Ensinando a cunhadinha.

A irmã mais nova de minha namorada na época estava completando 18 anos. Era loira, 1.70 m, magra de olhos azuis. Era de origem alemã e muito bela.

Tinha uma bundinha arrebitada e seios médios bem arredondados. Minha namorada não era tão gostosa quanto, mas não ficava atrás, destacando-se pela sua excelente performance na cama.

Eu estava com meus 25 anos, 1,71 m, 65 kg, corpo moreno, bem definido pela academia, olhos e cabelos castanhos claros. Como éramos muito apegados, Patrícia me pediu, como presente de aniversário, que a ensinasse a dirigir. Fiquei meio receoso de colocar meu caro nas mãos dela, mas acabou me vencendo pela insistência.

Durante as primeiras aulas, minha namorada nos acompanhava, talvez por temer que eu tentasse alguma coisa com a irmãzinha. Com o tempo, no entanto, desistiu de acompanhar-nos.

Patrícia estava aprendendo direitinho a lição. Num domingo à tarde, lá fomos eu e Patrícia para mais uma aula, enquanto minha namorada preferiu ficar tomando sol em casa.

Minha aluna estava gostando tanto das aulas que comentou que sua amiga também estava interessada em aprender a dirigir comigo.

Respondi que só a estava ensinando porque era minha cunhadinha, mas que não tinha muita paciência para isso. Patrícia ficou um pouco chateada, mas não desistiu e insistiu:

“Ta legal, e se ela pagar de alguma forma?” – perguntou com uma carinha de safada.

“O que você quer dizer com pagar de alguma forma?” – perguntei, dando uma de desentendido, só para que ela confirmasse com mais clareza o que eu estava imaginando.

Minha cunhadinha respondeu que tanto ela como sua amiga estavam dispostas a pagar qualquer preço, qualquer coisa para aprender a dirigir. Respondi:

“Olha Patrícia, vocês querem aprender a dirigir, mas dar uma pegadinha no meu câmbio nem você nem sua amiguinha certamente querem” – provoquei.

Patrícia nada comentou e preferiu mudar o percurso habitual seguindo em outra direção para estacionar o carro debaixo de uma árvore.

“Esse é o preço que mais desejo pagar” – disse, puxando o freio de mão. Ela soltou-se do cinto de segurança e foi logo metendo a mão no cacete, por cima da calça.

O bicho levantou na hora, mas, preocupado com a rapidez com que tudo estava acontecendo, não tomei nenhuma iniciativa. Nem precisava.

Patrícia abriu rapidamente o zíper da minha bermuda e apalpou meu pau duro por cima da cueca. Eu ainda tentei argumentar que não era hora nem lugar para estar fazendo aquilo, mas ela não deu ouvidos.

Decidida, partiu para um voraz ataque. Entre uma lambida e outra com a língua, entre uma chupada e outra com a boca, Patrícia tentava aumentar ainda mais meu tesão.

“Sabe, toda vez que você trepa com minha irmã no quarto dela eu fico espiando. Fico maluquinha quando ela enfia esse pauzão inteiro na boca. Sempre tive vontade de fazer isso também e agora não vou perder a oportunidade”.

Patrícia abocanhava apenas a cabeça por um instante e depois enfiava o pau inteiro na boca, em seguidos e ritmados movimentos que me endoideceram de prazer.

Àquela altura do jogo, não dava mais para voltar atrás nem eu queria uma coisa dessas. Para nossa sorte, estávamos parados num lugar sem nenhum movimento e já era final de tarde.

Para não ficar imaginando nenhum tipo de risco, aproveitei para fechar os olhos e curtir aquela deliciosa mamada. Patrícia deitou a cabeça no meu colo e ficou chupando, carinhosamente, enquanto arriava minha bermuda inteira.

