Consolo para um fim de namoro.

Olá sou Marcelo, 26, branquinho, cabelos castanhos e olhos claros e estatura média. Devo confessar que não tenho nenhum atrativo demais, daqueles que despertam nas mulheres aquele desejo de ser possuída.

Mas tenho meu charme que não me deixa na mão se usado com uma boa estratégia. E foi assim que acabei provando como era deliciosa a estagiária que trabalhava comigo a uns três anos atrás.

Trabalhávamos em quatro, e naquele dia um dos analistas havia faltado e o outro precisou sair um pouco mais cedo, restando só eu e estagiária Rebeca para encerrar o movimento.

Rebeca nossa estagiária fofinha de 20 anos, trabalhava conosco há alguns meses. Bastante simpática e um pouquinho acima do peso não chegava a ser linda e poucas vezes passou pela minha cabeça qualquer pensamento mais sacana com a garota.

Percebi Rebeca um pouco diferente durante todo o dia, ela que era sempre uma menina alegre e sorridente. Já farto do trabalho e vendo a chateação estampada no rosto da garota perguntei a ela se havia algo errado, se tinha a ver com o trabalho.

Disse que não era nada num tom de pouca conversa. Percebendo seu rosto molhado, levei a ela um copo de água. Aproximando-me da altura de seu rosto disse que estava disposto a ajudar, principalmente se fosse problemas no trabalho e enfim….

Ela resolveu se abrir dizendo que na véspera seu namorado decidiu terminar o namoro e ela descobriu que havia outra mulher na jogada. Estava um tanto abalada.

Aquela situação, não sei se pela comoção que me causou perceber a depressão da coitada ou por outra razão qualquer começou a me deixar curioso pela garota.

Agora, atrás de sua cadeira e com as mãos em seus ombros, ao tentar consolar a menina, enquanto falava percebi no vão de seu discreto decote uma visão panorâmica de seus fartos seios. E que belos seios.

Instantaneamente passou pela minha cabeça que eram grandes o suficiente para me perder no meio deles. Aquilo foi o bastante para despertar o interesse de meu pau.

Disse algumas poucas palavras que fizeram Rebeca ameaçar um sorriso. Terminei com um afago carinhoso e um beijo em sua cabeça.

Ela que estava sentada e eu ainda atrás, girou a cadeira subitamente agradecendo quando deu de ombros com o volume avantajado de minha calça.

Juro que não foi de propósito mas não deu para deixar passar desapercebido quando num susto, por um segundo seus olhos se arregalaram e quase saltaram para fora.

Ao dizer que ela era uma garota especial agachei novamente, tomei suas mãos e disse que logo encontraria algum rapaz que a merecesse.

Nisto ela já fitava meus olhos com os lábios entreabertos e ali não tive dúvida que a diversão estava garantida. Fácil daquele jeito. Bastou à gata perceber meu pau meio acordado avolumando minha calça.

Não perdendo mais tempo, aproximei de seu rosto e despejei-lhe um beijo para não deixar dúvidas sobre minha disposição e que ela receberia muito prazer nos próximos momentos.

Conduzi a menina a uma espécie de sofá que havia no escritório. Sem criar qualquer resistência, caprichando num beijo paciente deitei a garota e desabotoei sua blusinha.

Partindo para lamber seu pescoço com vontade, ao mordiscar sua orelha senti a menina se arrepiando com uma leve tremida, quando rocei minha barba próxima a sua nuca.

Voltei num beijo vigoroso com uma das mãos apoiando sua nuca e me apertando contra seus peitos. Descendo para o vão destes seios (que pareciam dois melões presos no sutiã) ela apertou minha cara contra eles como eu havia pensado pouco antes quando vi seu decote.

Numa pausa me ergui um pouco e com bastante calma tirei seu sutiã e mamei gostoso sentindo os biquinhos acesos, apontando pra mim. A esta hora não agüentávamos mais e o sofá estava prestes a pegar fogo.

