Caseiro carrancudo.

Me chamo Laura tenho 19 anos, moro em Londrina, no Paraná. Moro com meus pais em uma linda fazenda.. Sempre gostei do campo, andar a cavalo, tomar banho no lago, da vida ao ar livre…

Sou uma garota estudiosa, boa filha, todos me acham muito bonita.. tenho um corpo normal, como as outras garotas, uma bundinha redondinha, não muito grande, meu seios sim, são grandes, mas, firmes.

Sempre que ando a cavalo pela fazenda, chamo a atenção dos peões.. Mas, só ficam olhando, não têm a coragem de me abordar por respeito a meus pais que sempre foram bons patrões.. Mas gosto disso.

Às vezes até provoco, ando a cavalo com calças de montaria apertadinha, camisetinha sem sutiã, tomo banho no lago com biquínis bem pequenos, mas também só fico nisso, nas provocações..

Quem não gosta de ser elogiada, olhada, admirada. Todas gostamos! Ao lado na casa grande, bem próximo, há uma pequena, mas aconchegante casa, onde mora nosso caseiro, seu Agenor. Um senhor de meia idade, acho que com seus 50 anos.

Um homem sozinho, meio carrancudo, que trabalha duro cuidando da fazenda.. Quando eu nasci, ele já cuidava da fazenda, mas nunca o vi com nenhuma mulher, se tinha alguma, nunca trouxe pra fazenda, ou não vi, pois não ia muito a casa dele.

Achava estranho ele nunca ter tido uma mulher, pois é um homem até charmoso, não tinha muita barriga, cabelos grisalhos, olhos claros, mesmo com um ar cansado da lida da fazenda…

Lembro que quando criança, ele me dava umas broncas, quando fazia alguma estripulia pelo campo, subia em árvores, subia no cavalo sozinha, ia chorando pro colo de meu pai..

Mas eram coisas de criança e ele tinha razão.. é perigoso pra uma criança, subir em árvores, andar a cavalo sozinha.. Hoje o tempo passou e nem ligo mais pra isso.

Meu pai é médico e passa a maior parte do tempo em Curitiba, onde tem seu consultório e uma outra casa, onde passa a maior parte da semana.

Eu terminei o Ensino Médio e estou me preparando para o vestibular de medicina, vou seguir a mesma carreira de meu pai.. Passo a maior parte do tempo estudando em casa, me preparando.. as vezes tiro uma horinha para o lazer, pois ninguém é de ferro..rss

Quando meus pais não estão em casa, aproveito pra soltar meu lado safadinha, coloco um shortinho bem pequeno, uma camisetinha e vou passear na área do campo, onde ficam os peões, passando pra lá e pra cá, puxo conversa com alguns deles, são homens fortes , suados, cansados da lida.. Mas aquilo me dá um tesão louco…As vezes até ouço alguns deles falando..

“Que menina gostosinha.. ahh se não fosse filha do patrão, arrancava essa roupa todinha e fodia essa putinha na cocheira pra ela aprender a não provocar um macho…” – Outro – “Ela é muito deliciosa e safadinha, passa por aqui de propósito só para nos provocar…”

Aquilo me deixava doidinha.. Mas nunca passava disso, eram só provocações mesmo… Passava por lá, fingia passear, saía de lá molhadinha, ia pro meu quarto, tocava uma siririca gostosa e gozava pensando naqueles machos suados me descabaçando.. Me rasgando toda. Sou virgem ainda e tenho esses pensamentos…

Certo dia estava em meu quarto a estudar.. Minha mãe dormia e meu pai estava em Curitiba. Deviam ser umas 23:00 h. Da janela, percebo Seu Agenor passando pelo campo e entrando em sua casa com uma mulher.. fiquei perplexa. Em 18 anos, nunca tinha visto seu Agenor com mulher nenhuma…

Fiquei muito curiosa.. Tinha que ir ver quem era, quem era aquela mulher que entrava na casa de seu Agenor e, àquela hora da noite.

Estava só de blusa e calcinha, como já era tarde, todos dormiam cedo por causa do trabalho, sai daquele jeito mesmo e fui espiar.. No caminho para a casa de Seu Agenor, tomo um baita susto.

“Menina, o que faz aqui a essa hora?? E vestida desse jeito?” – era o vigia da fazenda, um homem sério, boa praça, com esse não provocava, era casado com a nossa cozinheira…

“Xiiiuu seu Pedro, to indo espiar na casa de Seu Agenor, tem uma mulher lá, tenho que ver isso, nunca o vi com uma mulher, tenho que ver essa cena, o que ela foi fazer lá..”

“Menina, menina, olha lá o que você vai fazer, Agenor é uma homem grosseiro, se te ver, pode não gostar..”