Ao deixar-me nu, ela abriu minhas pernas e meteu a boca no saco, engolindo as duas bolas. Que loucura, que prazer! A essa altura, além de me chupar, ela batia uma punheta para mim, aproveitando toda a umidade da saliva que derramava no pau. Gozei assim mesmo, derramando fortes jatos de porra naquela boquinha gulosa.

“E, então gostou?” – quis saber, ainda recolhendo com a língua as gotas de meu leite que irrigaram a boca dela – “Pode ficar tranqüilo, que essa foi só a primeira parcela do pagamento. Minha intenção é dividir em várias parcelas” – completou.

Vesti a bermuda e assumi a direção para voltarmos para a casa. Durante o trajeto, Patrícia veio alisando minha pica. Já perto da casa, no entanto, ela pediu que desse mais uma volta no quarteirão, pois tinha uma coisa para me dizer.

Patrícia comentou então que um dia me viu enrabando sua irmã e de lá para cá tinha vontade também de sentir meu cacete na bundinha. Meu pau, que permanecia duro, ficou mais duro ainda.

Patrícia voltou a alisa-lo e disse que, naquela noite, deixaria a porta do seu quarto destrancada e estaria me esperando.

Deu-me um beijo delicioso e seguimos para casa, onde minha cabeça não parava um minuto de pensar naquela gostosinha que seria toda minha mais à noite.

Patrícia foi a primeira a deixar a sala, nem mesmo se despediu de mim, e retirou-se para o quarto. Minha namorada sempre muito fogosa, estava menstruada e com fortes cólicas também indo para o nosso quarto dormir.

Acabei ficando sozinho na sala, com a desculpa de que ainda estava sem sono. Fiquei ali apenas alguns minutos, o suficiente para ter certeza de que todos dormiam.

Fui direto para o quarto de Patrícia, que estava deitada na cama esperando por mim. Tranquei a porta, e Patrícia sorriu para mim, afastou o lençol e mostrou seu corpo lindo e inteiramente nu.

Arranquei minha roupa e deitei-me ao lado dela. Primeiro nos beijamos. Nossas línguas se enroscaram prazerosamente e passei a deslizar minha boca por todo aquele corpo maravilhoso.

Parei um momento nos seios, onde mordi e lambi os bicos durinhos de tesão. Patrícia contorcia-se na cama, gemendo baixinho para não acordar ninguém.

Fui descendo lentamente a boca pela barriga dela, até alcançar os grandes lábios da bocetinha ainda virgem, que exalava um perfume dos deuses.

Minha cunhadinha não aguentou e, pegando meu pau latejante, deu início a uma punheta. Virei meu corpo e nos ajeitamos na posição de 69. Foi a melhor sessão de chupadas que já tive na vida. Patrícia era perfeita na arte do sexo oral.

Enquanto ela me engolia inteiro, deixando meu pau todo babado de saliva, eu abria a fenda e enfiava a língua até o fundo da boceta quente e molhada.

Comandei seguidas estocadas de língua dentro dela e a fiz gozar assim. O corpo de Patrícia estremeceu todinha, ao mesmo tempo em que ela escancarava a boceta e rebolava na minha cara.

Após o gozo, ela deitou-se de costas e, apoiando a cabeça sobre um travesseiro, pediu que eu fosse para cima dela. Antes, no entanto, lambi o corpo desde a nuca até os pés.

A pele arrepiou-se todinha e ela abriu-se inteira para mim. Sem pressa, voltei a chupar a bocetinha e a passar a língua no cuzinho perfumado, que se contraía a cada nova lambida.

Deixei minha cunhadinha em ponto de bala e fui levantando meu corpo. Abri bem as pernas dela e aos poucos, com muito cuidado encaixei o pau na portinha da bucetinha, pois, até esse momento, sabia que estava lidando com uma boceta virgem, com lacre e tudo.

Antes de forçar a penetração, pensei que isso poderia ser um problema para mim, então, fiz que estava de provocação e voltei a dar lambidas no rabinho adocicado.

