A primeira de muitas vezes.

Hoje, quando me lembro daquele sábado chuvoso na igreja, um arrepio gostoso sobe pelas minhas coxas. Creio que jamais vou apagar da minha memória todas as sensações maravilhosas que eu experimentei, e por mais que já tenham se passado alguns anos, cada toque de língua, cada roçar de pele continua ardendo em mim.

Eu, uma jovem de dezoito anos, membro da igreja Assembleia de Deus e filha de praticantes fervorosos da religião evangélica.

Sempre fui tão religiosa quanto meus pais, mas eu falhava em uma coisa: minha sexualidade, por tantos anos reprimida, havia aflorado de vez, e eu não conseguia mais controlar meus pensamentos direito.

Por muito tempo eu me torturei, achando que cometia um pecado grave fantasiando relações sexuais. Implorei ao Senhor que aquilo parasse, mas não adiantou, claro! Ele próprio criou o desejo!

Fiquei nessa tortura mental até que um dia, sentada no sofá de casa, completamente à vontade, e sozinha, ergui com delicadeza minha saia jeans e comecei a alisar minhas coxas, entediada.

Percebi que aquilo dava uma “coceirinha” gostosa no meio das minhas pernas e continuei subindo com a minha mão, agora por baixo da blusa, acariciando minha barriga e, por fim, a pele sensível dos mamilos.

Aquela “coceirinha” aumentou, e senti minha gruta ficando melada. Meti um dedo sob a calcinha e comecei a escorregar a ponta dele no meu grelinho, duro feito pedra.

Minha imaginação voou, e de repente não era eu que estava com o dedo ali, era Fernando, um dos clarinetistas da banda da igreja. Eu era apaixonada por ele.

Fernando conquistou meu coração por ser um cara do bem, simpático, divertido e muito charmoso. As camisas com punho dobrado que ele usava no verão exibiam discretamente os músculos que o trabalho pesado esculpiu naquele corpo de mais de um metro e oitenta de altura.

A cor da sua pele fazia parecer que ele tinha ficado horas ao sol, era um tom de açúcar caramelado, lindo, quente, provocante.

Meu desejo era lamber cada centímetro daquela pele deliciosa, enlouquecer aquele macho com a minha boca e ser dominada por ele de todas as maneiras com paixão e tesão.

Estava quase gozando quando ouvi uma buzinada. Caía lá fora uma tempestade de verão das grandes, e como tinha um ensaio da banda marcado para aquele dia, minha mãe precisaria me levar de carro para a igreja.

Ajeitei minha roupa e saí. Quando cheguei ao salão dos músicos, imediatamente procurei por Fernando. Encontrei-o sentado num canto, montando seu instrumento. Percebi sua expressão abatida, e como boa amiga que era perguntei a ele o que tinha acontecido.

Eu e a Larissa… Acabou… – ele respondeu, num fio de voz.

Fingi decepção e consolei meu amigo, fazendo um esforço tremendo pra não deixar minha alegria transparecer. Larissa era uma polaca sem-sal que Fernando namorava.

Tá, eu confesso, ela não era sem-sal, era simpática e bonita pra cacete, bem mais linda do que eu. Mas que interessava é que ele estava livre, leve e solto! Não que eu me achasse em condições de ser a namorada dele, mas já ganhava uma pontinha de esperança.

Mas por quê isso foi acontecer? – perguntei.

Fernando ia responder, mas assim que ele abriu a boca o professor deu início ao ensaio. Eu era pratista. Levei bronca do professor umas quantas vezes, porque a apresentação era dali a duas semanas e eu não acertava um único compasso.

Claro, não havia como acertar se a minha atenção estava centrada em Fernando, que extraía sons do seu clarinete a três fileiras de distância.

Eu observava seus lábios pressionando com delicadeza o bocal do instrumento, quase que beijando-o, e seus dedos que acariciavam o corpo de madeira e metal.

Imaginei o que aqueles dedinhos rápidos poderiam fazer em um certo lugar do meu corpo, e ri sozinha. O que eu ouvia me soava lindo, mas o professor não compartilhava da minha opinião.

Como castigo para mim e Fernando, por não termos prestado atenção ao ensaio, ele nos fez levar todos os instrumentos para o almoxarifado da igreja – que ficava no fim do comprido salão – e, lá estando, organizar todos eles.

Ia ser uma tarefa demorada. O professor sentou numa mesa próxima com sua Bíblia e nós iniciamos o trabalho em silêncio. Quando terminamos de levar os vários bumbos, saxofones e pratos, entre outros, Fernando começou a procurar o compartimento dos trompetes, e eu quebrei o silêncio.

Agora acho que você pode me explicar por que a Lari terminou o namoro com você.

Fernando não respondeu, ao invés disso, pôs a cabeça para fora da porta, checando o local, e nos trancou na sala. Sua expressão passou de preocupada para irritada.

Ela não terminou comigo, eu terminei com ela. – Fiquei chocada. Antes que eu pudesse perguntar por que, ele despejou uma torrente de palavras – Eu não acho certo manter um relacionamento em que uma das pessoas não ama mais a outra. Não precisa se fingir de triste, porque eu sei que você tá pulando de alegria, Juliana. Ou acha que eu não percebi?

Percebeu o quê?

Não se faça de tonta. – ele estava a centímetros de mim – Eu percebi que você… Que você não quer ser só minha amiga, Ju. E puta que o pariu, eu também não quero ser só um amiguinho.

Achei que meu peito ia explodir. Sem dar aviso, Fernando eliminou a distância entre nós e me pegou de jeito, apertando de repente seu corpo contra o meu e invadindo minha boca com a sua língua.

