Quando fico louca para foder.

Estou sempre disponível pra uma foda, mas há dias em que pareço uma ninfomaníaca. Quando acordo desse jeito já começo o dia gozando numa siririca pra tentar me concentrar no trabalho.

Confesso que não adianta muito. Passo o dia todo com a buceta molhada e latejando, não penso em outra coisa a não ser numa pica, uma língua ou um dedo na minha buceta.

Acho que os homens sentem o cheiro da minha buceta melada porque em dias assim me olham mais e de um jeito mais tarado.

Uma vez trepei com um desconhecido dentro do meu carro, no estacionamento de um restaurante. Eu estava terminando de almoçar quando ele entrou.

Ocupou a mesa que ficava em frente a minha e me olhava com um leve sorriso nos lábios e com olhos que me deixavam nua.

Eu me via levantando da cadeira e caminhando até ele enquanto subia o vestido e puxava a calcinha pro lado pra montar e cavalgar na rola que eu queria enterrar na minha buceta.

Imaginar isso só me deixou mais meladinha. Ele fez o pedido ao garçom e voltou a me olhar. Lentamente passou a língua pelos lábios, o que me fez encharcar a calcinha. Os bicos dos meus peitos estufavam o vestido.

Fiquei alisando o canudinho do suco num sobe e desce e chupei olhando pra ele. Ele mordeu os lábios e eu me levantei pra ir embora, sem quase conseguir andar direito de tanto tesão.

Passei a mão no meu vestido com medo de que estivesse molhado, tamanha a umidade da minha buceta. Quando estava abrindo a porta do carro, senti uma pressão na minha bunda. Ele roçou o caralho duro no meu rabo e sussurrou ao meu ouvido:

“Sentiu como tá minha pica? Deixa eu meter na sua buceta, deixa? Ela deve tá tão meladinha quanto a cabeça da minha rola…”

Ouvir aquelas palavras e daquele jeito, sussurrado cheio de tesão, fez minhas pernas fraquejarem de tão trêmulas. Ele me segurou pela cintura, lambendo minha orelha e pressionando o caralho duro na minha bunda.

Me virei, já segurando a nuca do puto, e trocamos um beijo muito safado, parecia que nossas línguas estavam se fodendo. Ele enfiou uma perna entre minhas coxas, pressionando minha buceta contra a coxa dele. Falei do mesmo jeito sussurrado e cheio de tesão:

“Minha buceta tá piscando. Entra no carro. Quero sua pica fodendo minha buceta melada. Vem meter na minha buceta, vem?”

Ficamos no banco de trás, de frente um pro outro. Os vidros do meu carro são bem escuros, não dá pra ver nada de fora pra dentro. O problema era o balanço do carro, mas não nos preocupamos com isso.

O puto já foi tirando a rola da calça e rasgando minha calcinha. Isso me fez começar a gozar, gemendo muito. O caralho, que estava em pé, escorregou todo de uma vez até bem fundo da minha buceta.

Continuei gozando naquela pica deliciosa que a minha buceta engolia gulosa. O vadio tirou meu vestido enquanto socava forte e ficou mamando meus peitinhos. Eu tremia quando acabei de gozar.

Ele tirou o caralho da minha buceta e gozou nos meus peitos. Muita porra grossa. Fiquei louca pra gozar de novo e sentei na pica gozada, enterrando novamente na minha buceta.

Cavalguei e gozei, tendo a porra espalhada pelos meus peitinhos e os biquinhos apertados por aqueles dedos habilidosos. Mal ele saiu do carro eu já estava doida pra trepar novamente.

Quando tenho um sonho erótico então… acordo com a buceta piscando, chega a doer de tanta vontade de meter. Algumas vezes acordei meu namorado com minha boca na rola e a minha buceta melada esfregando na cara dele.

Adoro quando a pica começa a crescer na minha boca e ele enfia a língua na minha buceta. Ali é o meu primeiro gozo.

Mas nem sempre tenho um namorado na cama, então vai na siririca mesmo, o que não dá é ficar sem gozar. Uma vez aconteceu de eu ter um sonho desses quando passei a noite na casa de um amigo gay.

Era sábado, tinhamos desistido de sair e acabei ficando por lá. Somos amigos há pouco tempo, mas durmo no AP dele de vez em quando. Só tem um quarto e uma enorme cama de casal.

Naquela noite esqueci que não estava em casa. Acordei no meio da madrugada, depois de um sonho muito tesudo, com a buceta babando. Muito sonolenta, nem abri os olhos.

Estranhei a camisola e a calcinha, pois durmo nua, em casa, mas coloquei a mão por dentro dela e comecei a siririca. Gemia baixinho mas o barulho da buceta melada era alto.

Tirei a calcinha pra abrir mais as pernas. Então senti um dedo que não era o meu, escorregando pra dentro da minha buceta super meladinha. E fazia uma siririca maravilhosa.

Despertei totalmente, abri os olhos e vi meu amigo nu, punhetando e metendo o dedo bem gostoso na minha buceta. Rebolei, gemi alto e gozei.

Quis retribuir a gozada deliciosa com uma mamada naquela piroquinha. Era uma pica bem pequena, engoli toda sem nenhuma dificuldade.

“Quer gozar na minha boca, quer?”

“Posso pegar uma coisa na gaveta?”

Parei de mamar e fiquei punhetando o caralho com a mão, olhando pra ele, muito curiosa. Ele sorriu, me deu um selinho e foi até à gaveta. Trouxe uma daquelas cintas que tem um pau de borracha.

“Me faz gozar metendo no meu rabinho?”

Minha buceta foi melando à medida que fui vestindo a cinta. Meu gay favorito cuspiu na pica de borracha e ficou de quatro. Me ajoelhei atrás dele e encostei a cabeça do pau na entrada do cuzinho.

Ele mesmo foi empurrando a bunda, rebolando, gemendo e atolando aquele caralho no rabo. Comecei a meter, ele pediu pra ir forte e rápido. Enrabei meu amigo como um macho caralhudo vadio. Minha buceta queimava e babava.

Quando ele gozou e eu vi a porra lambuzando o lençol, dei mais umas três estocadas e pedi pra ele me foder com o caralho gozado. Fiquei de quatro.

Ele cuspiu no meu cu e começou a meter a piroquinha no meu rabo. Enfiou o dedo na minha buceta e enterrou o pau. Gozei como uma égua no cio.

Mais tarde ele me disse que costuma fazer isso com uma outra amiga. De vez em quando repetimos a foda. Adorei ter um pau. E aquela experiência despertou em mim outros interesses…

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