A vizinha na janela.

Há cerca de 6 meses atrás um jovem casal de dentistas se mudou para a casa vizinha da nossa. Ele, Pedro, era um cara muito fechado e sério, apesar de ter apenas 26 anos. Ela, Aline, uma gracinha de apenas 25 aninhos, uma cara de anjo, cabelos loiros e encaracolados.

Ela era toda magrinha, e eu sempre a via andando de shortinho pelo quintal ou de fio dental na piscina, exibindo a bundinha e as pernas musculosas. A casa foi um presente dos pais dele.

Era uma casa grande, como todas do bairro. Um sobrado com um grande quintal e com janelões laterais que tiravam toda a nossa liberdade na nossa piscina, pois mesmo com as árvores ao redor a visão era completa.

Comentei com minha mulher que teríamos que abandonar as transas na piscina, um de nossos locais preferidos no tempo em que a casa, agora ocupada, ficou vazia.

Ela sugeriu com seu jeito malicioso que talvez não, quem sabe a gente não poderia convidar os novos vizinhos para umas “boas-vindas”.

Não deixava de ser uma boa ideia, pois aquela loirinha não me saia da cabeça. Só que o marido dela não era de muitas amizades, e mesmo com o passar do tempo nos limitamos aos cordiais bons-dias quando nos encontrávamos na porta.

Eu sempre chegava em casa muito antes da minha mulher, que trabalhava distante da cidade. Eu praticava artes marciais, e todo dia me exercitava no deck próximo da piscina por pelo menos uma hora e depois fazia uma sauna e dava uns mergulhos.

Durante uns tempos fiquei com a sensação de estar sendo observado, até o dia em que flagrei a loirinha misteriosa me olhando meio escondida atrás da janela, de veneziana e parapeito baixo. Percebi que quase todo dia ela ficava lá, sem dar as caras.

Aquilo despertou meu lado exibicionista, que eu desconhecia até então. Comecei a treinar sem camisa, só com a calça do quimono, sem cueca. Minha ereção era tão visível que eu tinha certeza que mesmo daquela distância ela via meu pau duro por ela.

A brincadeira continuou por uns dias, até o dia em que ganhei um sorriso mais animado e uma piscadinha quando a encontrei com o marido saindo de casa. Olhei para aquela boquinha safada sorrindo e imaginei o boquete que ela deveria saber fazer.

Me animei também com o jogo de sedução, e sabendo que ela não contaria nada ao marido, resolvi no dia seguinte dar o meu mergulho diário totalmente pelado! Fiquei observando a janela dela, doido pra chamá-la pra pular o muro, mas não consegui enxergá-la. No entanto, eu sabia que ela estava lá!

No outro dia, quando cheguei para me exercitar, vi que a janela aonde ela ficava estava aberta, e ela estava sentada em um cadeirão, só de biquíni.

Olhei pra ela e sorri. Após os exercícios, atrapalhados pela falta de concentração e pelo pau totalmente duro, fui para a piscina.

Tirei a roupa e ganhei outro sorriso e a visão da língua dela passando nos lábios, como quem diz “quero chupar essa tua pica!”. Saí da piscina e fiquei olhando fixamente para ela.

Não podíamos gritar nada um para o outro, pois apesar de estarmos livres da visão de qualquer outro vizinho intrometido, alguém poderia nos escutar.

Então, ela fez um gesto me dizendo pra me masturbar. Ri e pedi para ela tirar a parte de cima do sutiã e me mostrar os peitinhos.

Ao invés disso ela se levantou e enfiou a mão por debaixo do biquíni, tocando na sua buceta. Dava pra perceber claramente ela enfiando o dedo na rachinha.

Ela tirou a mão de lá e chupou sensualmente o dedo como quem chupa uma pica, provando o seu próprio sabor. Comecei imediatamente a bater uma punheta, seguindo o ritmo dela, primeiro devagar e depois furiosamente. Gozei alucinadamente, jorrando uma quantidade tal de porra que ela deve ter ficado impressionada!

Ela, que pela cara de satisfação havia gozado junto comigo, me mandou um beijinho e entrou, fechando a janela. No outro dia mal consegui trabalhar, pensando no que viria em seguida. E para minha decepção, ela não estava lá no dia seguinte, e depois veio o final de semana.

Na outra semana também não apareceu na janela, e comecei a ficar preocupado se ela havia feito a besteira de contar ao marido. O tempo passou e não tive nenhuma oportunidade de conversar com ela, e também não ousei bater na sua casa.

Quando eu já estava quase me esquecendo da brincadeira toda, eis que chego um dia no quintal, na hora de sempre, e lá estava ela, de costas na janela, escovando os cabelos, nua da cintura pra cima.

