Nunca senti tanto tesão.

Me chamo Marilza, sou casada e tenho um filha. O que vou contar aconteceu a muito tempo, quando eu era apenas uma menina. Meus pais tinham um hospede em casa, que alugara um quarto, e desde o primeiro dia que o vi fizemos uma grande amizade.

Meu pai tinha muita confiança nele e deixava que me apanhasse no colégio e levasse ao cinema e também ao futebol (gosto muito). Quando íamos ao cinema, me lembro até da primeira vez, para eu ver desenhos animados do Tom e Jerry eu ficava toda emocionada quando ele me abraçava no escurinho.

Minha cabeça imaginava muitas coisas e com o tempo eu fui sentindo tesão pelo nosso hospede. Só imaginava quando ele me levaria de novo ao cinema para ficarmos juntinhos de novo.

Ele não avançava nadinha e eu estava ficando louquinha por ele até que, numa noite em casa, aproveitando que ninguem estava por perto, fui ao quarto dele e o encontrei deitado.

Me aproximei dele e abaixando rapidamente o beijei na boca. Acho que foram apenas alguns segundos mas ainda hoje sinto o sabor daquele beijo roubado.

Mas naquele instante acho que acendi o tesão dele porque senti sua mão entre minhas coxas quentes e enquanto seus dedos procuravam minha bucetinha eu fiquei como uma paralitica, sem conseguir me movimentar.

Seu dedo médio encontrou minha rachinha quente e úmida e num breve momento eu me entreguei aos seus carinhos. Com medo de ser surpreendida sai dali rapidamente mas naquela noite não consegui dormir só pensando no que tinha acontecido entre nós.

Ele era tremendamente discreto e foi como se nada tivesse acontecido entre nós e aquilo me deixava ainda com mais tesão. No outro dia, quando tive oportunidade, eu fui novamente ao quarto dele e mais uma vez o encontrei deitado.

Dessa vez nos beijamos com vontade mesmo, e quando ele se levantou foi me abraçando todo o corpo e suas mãos me tocavam deliciosamente. Senti algo duro encostando na minha barriga e levando uma das mãos senti, pela primeira vez, seu pau duro e ereto.

Comecei a tremer e não sabia o que estava acontecendo comigo. Como não tinha mais ninguém em casa além de nós dois, não me preocupei e me entreguei docemente aos seus carinhos.

Suas mãos procuravam explorar todo meu corpo e quando senti seus dedos afastando minha calcinha para o lado senti algo quente percorrendo meu corpo todo.

Seu dedo entrou no meio dos grandes lábios da minha bucetinha e me acariciou bem devagarzinho enquanto eu apertava seu pau e percorria toda a sua expensão. Ele tinha um “Pintão” grosso e bem comprido.

Ele abaixou seu short um pouco e pegando minha mão colocou no seu pau e eu, tremendo com aquela sensação, comecei a apalpa-lo todinho. Minhas pernas tremiam e meu corpo se entregava todinho pra ele.

Não sei quanto tempo ficamos nos tocando mas quando sai dali e fui pro meu quarto senti que estava toda molhada. No domingo fomos novamente ao cinema e como tinha uns camarotes no andar de cima fomos para lá, já que não tinha ninguém por perto.

Logo que as luzes se apagaram começamos a nos beijarmos, já cheios de tesão. Eu estava nas nuvens e minha buceta já se molhava toda. Ficamos em pé e logo ele já estava tocando na minha grutinha e isso era o que eu mais queria.

No auge do prazer sinto ele abaixando minha calcinha e tirando ela. Fiquei toda arrepiada. Mas quando ele se abaixou e levantou minha saia não acreditei quando sua cabeça entrou entre minha pernas e sua boca começou a me beijar a minha bucetinha e sua língua dura me penetrava entre os grandes lábios e ia até a entradinha apertadinha.

Cheguei a gemer de tanto prazer e apertava, mesmo, sua cabeça de encontro ao meu corpo procurando aproveitar ao máximo seus carinhos. Pela primeira vez gozei como louca.

Meu corpo tremia todo e meu coração parecia que ia sair pela minha boca. Meu gozo escorria pelas minhas coxas e foi ele mesmo, como seu lenço, que me limpou todinha. Confesso que não vi filme algum e todo o tempo que ficamos no cinema foi para nos tocarmos.

O quarto dele e o meu tinha uma porta que os unia e que ficava sempre fechado com chave. Só do meu quarto se podia abrir essa porta. Do lado dele tinha uma estante onde meu pai guardava seus livros.

A porta de serviço do quarto dele e do meu dava para o mesmo corredor da casa. Quando voltávamos para casa eu pedi para ele dormir comigo na minha cama e ele disse que não era possível pois nós poderíamos ser surpreendidos.

Ele era ainda um rapazinho cujos pais tinham se mudado da minha cidade e como ele já tinha um bom emprego não quiz abandoná-lo. O tempo foi passando e eu sempre querendo algo mais no nosso relacionamento.

Já haviam se passados dois anos que ele morava conosco e eu já tinha me desenvolvido no corpo e na mente e meus desejos, agora, eram ainda maiores. Certo domingo fomos, como de costume ao cinema e para o nosso camarote escondidinho.