“Não se preocupe seu Pedro, eu terei cuidado, não vou deixar ele me ver..rss. Agora vá, pode ir vigiar a fazenda tranquilo, já, já volto pra casa..” – e assim ele se foi e fui para a janela do caseiro…

Fiquei escondidinha pra que ele não me visse.. Na Janela, me deparei com ele e uma mulher, jovem ainda, devia ter seus 30 anos. Eles conversavam, meio alterados… Ela apontava o dedo na cara dele..

Até que, como de um susto, ele a puxou com força pelo braço e a pôs de costas pra ele, apertando seu pescoço, com uma das mãos e com a outra, começou a alisar o corpo dela..

Passava por seus seios, passava a língua por seu pescoço, a mulher ficou molinha, parecia entregue àquele homem grosseiro que a pegava com tanta brutalidade..

A mão descia pela sua barriga, passava com força, rasgou a blusa da mulher, com violência, a jogou no chão, deitou em cima dela e começou a chupar seus seios, com voracidade, feito um bezerro aqui da fazenda..

Aquilo estava me deixando com um muito tesão, apesar de tá achando aquilo tudo muito grosseiro, me sentia molhadinha.. coloquei minha mão por dentro da minha calcinha e comecei a roçar meu grelinho..

E continuava a olhar aquele velho grosso, chupando aquela mulher, arrancou sua saia, junto com sua calcinha e caiu de boca em sua buceta , chupava, enfiava os dedos.. ela gemia, urrava, percebi que ela tava sentindo prazer em ser chupada daquele jeito.. até que gozou, gozou na boca de Seu Agenor.

Ele ficou de joelhos e tirou toda sua roupa, a cueca e vi aquele pau duro como uma tora de árvore, latejando.. Nossa, o pau de Seu Agenor é enorme e grosso.

Nunca imaginei que fosse daquele tamanho, aliás, nunca imaginei ver de perto o pau de Seu Agenor, muito menos ele fodendo.. a visão daquele pau grosso aumentou ainda mais meu tesão.. Me masturbava agora com força, estava quase gozando…

Ele deu um tapa com muita força na cara da mulher e enfiou seu pau de uma vez na boca da moça.. Dizia:

“Chupa vadia, chupa meu pau. Não era isso que tu queria? Chupa com força que vou fazer tu engolir toda minha porra , vai.. chupa safada… Ahhh, chupaaa.. deliciaasssss!”

Ele bombava com força na boca da mulher, gemia, urrava de prazer, tesão e, continuava a estapear aquela mulher que parecia gostar de apanhar.

Ela engolia tudo, chupava até o talo, engasgava, seus olhos lacrimejavam , mas não parava.. Estava deixando Seu Agenor mais louco de tesão..

“Isso minha puta, chupa.. chupa esse pau que tá latejando, vaim vaii ssssss…”

Bombava, agora com mais força, gemia com mais vontade.. Minha bucetinha latejava, meu dedinhos aceleravam junto com as bombadas de seu Agenor.

Até que ele gozou, gozou muito, litros de porra jorravam na boca daquela mulher, escorriam pelo rosto, pelo seu, seios.. Ele deitou no chão.. deu um outro tapa na cara da moça e disse:

“Agora vá embora, se lave e suma daqui, não quero que ninguém te veja..”

Eu é que tratei de correr dali, antes que ele me visse.. Entrei de fininho em casa e corri para meu quarto.. Tirei minha calcinha e toquei uma siririca bem gostosa, lembrando daquela cena.

Fechei os olhos e pensei no pau de seu Agenor.. ahh que delícia, que pau grosso.. Ahhh até que gozei. Estava muito meladinha.. minha buceta latejava… fiquei molinha , até que dormir.. leve..

Na manhã seguinte, acordei já tarde, minha bucetinha ainda tava melada com a gozada que dei. Pensei no pau do caseiro.. Aquele pauzão não saia da minha mente… Toquei outra siririca gozei de novo.. Ahhh…

Levantei, fui tomar um banho e, durante o banho, lembrei do acontecido.. Quem diria.Seu Agenor, aquele homem sério , carrancudo, um safado.. Mas um safado bem tesudo..

Pensei.. meu Deus, to ficando louca com esses pensamentos.. Ele me viu crescer, me pegou no colo, não posso ter esses pensamentos com um senhor que poderia ser meu avô… Terminei meu banho, vesti um vestidinho bem curtinho, e fui tomar café..

“Bom dia D. Antônia, mamãe já saiu?”

“Bom dia Laurinha, sim, já saiu e pediu pra você não sair por aí sozinha, se for andar a cavalo é para pedir ajuda de alguém…”

“Tá bom D. Antonia.. mas acho que não vou andar a cavalo não.. Vou ficar por aqui perto mesmo…”

Resolvi dá um passeio pelo campo.. Mas antes de sair tive uma ideia.. Voltei ao meu quarto, tirei minha calcinha e resolvi que ia sim andar a cavalo e ia pedir ajuda de seu Agenor.. Vou provocá-lo pra ver o que acontece, nunca tinha pensado nisso, mas depois da cena que vi.. Mudei de ideia..