Enlacei sua nuca com as mãos e aprofundei ainda mais aquele beijo. Sem desgrudar nossas bocas, Fernando me prensou contra uma bancada, envolvendo meu corpo com seus braços fortes. Achei que ele ia prosseguir, mas parou de repente, pousando seu rosto sobre o meu e respirando ofegante.

Eu quero você, Juliana! – ele disse com uma voz rouca ao pé do meu ouvido. Naquele instante, se Fernando tivesse me dito para pular de um precipício, eu o teria feito, de tão hipnotizada que eu estava por aquele cara.

Eu também te quero, meu amor… – sussurrei de volta. Meu corpo tremia de tesão e medo ao mesmo tempo.

Dois segundos depois, eu estava sem saia e Fernando, sem camisa. Enrosquei minhas pernas na sua cintura e senti sua pica dura cutucando minha buceta sob a calça.

Comecei a me esfregar nele e a ronronar como uma gata, alisando seu tórax perfeito. Aquele moreno gostoso estava me enlouquecendo. Com uma perícia fenomenal, arrancou minha blusa de algodão.

Ele suspirou quando meus peitos fartos e branquinhos pularam do sutiã aberto. Sem perder tempo, abocanhou meus mamilos durinhos, mamando com vontade e esfregando a ponta da língua neles enquanto girava o polegar sobre meu grelo protegido pela calcinha.

Desci da bancada e me agachei para poder tirar suas calças. Seu pau estava quase pulando, e quando abaixei sua cueca, o membro duro e roliço se libertou apontando para cima.

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Sem nem ligar para o que ele ia achar daquilo, resolvi testar o que tinha visto num vídeo pornô, e abocanhei seu pau até onde consegui, fazendo um vai e vem.

Mesmo eu sendo inexperiente, só se ouviam os gemidos que escapavam da boca de Fernando, mesmo que ele tentasse se conter. Tirei seu pau da boca e comecei a lamber a cabeça daquele cacete gostoso com vontade, até que ele implorasse para parar.

Eu não vou aguentar muito, para, para! – ele pediu, e eu larguei o pau com um sorriso malicioso. Fernando se agachou também, e se aproveitando da posição tirou minha calcinha, deixando-me completamente nua assim como ele estava.

Gostosa… – ele dizia, batendo nas minhas coxas grossas e lindas, que em geral ficavam escondidas pelas saias longas.

Fernando trilhou uma descida de beijos a partir do meu pescoço, chupando meus seios novamente e brincando com a língua no meu umbigo.

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Sua língua desceu até a base da barriga e tinha chegado na minha bucetinha peluda. Hum, ele queria retribuir a mamada. Arreganhei minhas pernas e ele enfiou sua língua marota na minha buceta.

Fernando passou a língua em todos os lugares que se possa imaginar, deixando meu grelo duro e inchado por último. Ele começou lambendo pelos lados, e depois passou a fazer círculos com a língua em cima do grelinho.

Eu não suportei nem um minuto e gozei pela primeira vez na minha vida, fazendo meu melzinho escorrer com as contrações fortes. Eu gemia alto e sem controle algum, nem me importando se alguém iria ouvir.

Fernando continuou estocando a língua no meu grelo até eu me esgotar. Ele subiu de novo e me beijou. Senti meu gosto salgadinho na língua dele, que travava uma batalha na minha boca.

Ele me envolveu com os braços de novo e eu quis me fundir com ele, virar uma coisa só. Queria que aquele homem me fizesse mulher.

Fernando me esticou no chão e se deitou sobre mim. Prevendo o que ia acontecer, de repente senti medo e tapei a buceta com a mão.

Confia em mim, amor, abre sua borboletinha… – ele pedia, sussurrando no meu ouvido.

Tô com medo… – falei com voz de criança assustada.

Não precisa ter medo, eu cuido de você… – ele disse, beijando minha testa e acariciando a mão que tapava minha buceta.

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Fernando encaixou seu corpo no meu e eu não pude resistir àquela proximidade. Abri totalmente minhas pernas, entregue. Ele posicionou a pica na portinha da minha buceta e começou a forçar a cabeça da pica contra o selinho, e gritei de dor quando minha bucetinha se rasgou e a pica dura entrou com tudo. Fernando escorregou sem dificuldade até o fundo.

Vou esperar passar… a dor – ele disse, parado, mas sua voz tremia de desejo. Eu apenas pedi gemendo:

Vai logo amor, me fode de uma vez! – ele de pronto obedeceu e começou a me estocar com força. Eu estava nas alturas de novo, com aquele cheiro inebriante de perfume de canela misturado com suor e testosterona pura.

Meu macho arrombava minha bucetinha entre palavrões e juras de amor. Minha buceta miudinha e apertada esmagava sua rola grossa, e não precisou muito tempo para que eu desse outra gozada.

Fernando arfou e disse que não ia aguentar mais, e encheu minha buceta de porra quase fervendo. Ele se separou de mim e nos abraçamos, suados e cansados. Ele sussurrou:

Te amo…

Depois que saímos dali, vimos que o professor continuava na sala. Eu nunca soube se ele ouviu alguma coisa ou não, mas se ouviu, disfarçou bem e nunca disse nada.

Fernando e eu assumimos o namoro no mesmo dia, e seis meses depois estávamos casados. Continuamos na mesma igreja. Sou dona de casa e dou aulas na escola dominical.

Fernando faz plantões numa fábrica aqui perto e, aliás, ele acabou de chegar. Mais tarde conto outras histórias sobre nós dois, porque acho que agora é a minha hora de se divertir…

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