Patrícia já não conseguia se controlar de tanto prazer. Diante daquele cuzinho totalmente exposto pra mim, não hesitei em meter um dedinho dentro dele.

Patrícia gostou e eu atolei o dedo, substituindo, pouco depois pelo meu caralho. Patrícia estava totalmente envolvida com aquilo, mas mesmo assim a penetração foi dolorosa.

Ela suspirou fundo, tentou recuar, soltou alguns gritinhos, interrompi várias vezes, até que ela foi levantando a bundinha como um sinal de que o caminho estava aberto.

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Forcei o danado e concluí lentamente a invasão. Só iniciei o movimento de vaivém com maior desenvoltura, entretanto, quando ela levou a mão até o clitóris para dedilha-lo numa insinuante siririca.

A sensação que eu tinha era de que aquele cu estava mastigando meu caralho. Passei a estocar mais aceleradamente e cheguei ao gozo.

“Vai gostosão… enche meu cuzinho com seu leite, como você faz com minha irmã…” – disse, rebolando freneticamente a bunda. Patrícia também gozou e não parava de piscar o rabo.

Acho que ela nunca havia gozado desse jeito antes. Meu caralho saiu lentamente do rabinho e então preguei, num breve sono do qual só despertei com a boceta de Patrícia roçando na minha cara.

Ela subiu em cima de mim com as pernas abertas e passou a esfregar o grelinho na minha boca. Seu perfume despertou-me e acabamos fazendo mais um 69. Foi a última gozada que tivemos naquela madrugada.

Fui para o quarto de minha namorada, que, para minha sorte, dormia profundamente. No dia seguinte, continuamos com as aulas normalmente e aí fui eu que fiquei louco de tesão.

Pedi que levasse o carro até uma estrada bem deserta, onde havia uma construção de um prédio que estava embargado a muitos anos. Quando ela parou o carro, enfiei minha mão por baixo da saia dela e comecei a massagear seu grelinho.

Ela ficou morta de medo que alguém aparecesse, mas consegui acalma-la quando caí de boca nos seus peitos. Depois de bem atiçada, ela deitou-se no meu colo para chupar meu caralho.

Patrícia tirou o pau da boca e comentou que queria sentir minha vara no seu rabinho. Ela apanhou uma camisinha da bolsa, abriu-a com os dentes, encapou meu mastro, virou-se de lado e guiou o caralho até o buraquinho. Penetrei-a com o vigor de um animal, enfiando meu caralho inteiro e iniciando fortes estocadas.

Patrícia mordia o banco do carro e rebolava, enquanto alisava a boceta com os dedos. Ela gozou e também aproveitei para despejar minha porra em seu rabinho delicioso.

A contração dos músculos do seu cú no momento do gozo me dava a sensação de que o rabinho estava esmagando meu cacete. Foi muito bom… Depois tentei convence-la a liberar sua bocetinha, mas ela respondeu sorrindo:

“Só no dia da minha formatura de motorista…”

Respondi que mais três aulas e estava formada, no qual ela me deu um delicioso beijo. Três dias depois, todo mundo resolveu ir para a praia de manhã cedo e fiquei em casa dormindo. Patrícia entrou sorrateiramente em meu quarto e começou a chupar meu pau com o objetivo de me acordar.

Fiquei meio assustado, achando que pudesse ter alguém na casa, mas ela respondeu que estávamos a sós e que ela estava ali para a formatura dela.

Ficamos nos amassando por alguns instantes até que Patrícia me puxou para cima dela e começamos a nos beijar ardentemente. Como ela beijava gostoso, que boca, que língua!

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Ao mesmo tempo fui roçando meu cacete no grelo e na entradinha da boceta para provoca-la. Mais uma vez teria a “difícil” e “exaustiva” tarefa de tirar o cabacinho de uma menina, que além de tudo era minha aluna e “cunhada”.

