O padrasto da minha amiga.

Fim de semana passado, minha amiga Ciça me convidou para passar o fim de semana com ela e a família em Gramado/RS, que apesar de ser inverno estava muito quente.

Bom, fomos de carro, eu, ela sua mãe e seu padrasto, ambos com seus 50 anos, ele bem enxuto pra idade, ja grisalho, alto e de porte atlético.

Chegamos a noite e logo nos instalamos em sua casa num condomínio fechado. Tudo corria bem, porem durante a madrugada, acordei para ir ao banheiro e ao passar na frente da porta do quarto de casal, ouvi gemidos e já pensei na sacanagem que estava rolando.

Bom, fui até o banheiro dei aquela mijada básica e quando sai notei que os gemidos haviam parado, acho que eles ouviram o barulho da descarga e ficaram quietos.

Muito sem vergonha, fiz barulho da porta de nosso quarto fechando, mas deixei entreaberta e como imaginava os gemidos reiniciaram.

Com um frio na barriga fui até a porta e na cara de pau dei uma espiada na fechadura e quase cai sentada com o que vi, seu Armando deitado e dona Célia agachada em cima com seu pau todo atolado no rabo.

Era um pau imenso, entrando e saindo do cú dela, ela subia deixando apenas a cabeça e logo sentava enfiando tudo até as bolas, minha buceta encharcou na hora.

Como hipnotizada fiquei ali olhando, minutos depois, vi seu Armando começar a respirar mais forte e pude ver seu pau começar a pulsar dentro do cú de sua esposa como se estivesse bombeando.

Dona Célia sentou e enterrou tudo e ficou rebolando de leve levando seu marido a loucura, em seguida empinou a bunda e quando o pau, já a meia bomba, sai de dentro dela, pude ver a porra escorrer pelas suas pernas, quase gozei.

Vi que ela levantou e então fui correndo para o quarto. Não preciso dizer que não consegui dormir direito só relembrando das cenas que havia presenciado, minha buceta pegava fogo e estava molhada de tesão.

Na manhã seguinte, era umas 9:00 h da manhã, levantei fui tomar um banho e meio dormindo, abri a porta do banheiro e para meu desespero, encontro seu Armando mijando.

Vi de novo aquele pau maravilhoso, que mesmo mole era enorme, ele apenas me olhou com ar de espanto e disse “opa”, dei uma risada meio sem graça, pedi desculpas e voltei pro quarto para aguardar.

Bom, tomei meu banho e desci para tomar café, na mesa todos riam, Dona Célia com cara de quem deu a noite toda e por ai a fora.

Papo vai, papo vem, notava umas olhadas do seu Armando para minha bunda, como estava calor, estava apenas de camiseta e um shortinho de cotom, e como estava calor, minha bunda e buceta ficavam bem marcadas.

Vi que ele estava ficando bem interessado e como estava com um puta tesão, com cuidado é claro, resolvi provocar a fera. Dona Célia então disse que iria até uma cidade próxima para buscar umas encomendas de roupas que tinha feito para Ciça e ela teria que ir para experimentar.

Ciça me convidou mas vendo uma oportunidade disse que não tinha dormido bem e que iria ficar um pouco em repouso. Seu Armando me deu uma olhada daquelas que dizem “To de sacando”.

Finalmente Ciça e sua mãe pegaram o carro e foram para seu destino, foi o que bastou para mim partir para o ataque, resolvi provocar o coroa e ver até onde ele resistiria.

Ele sentado na sala, apenas de bermuda e camiseta lendo jornal. Com a desculpa de olhar os CDs, me abaixei e fiquei de quatro, claro que antes, dei aquela puxadinha estratégica na bermuda para que enterrasse tudo na bunda e deixasse minha buceta marcada, fiz questão de ficar virada para ele.

Pelo reflexo do vidro da estante vi que ele olhava fixo para minha bunda e ajeitando o pau dentro da bermuda, quando vi que já estava bem excitado, me virei na cara de pau e perguntei se estava tudo bem.

Ele meio sem jeito e gaguejando respondeu que sim, colocando o jornal no colo para que eu não visse o volume na sua bermuda, me virei e empinei mais a bunda e desta vez abrindo minhas pernas para que ficasse bem visível a bermuda enterrada da minha buceta.

Pelo espelho vi que ele fez uma cara de espanto e se levantou disfarçando seu pau duro dentro da bermuda, dai sem olhar falei que se quisesse poderia ajuda-lo com a situação, e ele pagando para ver perguntou como.

Me virei, e sem me levantar do tapete, me aproximei e sem vergonha alguma, baixei sua bermuda libertando seu pau que estava duríssimo.

Era lindo, nunca tinha visto um assim, era comprido e grosso, as veias saltadas, circuncisado, tinha um cabeção roxo e lustroso, todo melado, suas bolas eram enormes, fiz questão de pegar.