Deitei-me por inteiro sobre ela. Alternava beijos e lambidas em seu pescoço e orelhas, sussurrando que estava louco para possuí-la e acabar com ela de tanto tesão e ela retribuía com breves gemidos baixinho, enlaçando suas pernas em minhas costas enquanto eu pressionava esfregando meu pau contra sua bundinha, não perdendo tempo em apalpá-la.

“Que delícia. Como isto é gostoso. Quero sentir tudo de você dentro de mim…” – Entre estas palavras e gemidos, Rebeca já entorpecida e exalando sexo se deleitava comigo lambendo-a inteira, descendo com minha boca a caminho da sua doce e rosa grutinha.

Ao me deparar com sua cintura, pausei um instante desci o zíper de sua calça e olhei para o rostinho angelical de Rebeca que com os olhos baixos e cravados nos meus balbuciou:

“É toda sua, aproveite. Me come gostoso como ninguém nunca fez…”

Apenas respondi que não a desapontaria e esfreguei minhas mãos com bastante peso sobre sua calcinha, sentindo o calor todo que emanava da sua preciosa bucetinha, àquela altura já inundada.

Encostei a face nela ainda sobre a calcinha e inalei fundo para provar do cheiro daquela flor. Que delícia! Deve se parecer com a fragrância dos deuses.

Baixei sua calcinha e a visão daquela xana raspada fazia meu pau pulsar de um jeito que parecia ter vida própria. Abri as perninhas de Rebeca e me segurando presenteei sua orquídea com um beijo. Quase queimei meus lábios.

Faltava apenas sair fumaça daquela xoxota de tão quente e molhada que estava. Em seguida gastei bons minutos me lambuzando naquele pote que não parava de trasbordar mel. Não sei quantas vezes Rebeca gozou.

Sentia suas coxas tremerem suavemente. Com as mãos pressionando minha cabeça gemia, quase gritando baixinho, até ela me puxar e me tascar um beijo na boca, agarrando meu pau que chegava a doer.

Foi a vez dela agora de retribuir (sem muita paciência é verdade) arrancando minha calça e sacando meu pau, rijo feito rocha.

Quando a gata viu aquele pedaço de nervo duro com aquela cabeça vermelha cor de brasa e com as veias saltando pra fora, foi o que lhe devolveu o sorriso. Ela maravilhada, com os olhos brilhando disse:

“Nossa! Grande e lindo…” – Eu emendei dizendo que era mais gostoso do que lindo.

Foi o suficiente para a gata abocanhar de uma vez, mas não dava conta de escondê-lo inteiro na sua boca. Com gosto ela chupava e lambia meu mastro da base à ponta, punhetando e alternando chupadas em meu saco.

Nossa, confesso que nunca mais recebi um boquete como aquele. Mas eu queria mesmo era gozar naquela grutinha deliciosa. Então deitei-a novamente e ela me pediu para ir com carinho porque ainda não estava muito acostumada, havia dado para só dois caras. Sentia sua respiração acelerada.

Rocei a cabeça do meu pau na portinha daquela grutinha lisa e linda e empurrei devagar. Úmida do jeito que estava e meu cacete duro como uma lança de ferro escorregou sumindo dentro daquele lugar mágico, seguido de um suspiro e um grito de dor e tesão.

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Fui gradativamente aumentando o ritmo num vai e vem frenético. Rebeca parecia fora de si, pedindo que não parasse, que fudesse sua xana com vontade, que era uma maravilha.

Ao gozar novamente confundia as palavras e dizia coisas sem sentido que eram acompanhadas de gemidos, quando eu já transpirando não agüentei e preenchi a gata com todo meu prazer desabando sobre seus seios em seguida.

Ainda ficamos abraçados um pouco conversando, terminando deste jeito aquele dia de trabalho. Deixei claro que não queria nenhum envolvimento mais sério.

Ela acabou voltando com o namorado mas ainda brincamos mais algumas vezes durante alguns meses até ela mudar de emprego. Nos falamos algumas vezes por e-mail mas paramos por aí.

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