Gemendo na pica do tio Paulo.

O céu estava azul, sem nuvens e eu estirada na espreguiçadeira. Meu corpo branquinho mas besuntado de óleo de bronzear, o fio dental dentro do reguinho deixando minhas polpas de fora e sem a parte de cima do biquíni.

Tomando banho de sol de topless, e quase dormindo, não escutei quando Tio Paulo se aproximou. Eu o chamava assim há algum tempo, sua mulher era comadre de minha mãe.

Ele era um homem entre seus 45 e 50 anos, moreno, forte, bem apessoado. Era o segundo marido de Tia Bete. Minha mãe achava estranho o relacionamento deles, pois Tia Bete viajava constantemente a trabalho.

Oi meu bem, como você está? Está gostoso ai??? – perguntou enquanto sentava na espreguiçadeira ao lado da minha.

Oi Tio Paulo! Não o vi chegar! – Puxei as alças do biquini e o amarrei, enquanto me virava na direção dele.
Ele estava com um calção e uma regata branca.

Sua mãe deu uma saída, disse que vai demorar. Vim pegar emprestado a caixa de ferramentas do seu pai, mas ele não está e sua mãe não sabe aonde ele guarda.

Ah…. eu também não sei… – Olhei em seus olhos e percebi que ele olhava para o pedaço de pano que cobria meus seios redondos. Aquele olhar cheio de intenções, fizeram com eu molhasse a calcinha do biquíni.

Que tal entrarmos um pouco na água? Essa pele branquinha está ficando da cor do tomate…rsrsrs – Tio Paulo passou um dedo suavemente pelo meu ombro, me deixando arrepiada.

Está de sunga debaixo do calção, Tio Paulo???

Não… estou sem nada, querida. – Levantou-se da espreguiçadeira e diante dos meus olhos abaixou o calção mostrando um cacete duro e grosso. Aquela carne grossa e dura me deixou molhadinha e senti minha bucetinha piscar de tesão. Tio Paulo tinha um cacete e tanto!

Ele colocou novamente o calção com um sorriso malicioso, pegou-me pela mão e corremos em direção da piscina como duas crianças. Dentro da água, brincamos, rimos, ele nadava em volta de mim, quando ele ficou em pé e olhando-me sério disse:

Chegue mais perto… – Tio Paulo estava com a voz rouca. Senti que o clima estava mudando, minha xaninha molhada.

Encontrávamos no meio da piscina e por ser de estatura baixa, não tocava o fundo dela, mas, Tio Paulo era alto. Olhei para o fundo, suas pernas estavam separadas.

Chegue mais perto… querida… – fui em sua direção.

Tio Paulo estendeu seus braços e suas mãos desceram até a minha bundinha, puxando-me contra si. Senti um arrepio de tesão, os bicos dos meus seios projetando-se contra o sutiã do biquíni, que mal tampava os seios redondos e excitados.

Esfreguei-me nele, sua cintura movia-se lentamente, eu sentindo a dureza da sua pica. Suspirei. Tio Paulo enfiou suas pernas entre as minhas coxas e comecei a esfregar minha buceta na perna dele.

Hummm… ah… Tio Paulo… o que nós estamos fazendo? Isso não é certo! Tenho apenas 17 anos… – Tio Paulo começou a mexer, para frente e para trás, encoxando-me gostosamente.

Você é um tesãozinho… Sente meu pau duro? Sente? – Sim eu sentia aquela porção de carne quente e dura.

Ohhhhhhhh… sim… sinto….Oh Tio Paulo… que gostoso… Você consegue gozar desta maneira??? – perguntei curiosa, pois só tinha trepado com um namoradinho da escola.

Não sabia como um homem como Tio Paulo trepava e gozava. Achava que por ser mais velho, muito mais velho, não gozaria tão fácil quanto o meu namoradinho.

Simm… consigo… minha menininha… putinha…. gostosa…

Tio Paulo… eu quero ver como ele fica quando o senhor gozar…

Sim… sim… – respondeu com a voz rouca e mexendo seus quadris de encontro aos meus mais rápido. Olhei para baixo e notei através da água transparente da piscina que a pica do Tio Paulo estava para fora.

Tio Paulo desceu seu calção, que subiu na superfície, depois puxou-me novamente pela cintura e me ergueu. Minhas pernas abriram-se.

Notando meus movimentos, Tio Paulo abaixou-me lentamente de forma que a sua pica encaixou-se inteiramente na frente da minha bucetinha.

Ele começou a mexer-se novamente, enquanto eu sentia toda a extensão da sua pica rente à minha buceta. Eu senti os lábios da minha bucetinha se abrirem, o fundilho do meu biquini ensopado, não sabia se era a água da piscina ou meu mel. Separei as coxas, sentindo o contato nu da pica dura do Tio Paulo na minha buceta.

Não… Tio Paulo… não… por favor.. pare…. – minha voz estava ofegante, estava com medo de sentir aquela pica e ao mesmo tempo louca para senti-la toda atolada na minha bucetinha.

Não ponha isto dentro de mim… não… por favor… é muito grande… não vou aguentar…

Tio Paulo deu uma paradinha, e abaixou seus lábios em direção dos meus, enfiou sua língua quente e sugou minha língua, sentia sua língua revolver toda a minha boca.

Não resisti, quando ele recomeçou a esfregar sua pica entre os lábios da minha buceta. Senti suas mãos abaixarem a parte de baixo do meu biquini e logo em seguida desamarrar a parte de cima. Logo, as duas peças faziam companhia ao calção do Tio Paulo.

Minha bucetinha clamava pela pica dura do Tio Paulo, queria ser estufada por aquela pica dura. Tio Paulo esfregou sua pica na porta da minha bucetinha quente, de repente, estremeceu seu corpo, e logo em seguida, numa estocada firme, enfiou dentro de mim.

Oh… Tio Paulo…. isso… mete tuuuudo… – ele apertava minha bundinha enquanto bombava dentro da minha bucetinha.

Que buceta apertada… que delícia… rebola…. vamos… sua putinha… rebola na minha pica… rebola… – Tio Paulo metia com força e apertava mais e mais minha bundinha.

Ohhhhh… Tio Paulo….. enfia fundo…. ohhhhhh…. que pica mais gostoooosaaa…..

Passei minhas pernas em volta do quadril de Tio Paulo. Enquanto ele segurava minha bundinha eu subia e descia no seu cacete que bombava sem parar dentro de mim.

Ohhhhhh que buceta apertada e quente…. você é uma putinha muito… muito gostosa…

Ohhh Tio Paulo.. que delícia… não para.. não para.. me fode…. – enquanto eu subia e descia, meus seios redondos se esfregavam no tórax peludo do Tio Paulo. De repente ele deu uma estocada bem forte e senti jatos e jatos de porra me inundando.

A próxima vez comerei essa bundinha redondinha… – Tio Paulo sorria.

Haverá próxima vez??? – perguntei mole, nunca havia sentido algo tão forte e um gozo como aqueles. Quando transava com meu namoradinho sentia “uma cosquinha” gostosa e só.

Não tinha como expressar o prazer que havia sentido na pica do Tio Paulo. Nos separamos e fomos pegar as peças de banho que estavam na superfície.

Saímos, nos vestimo e depois de um longo beijo nos despedimos. Tio Paulo e eu ainda teríamos muitos gozos iguais aquele.

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