloquei a mão por dentro da calça dele, pegando na sua pica por fora da cueca. Pedro então subiu minha camiseta da escola, levantou meu sutiã e começou a acariciar e a chupar meus peitinhos:

“Não Pedrinho… chupar não… só pegar…”

“Vai Aninha… só um pouquinho… eu juro que chupo só um pouquinho e quando você falar pra eu parar… eu paro…” – Estava caindo no conto mais velho do mundo, mas respondi:

“Tá, mas só um pouquinho!”

Quando o Pedro colocou a boca no meu peitinho, a porta se abre e meu cunhado, que trabalha por conta e não tem horári, entrou perguntando o que estava acontecendo ali. O Pedro ficou branco e eu com vergonha e sem saber o que falar:

“Você muleque, fora daqui, AGORA!”

O Pedro deu no pé rapidinho. Aí, o Marcos começou a dar a maior bronca em mim, falando do esforço da minha mãe pra pagar uma escola particular e cara pra mim, que blá, blá, blá… aquelas coisas todas e disse que ela iria ficar muito triste quando ficasse sabendo.

“Por favor, Marcos, não fala nada, eu juro que nunca mais cabulo aula…” – E ele retrucou:

“Não é só cabular aula, você na putaria com aquele muleque, ele chupando seus peitinhos e você com a mão dentro da calça dele”

“Mas foi só isto, não rolou mais nada, eu juro!”

“Não rolou porque eu cheguei…”

Por favor, não fala nada, eu faço qualquer coisa… – De repente, a cara dele mudou:

Qualquer coisa? – Eu ingênua:

Qualquer coisa!

Então deixa eu ver os seu peitinhos…

O quê? você tá louco?

Você disse qualquer coisa e não é só os peitinhos que eu quero ver não, é o seu corpo inteirinho…

Não, nunca fiquei pelada na frente de nenhum homem..

Que pena! Sua mãe realmente vai ficar muito triste e o pior, muito BRAVA com você! – Recuei:

Tá bom, mas você vai guardar segredo, né? – Ele fez que sim com a cabeça e eu com muita vergonha comecei a tirar a roupa. Primeiro a camiseta e o sutiã, deixando meus peitinhos pequenos e durinhos totalmente exposto.

Que peitinho lindo, mais bonitos que os da sua irmã…

Você já viu os dela?

Claro, os peitos e todo o resto. Vai tira a calça!

Enquanto abaixava a calça bem devagar por causa da vergonha, fiquei imaginando ele e minha irmã transando. Nossos corpos são bem parecidos, somos magrinhas, com cinturinha fina e bumbum arrebitadinho, peitinhos pequenos e duros.

A diferença é que o bumbum e os peitos da minha irmã são um pouquinho maiores e minha irmã tem os cabelos castanhos claros e olhos castanhos e eu tenho os cabelos castanhos escuros e olhos castanhos.

Quando desci a calça ele ficou louco só de ver minha calcinha. Só então lembrei que ela estava encharcada por causa do rala e rola com o Pedro. Quando baixei a calcinha ele pirou de vez.

Achei que ele ia pular em cima de mim, mas foi cauteloso. Foi se aproximando e começou a fazer carinho nos meu cabelos, baixando a mão e acariciando os meus seios e deu-me um beijo de língua. Aí não aguentei, que beijo maravilhoso.

Ele sabia acariciar bem gostoso, não tinha comparação a mão dele com a do Pedro no meu peitinho. Ele começou a beijar o meu pescoço e foi descendo a mão. Quando a boca dele chegou no meu peito a mão alcançou minha buceta.

“Nossa, que delícia, esse peitinho, sua bucetinha toda molhadinha…”

“Ai Marcos, ai, pára, pára, vai? Você é namorado da minha irmã…” – Eu pedia pra ele parar, mas eu queria mesmo que ele continuasse. Ele me deitou na cama, foi beijando minha barriga e descendo até minha bucetinha.

Lambeu, chupou e me levou ao delírio. Levantou minhas pernas, me deixando toda exposta pra ele. E ficava lambendo minha bucetinha e meu cuzinho, variando de um para o outro.