Sai de casa, sem calcinha… passei pela casa de seu Agenor mas ele não estava. Encontrei-o no haras.. ótimo, era lá mesmo que o queria encontrar..

“Bom dia Seu Agenor…” – ele me olhou com o ar sério.

“Bom menina, o que você quer?”

“Quero andar a cavalo seu Agenor e minha mãe pediu que não andasse sozinha, o senhor poderia me acompanhar?”

“Mas porque não pede a um dos peões?”

“Não, prefiro o senhor, os peões, podem se aproveitar de mim e, o senhor sei que não fará isso, é um homem sério. Vai por favor, só um pouquinho.. Por favor..” – Birrei…

“Tá bom menina, mas não posso demorar muito, tenho muita coisa pra fazer…”

“Tudo bem seu Agenor, também não vou demorar, tenho que estudar..” – Ele pegou o melhor cavalo, trouxe até mim e falou para eu subir.. Eu disse que não.

“Não Seu Agenor, não quero andar sozinha, vamos os dois juntos, esse cavalo é muito bravo, quase caí dele uma vez. O senhor segura as rédeas e vamos juntos.. Por favor.. vamos…”

“Tá bom menina, vamos..”

Ele subiu no cavalo e me deu a mão para que eu subisse.. Quando levantei a perna para subir no cavalo, meu vestido levantou e nitidamente apareceu minha bucetinha…

Seu Agenor arregalou os olhos, quando viu minha bucetinha sem calcinha… Percebi ele pasmo, suando.. Sentei na sua frente, quase no seu colo e senti seu pau roçando minha bundinha… Minha buceta já começou a latejar…

O cavalo começou a cavalgar.. lentamente e colei ainda mais minha bundinha no colo de seu Agenor, fingi que tava me ajeitando e o pau dele ficou logo abaixo de minha bundinha, sem calcinha, senti aquela coisa crescendo embaixo de mim.

Então de propósito, me mexia ainda mais… O pau ficava cada vez mais duro.. minha bucetinha cada vez mais molhadinha… Estava achando tudo aquilo muito delicioso..

Passeamos pela fazenda, todo tempo naquela sacanagenzinha. Seu Agenor safadinho, nada dizia.. Mas seu pau continuava cada vez mais duro..

Eu já estava louca de tesão, então peguei as rédeas do cavalo junto com Seu Agenor, toquei em suas mãos e escorreguei pra cima de minha coxa..

Estava manipulando aquele velho safado.. escorregava por minha coxa.. e sem minhas mãos ele encostou as suas perto da minha buceta.

Chegou bem perto da minha rachinha e começou a alisar, de leve… enfiou um dedinho e ficou alisando, sentindo molhadinha.. eu nada dizia, nem ele.

Ficamos passeando a cavalo enquanto aquele safado roçava meu grelinho.. Sentia seu pau latejando na minha bundinha nua… Ele roçava meu grelinho, agora mais rápido… bem gostoso.. soltei um gemidinho e ele acelerava mais.. roçava , enfiava o dedo todinho dentro.. ahhhh gozei.. gozei gostosinho e me joguei pra trás, no corpo grande daquele velho safado e pauzudo.. Ele, de repente, fez o cavalo parar e freando…

“Desça menina.. desça agora…”

“Não seu Agenor, não quero parar agora, o passeio está muito gostoso..”

“O que você pensa que está fazendo menina??”

“Eu? Nada.. não fiz nada..”

“Estou no meu canto trabalhando, você chega, sem calcinha pra andar a cavalo, você goza na minha mão, me deixa doido de tesão aqui e ainda diz que não não fez nada??”

“Não Seu Agenor é que eu esqueci de vestir a calcinha, saí tão rápido que esqueci e aquele passeio tava tão gostoso…”

“Menina, você é uma criança, eu vi você crescer.. Agora tá essa putinha safada… Eu vou te mostrar que não se deve mexer com um homem quieto no seu canto..”

E fez o cavalo correr, corria rápido e enfiou o dedo com força na minha bucetinha, o cavalo corria e ele me penetrava com tanta força que doía…

“Ai, para seu Agenor, para, tá doendo!!”

“Tá doendo?? Ahh pois você ainda não viu nada.. Vai doer ainda mais sua vadiazinha safada….”

E o cavalo corria mais rápido ainda e o dedo machucava minha buceta… Ele freou o cavalo, já bem longe da fazenda. Desceu me puxou com força, quase caí, mas ele me segurou com aquele braço forte grosseiro..