O beijo molhado na boca e as provocações fizeram Patrícia “pegar fogo”. Brinquei ainda com os peitos e mamei neles, até que meu caralho fez o encaixe na racha, a entrada do caminho que conduzia para o interior da grutinha quente e aconchegante.

Penetrei-a suavemente com muito cuidado, curtindo centímetro por centímetro, sentindo sua respiração ofegante e seu nervosismo misturado com tesão. Após romper seu “selo de fábrica”, meu caralho foi deslizando com facilidade fazendo Patrícia delirar de prazer.

Ela me abraçou e me prendeu também com uma chave de pernas em volta de meu quadril, apertando meu corpo contra o dela. Comecei um gostoso movimento de vaivém, dando estocadas vigorosas e profundas.

Ela gritava para continuar metendo sem parar, o que foi me excitando cada vez mais. Consegui controlar meu gozo e Patrícia gozou sozinha envolvida numa fúria prazerosa incrível.

Permaneci em cima dela, ainda encaixado na boceta momentaneamente saciada, mas não menos quente, e continuamos e trocar carícias. Fomos para a sala, deitei-me no sofá com o pau completamente duro e Patrícia sentou-se para fazer o encaixe nele, abaixando suavemente o corpo.

Foi maravilhoso, excitante demais, ver o cacete ser engolido pela boceta de lábios salientes, até sumir na intimidade dela. Concluída a penetração, ela inclinou-se sobre mim para ofertar os lindos seios à minha boca. Só então ela passou a se movimentar lentamente em cima de mim. Foram os primeiros movimentos de uma cavalgada mais forte e acelerada.

Patrícia subia e descia o corpo em cima de mim, jogava o corpo para frente e para trás, enquanto auto acariciava os seios. Em meio a muitos gritos e gemidos, Patrícia foi sacudida por um gozo que fez o corpo dela desabar sobre o meu e mantê-la desfalecida por algum tempo.

Confesso que desta vez, eu estava disposto a descarregar a porra dentro dela, mas todo o lance que a levou ao gozo foi tão prazeroso que esqueci do meu. Ainda assim, estava feliz e satisfeito, só de vê-la gozar tantas vezes e com tanto tesão. Voltamos para o quarto e, Patrícia cochicha no meu ouvido:

“Que bom que você ainda não gozou. Agora quero você no meu cuzinho…”

Ela colocou-se de quatro sobre a cama, onde não resisti e dei uns tapinhas (ela adorava isso), e passei a lamber o cuzinho, para lubrifica-lo antes de mirar o anelzinho, e penetra- lo.

Como ela não estava relaxada, Patrícia reclamou da dor no começo, recuava a bunda para aliviar, mas à medida que a dor foi cedendo, ela passou a pressionar a bunda contra minha virilha.

Acelerei as estocadas e ela pedia mais e mais. Só para provoca-la, tirei o pau de dentro dela e voltei a enfia-lo vigorosamente, com bastante pressão, levando-a a loucura. Repetimos os movimentos continuamente, até que o gozo brotou no íntimo dela.

“Eu não vou aguentar mais, vou gozar de novo. Desta vez, quero que goze comigo, vamos gozar juntos… quero sentir a porra quentinha dentro de mim…”

Aumentei ainda mais o ritmo das minhas estocadas e gozei, gozamos juntos. Explodi meu prazer dentro dela enchendo-a de porra que ela tanto desejou. Quase desmaiamos exaustos e de tanto prazer.

Quando voltaram da praia, ninguém acreditava que eu ainda dormia em pleno meio dia. Teria muito mais para contar sobre essas férias, que foram especiais, porém bastante estressantes.

Tinha que me revezar para satisfazer minha namorada e minha aluna preferida. Em algumas situações quase fomos pegos, e minha namorada flagrou várias trocas de olhares, fazendo com que no final, cada um ficasse no seu canto.

Ao término das férias minha aluna arrumou um namoradinho e nossas transas não aconteceram mais. Namorei mais 6 meses e depois nunca mais as vi.

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