Não estava aguentando mais, estava preste a ter o meu primeiro orgasmo. Aí, ele começou a chupar sem parar o meu clitóris e enfiar o dedo indicador no meu cuzinho. Não demorou e tive meu primeiro gozo.

Eu comecei a tremer muito e fiquei molinha. Marcos aproveitou meu tesão e começou a enfiar o dedo, que antes estava no meu cuzinho, na portinha da minha bucetinha e continuava chupando. Ele passava o dedo “colhia” meu gozo e colocava na boca:

Que gosto maravilhoso você tem… – Depois voltava a chupar meu clitóris e colocava o dedo na portinha de novo, repetindo toda a operação.

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Conforme ia sentindo meu gosto ele foi ficando cada vez mais excitado e enfiando cada vez mais o dedo. De repente, PLOFT. Isto mesmo, ele quebrou meu cabacinho com o dedo. Quando o sangue começou a descer ele ficou desesperado:

“Meu Deus, não queria tirar sua virgindade, era só pra brincar um pouco…” – Eu comecei a chorar:

“E agora?”

“Agora fudeu!!! Mas já que fiz a cagada, vou fazer bem feito…” – E eu ainda chorando:

“Como assim?”

“Abra bem as pernas e aproveite também…” – Ele mesmo arreganhou minhas pernas e quando encostou a pica na portinha eu gelei.

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Ele começou a enfiar bem devagar, enfiava a cabeça e voltava, enfiava a cabeça e mais um pouquinho e voltava e assim foi até enfiar tudo. Apesar do cuidado dele, doía muito, mas também era bem gostoso.

Depois que ele enfiou tudo, começou um vai e vem bem devagar. Depois de alguns minutos ele começou a aumentar o ritmo, e eu gemendo feito louca. Aí virou uma loucura.

Ele me colocava em várias posições e me fodia como se eu fosse uma prostituta. Me colocou de 4 e tome. Comeu muito, parecia que nunca ia gozar, metia sem parar e com velocidade e muita força. Em determinado momento ele tirou o pau da minha bucetinha e colocou na entrada do cuzinho:

Não Marcos…

Quero comer esta bundinha arrebitadinha…

“Não Marcos, estou te pedindo! Você já não tá me comendo? Nem queria tirar minha virgindade e está me comendo feito um louco. Poupa meu cuzinho… por favor!”

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“Com esse cuzinho rosinha, não tem como não comer…” – E foi enfiando com a mesma técnica que fez na buceta. E eu que achei que tinha sentido dor. Era inacreditável como doía.

Não aguentando mais de dor, resolvi deitar, estava de 4. Ele pegou o travesseiro, colocou embaixo da minha barriga e deixou minha bunda ainda mais arrebitada, sem tirar de dentro, me deixando acostumar com o volume, e recomeçou. Uns 3 minutos depois eu não aguentava mais de dor e implorei pra ele parar:

“Só se você deixar eu gozar na sua boca…”

“Você quer demais. Tirou meu cabacinho, tá comendo meu cu e ainda quer gozar na minha boca. Nada feito, vai gozar na boca da minha irmã…”

“Ela não gosta muito, mas deixa…”

“Então quando você comer ela, goza na boca dela, na minha não!”

Vendo que eu estava irredutível, continuou fudendo meu cuzinho. Mas não suportei muito tempo e ele desistiu e voltou a fuder minha buceta. Agora em frango-assado.

“Que delícia te fuder, você é um tesão!”.

Depois de alguns minutos ele tirou o pau e gozou na minha barriga e algumas esguichadas chegaram nos peitinhos. Ele deitou-se ao meu lado e só então lembramos do sangue que havia sujado a colcha da cama. E do perigo que é o sexo sem camisinha.

Depois de trocarmos as roupas de cama, ele pegou as sujas colocou no carro e foi dar um sumiço nelas, enquanto eu saí e voltei como se estivesse chegando da escola pra minha mãe não desconfiar. Depois disso, nesses 3 anos, já transamos mais algumas vezes, minha irmã nem desconfia, muito menos minha mãe.

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