Me coloquei de joelhos, peguei seu pau, não conseguia fechar minha mão de tão grosso, e abrindo ao máximo minha boca enfiei-o até encostar na minha garganta, ele deu um gemido e segurou minha cabeça e começou a me fuder a boca.

Eu sentia o gosto do seu pau e seu liquido escorrendo pela minha garganta. Com uma das mãos eu me masturbava por cima do short, seu pau pulsava de tanto tesão.

Ele então me levantou e pediu para que subíssemos, pois não queria correr riscos de sermos pegos, fomos para o closet do quarto que tinha uma janela onde ele poderia ver caso sua esposa e filha voltassem.

No closet tinha uma poltrona e ele já sem bermuda começou a baixar a minha me deixando peladinha, tirou minha camiseta, ficou olhando meus peitinhos e chupou um de cada vez, sentou-me na cadeira, colocando minhas pernas apoiadas e me deixando toda abertinha.

Ele então ficou olhando minha bucetinha depilada e começou a me chupar, enfiando sua língua na minha buceta, senti sua língua quente fazendo voltas dentro de mim, tirava e ficava mordiscando meu grelo, quase me fazendo gozar.

Me olhava e dizia que minha buceta era maravilhosa e enfiava a língua novamente, senti que sua língua descia cada vez mais, tocando de leve meu cú, então ele levanta minhas pernas e chupa meu cú, senti sua língua abrindo caminho e entrando.

Minha nossa, senti a vista escurecer e gozei, meu corpo tremia e escorria meu gozo pela buceta, ele lambeu e me chupou todinha agora com um dedo enfiado no meu cuzinho.

Olha, já tinha ouvido falar que trepar com homens mais velhos era uma loucura, mas não levava fé, adorei estar enganada. Seu Armando então, segurando seu pau, encostou na entrada da minha buceta, pedi para ir com calma, pois poderia me machucar.

Ele com muita calma foi metendo devagar e logo senti a cabeça entrar, senti uma dorzinha, mas o tesão era maior, então ele começou a enfiar mais, senti aquele pau me alargando.

Meu corpo se arrepiou todo, ele então ficou parado só beijando meus peitos e minha boca e com muita maestria enfiando mais. Senti que seu pau tinha entrado até onde dava e então ele começou a meter e tirar bem devagar aumentando as vezes e diminuindo.

Olhei e vi aquele mastro entrando e saindo da minha buceta que estava arreganhada ao máximo para recebe-lo. Seu Armando respirava forte, sentindo que ele poderia gozar, pedi para que comesse meu cuzinho, porem com o mesmo cuidado que teve com a minha buceta.

Ele então me colocou de quatro na cadeira e começou a esfregar seu pau melado ao mesmo tempo que enfiava 1 dedo, 2 dedos e quando enfiou 3 dedos, ele girava dentro de mim alargando meu cú.

Logo em seguida, senti ele enfiar a língua no meu cú novamente, deixando bem labuzado, encostou a cabeça do pau e foi forçando, metendo e tirando aos poucos e cada vez entrando mais, foi difícil mas conseguiu meter a cabeça.

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Senti que meu cú estava se rasgando, pois a dor era terrível, logo senti seu pau entrando mais, meu cú ardia, sentia meu cú dilatando e engolindo seu pau até que senti suas bolas baterem na minha buceta.

Senti que já estava larga e pedi para que me comesse com vontade, ele então começou a fuder, sentia seu pau entrando e saindo num ritmo que não aguentei e gozei, senti meu cú apertar seu pau que não aguentando mais disse que iria gozar, dai falei – “To de sacando”“To de sacando”

Não demorou e senti seu pau fazer o mesmo que eu tinha visto, ele inchou dentro de mim e senti sua porra me queimar por dentro, seu pau tinha espasmos e a cada um deles eu sentia jatos de porra sendo despejados dentro do meu cú.

Ele parou, deixando seu pau dentro de mim, eu fiquei sentindo seu pau pulsando e para provocar, eu contraia meu cú como se quisesse chupar o que restava de porra ainda.

Senti seu pau sair, estava todo melado, me ajoelhei e ainda consegui beber as ultimas gotas, ele me beijou e disse que ainda não acreditava, dei uma risada e disse que não via a hora de repetir.

Ele foi se lavar e eu corri para o banheiro, pois senti que meu cú estava tão largo que a porra estava escorrendo, me sentei no vaso e fiz força expelindo a porra entre peidinhos, ao olhar notei que tinha um pouco de sangue até.

Tomei um banho e desci, fiquei com meu rabo ardendo por uns 2 dias, mas foi ótimo. Dona Célia e Ciça voltaram no meio da tarde e nem desconfiaram de nada.

Já seu Armando e eu, combinamos de nos encontrar com mais calma e desta vez vamos trepar por horas, pois quero curtir aquele pau com calma, quero que ele goze na minha boca e que goze na minha buceta, pois adorei sentir aquele pau gozando dentro do meu cú.

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