Nesse dia eu estava ainda com mais tesão porque tinha muitos dias que ele não tinha oportunidade de me tocar o corpo. Logo ele já estava me tocando a buceta e eu, mais atrevida que nunca, abri seu zíper e botei seu pintão pra fora.

O pau dele latejava de tesão e eu aproveitei que já estava sem calcinha e botando um pé numa cadeira puxei ele pro meio das minhas pernas e coloquei a cabeçona do pinto dele na entradinha da minha bucetinha molhadinha.

Ele logo puxou o pau pra fora como se não concordasse com aquilo mas, logo, logo, botou de novo a cabeça e ficou empurrando e tirando bem devagarzinho sem me penetrar.

Sentia seu pinto quente se alojando na entradinha e suspirando avançava os quadris procurando me encaixar mais e mais nele. Sentia quando ele se afastava docilmente procurando não me deflorar o cabacinho.

Eu gozei muito naquela tarde enquanto ele, com o pau duro e ereto teve que se contentar, apenas, somente com as preliminares.

Quando chegamos em casa meus pais tinham saído para um aniversario e só voltariam dali a umas horas. Ele foi pro seu quarto dizendo que iria se deitar um pouco e eu fui tomar um banho pois estava toda melada.

Enquanto a água caia no meu corpo eu me lembrava daquela tarde e senti meus peitinhos ficarem durinhos e meu clitoris também. Estava louquinha pra sentir aquele pinto me rasgando o cabacinho e me enchendo com seu gozo.

Me enxuguei e enrolada apenas na toalha me dirigi ao meu quarto. Passando na porta dele me deu vontade de vê-lo, e abrindo a porta me deparei com a minha paixão deitado, completamente nú, com aquele mastro apontando pro teto.

A toalha caiu e eu, também, fiquei nuazinha na frente dele. Quando ele se levantou eu pedi pra ele tirar a estante da frente da porta que dava pro meu quarto. Logo a porta estava livre para ser aberta.

Deixei ele ali e fui ao meu quarto e entrando fechei a porta principal. Então pegando a chave abri a porta do meio e mandei que ele fechasse a porta do quarto dele.

Agora estávamos sozinhos e tínhamos algumas horas livres para ficarmos juntos. Nos abraçamos sem nenhuma preocupação e sentindo seus beijos em meu corpo fui me deitando na cama dele enquanto o puxava pra cima de mim.

Pela primeira vez senti um corpo de homem sobre mim e fechando os olhos me entreguei aos seus carinhos. Mais atrevido que nunca meu amor me cobriu todo o corpo com beijos. Mamou meu peitinhos, sugou minha coninha me deixando cada vez mais preparada. Quando eu pedi:

“Vem, amor !!! – e abri minha pernas, ele logo se encaixou entre elas e se ajeitando colocou aquela cabeçona deliciosa na entradinha da minha bucetinha, e eu me enlacei toda no seu corpo e avançando meus quadris senti o pau tentando entrar.

Estava muito apertadinha a entrada e por isso ele foi botando devagarzinho. Enfiava e tirava e eu me contorcia toda. Quando sentiu que minha buceta já estava bem preparada enfiou com mais força e eu senti algo se romper.

O caminho estava abertinho pra ele e em pequenas estocadas ele me enfiou sua pica até o saco. Parou deitado sobre mim e começamos a nos beijar como loucos.

Minha buceta se contraia com toda volúpia apertando a pica em toda sua extensão. Comecei a ter orgasmos alucinantes e ele não se mexia, deixando que eu aproveitasse, ao máximo, seu pinto.

Depois de gozar não sei quantas vezes eu fui relaxando e ai, então, ele começou a estocar, como um louco, seu pauzão na minha grutinha.

Era um prazer louco sentir aquela pica enorme entrando e saindo na minha buceta. Gemi e gritei de tanto prazer enquanto era fudida com todo o carinho.

Quando acelerou suas estocadas eu senti que era a hora dele gozar gostoso. Gemendo e metendo ele sacou o pau e derramou todo o seu semem na minha barriga e caiu exausto sobre mim.

Abraçado ao seu corpo eu fiquei imaginando como era delicioso fazer amor com alguém que se ama. Acabamos dormindo abraçados e quando acordamos vimos que já era hora de meus pais voltarem.

Sai, fechei a porta do meio e ele colocou a estante no lugar. Tomamos um banho e enquanto ele foi descansar eu fiquei na sala estudando aguardando meus pais.

Quando minha mãe chegou fez um belo jantar pra nós e mais tarde quando ela e meu pai foram dormir eu e ele ficamos ainda conversando na sala.

Quando eu sai pra dormir falei pra ele que queria mais e pedi pra ele tirar a estante da frente da porta que quando meus pais dormissem eu iria dormir com ele.

Já era uma meia noite quando eu abri a porta, no escuro, e já o encontrei me esperando. Logo estávamos na cama metendo que nem dois loucos e perdi a conta das vezes que ele gozou, sempre tirando na hora. Depois de muitos anos transando escondido isso não é mais preciso porque hoje o Jorge é o meu marido.

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