Amarrou o cavalo na árvore e me jogou no chão.. Tirou meu vestido, parecia um animal.. tirou sua roupa e pegou naquele pau enorme, grosso..

“O que o senhor tá fazendo?”

“O que to fazendo? O que vou fazer!!!! Eu vou te mostrar o que é um pau rasgando tua boceta apertadinha sua safada.. Pensa que não te vi ontem me espiando da minha janela?” – Eu levei um susto…

“Eu, eu.. só tava olhando..”

“Olhando e gostando, tava tocando nessa bucetinha, não tava? hein?” – E me deu um tapa, que arrancou lágrimas de meus olhos..

“Foi por isso que fiquei louco com aquela vadia que tava comigo, imaginava você chupando meu pau, foi por isso que gemia, urrava feito louco, era você que eu via me chupando sua vadia.. E agora eu vou rasgar essa tua buceta apertadinha, gostosa.. Tu vai ser minha putinha…ahhh delicinha..”

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Ele abriu minhas pernas com força e começou a chupar vorazmente, com tesão, louco.. passava a língua, chupava meu grelinho, enfiava o dedo, me fazia gemer…

“Isso putinha geme, eu sei que você tá gostando.. geme vadia.. “ – e chupava feito louco, mordia minha coxa… e tocava uma punheta frenética… “Olha só.. olha o tesão que é essa buceta, molhada…”

Chupou, lambeu meu grelinho, apertava meu seios, ahhhh até que gozei.. gozei na boca daquele velho tesudo e safado…
Ele jogou seu corpo por cima do meu e começou a roçar aquele pau grosso na minha bucetinha virgem…

Eu já estava maluca de tesão… Mas não queria ceder, era virgem e, aquele pau enorme iria me rasgar toda… Fiz menção de fechar minhas pernas, mas ele com a força de seu corpo abriu mais..

“Não faz isso seu Agenor, vai me rasgar todinha…”

“Vou, vou te rasgar todinha, não é isso que você quer? Ser fodida por um macho de verdade? Pois você vai ter um macho de verdade.. Vou rasgar esse teu cabacinho.. te fazer gozar num pau.. No meu pau… que sei que você quer…”

Ele começou a forçar a entrada de minha buceta… devagar.. ficou roçando e forçando.. Como já estava bem molhadinha pelo gozo, pela saliva e pelo tesão, meteu com força, de uma vez só.. Me arrancando um grito que o deixou mais louco, começou a bombar de leve, pra sentir toda minha bucetinha… depois acelerou e começou a bombar mais forte em movimentos de vai e vem frenéticos.. Eu gritava, gemia.. Isso o deixava maluco.

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“Isso, isso geme minha putinha, geme minha vadia…Grita no meu pau safada.. vai, vaiisssss ahhh” – ele bombava mais forte, mais forte, meu corpo tremia, eu gemia mais alto, ele enlouquecia…- “Rebola putinha, mexe vai, vai ahhh isso… ahhhhhhhhhhhhhhh…” – E soltei um gemido e gozei, gozei e comecei a mexer os quadris – “Vai mexe, rebola mais, vaissss, isso , isso.. ahhhhhhhhhh…”

O safado gozou.. gozou dentro de minha bucetinha… Soltava muita porra e misturada com um pouco de sangue do meu cabaçinho, escorria por minhas coxas… Caiu desfalecido sobre mim..

“Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, minha putinha.. você é deliciosa…”

Quando pensei que ia me tratar igual a mulher que vi com ele, para minha surpresa.. Foi muito gentil comigo.. Depois de uma foda violenta, ele me pega pela mão, me levanta e me leva até o lago,, me lava todinha, com cuidado… Toca minha buceta, inchada e dolorida..

“Ai..”

“Tá doendo? Desculpa… você me deixou louco menina.. isso não se faz com um velho da minha idade..”

“Não tem problema seu Agenor, tá doendo, mas foi delicioso… eu adorei… O Senhor é um homem de verdade.. Me fez mulher da maneira mais deliciosa que existe..”

Ele me deu um beijo terno, no rosto, saímos do lago, nos vestimos e, com cuidado, me pôs em cima do cavalo, subiu e fez com que o animal cavalgasse lentamente..

Enquanto voltávamos pra casa.. ele beijava meu pescoço com carinho… parou antes de chegar na fazenda para que ninguém percebesse..

“Vai menina, vá pra casa agora.. tome um banho e deite-se. Você deve está cansada… E quando quiser andar a cavalo novamente, me chame…”

“Amanhã eu venho seu Agenor, quero que o senhor me ensine a andar a cavalo, por trás…rsrsr”

“Rsrs.. Vai minha menina putinha…”

Voltei pra casa, tomei um banho e deitei.. dormir o restante da manhã e da tarde… Esperando ansiosa para poder andar a cavalo novamente….

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