Treinei apenas 20 minutos e fui logo para o mergulho, desta vez de calção, por via das dúvidas. Ela se virou de perfil, me olhando pelo canto dos olhos, e me dando uma visão parcial dos seios incríveis! Mesmo daquela distância dava para admirar os mamilos rosados na ponta dos seios médios, empinados e durinhos.

Ela estava totalmente excitada. E começou a fazer um showzinho, como se eu não estivesse ali. Tirou sensualmente a calcinha branca, de costas pra mim, que quase morri com a visão daquela bundinha malhada. Ela fez questão de passar a calcinha pela suas pernas, alisando as coxas, antes de pendurá-la na janela.

Depois ela se virou de frente pra mim, e não segurou o sorriso. Eu só assistia extasiado aquele show particular.

A bucetinha dela só tinha uns pelinhos loiros e ralos, que quase não conseguia enxergar daquela distância. Ela botou uma perna sobre o parapeito da janela, que era bem baixo, e continuou escovando as madeixas.

Em seguida ela parou, e segurando a escova pelas cerdas foi esfregando o cabo de madeira arredondado pelo seu corpo. Passou em cada seio e foi descendo pela barriguinha.

Foi adiante até a altura do joelho e voltou passando bem no meio da buceta, separando os lábios e me dando um visual fantástico.

Ela continuou com estes movimentos, massageando com força o clitóris. Não aguentei aquela provocação toda e resolvi pular para o lado de lá.

Ela a essa altura já tinha as mesmas intenções e me fez sinal de que ia descer. Nos encontramos na piscina dela e nem conversamos nada, nos atracamos em um beijo desesperado como se cada um quisesse engolir ao outro.

E queríamos mesmo!! Ela se agachou, tirou meu calção e engoliu a minha pica de uma só vez. Confirmando minhas previsões, ela mostrou que dominava deliciosamente a arte de fazer um boquete.

Minha mulher não conseguia me colocar inteiro na boca, mas ela fazia a minha pica desaparecer todinha dentro daquela sua boquinha deliciosa, tocando no fundo da sua garganta.

Quando ela fazia o movimento contrário, tirando ele da boca, vinha apertando com a língua, uma delícia. Quando chegava na cabeça se detinha em beijinhos, lambidas e chupadas ao redor.

Depois engolia novamente. E deu pra perceber que ela gostava de passar a língua bem na pontinha sorvendo os líquidos que escorriam.

Puxei ela para um colchonete e começamos um sessenta e nove. A buceta dela era deliciosa, bem carnuda, rosinha e perfumada.

Ela só parava de chupar a minha pica para se contorcer em gemidos quando eu chupava seu grelinho ou para dizer umas sacanagens…

“Chupa, seu safado! Enfia a língua na minha buceta e me faz gozar!”.

Ela falava isso empurrando a buceta na minha cara, se esfregando na minha boca e deixando meu rosto todo lambuzado com o seu mel. Eu pelo meu lado a chamava de todos os nomes…

“Vagabunda! Engole esse cacete, vou gozar na sua boca! Você vai ser minha putinha!”

De vez em quando eu dava uma linguada no seu cuzinho rosado e ela tremia inteira. Eu não estava aguentando mais aquela boca, então a puxei pra cima de mim, fazendo ela sentar na na minha pica. Enfiei tudo e começamos movimentos ritmados, metendo bem no fundo e com força.

Ela jogava o corpo contra o meu e depois subia até a pontinha, e descia com tudo soltando gemidos cada vez mais excitados e excitantes.

Estiquei o braço e peguei a escova que ela tinha largado ali no chão. Lubrifiquei com os líquidos dela e comecei a passar na bundinha, bem pertinho do cu.

Ela pareceu surpresa, mas se abriu e rebolou procurando a ponta de madeira. Fui encaixando devagarinho e deixando ela jogar o corpo comandando a entrada. Ela não pôde suportar e começou a gozar descontroladamente:

“Aaaahhhhh!!!!! Me fode!! Me faz gozar!! Eu sou sua puta!! Arregaça esse cuzinho!”

Os orgasmos vinham em sequência e ela apertava meu caralho cada vez com mais força e me fazia meter mais violentamente. Foi demais pra mim e comecei a gozar em jatos no orgasmo mais arrebatador de toda a minha vida. Ela saiu de cima e caiu de boca, limpando meu cacete e engolindo o resto de porra que não parava de jorrar.

Ela ficou uns dez minutos me chupando e não deu nem tempo pra minha pica amolecer direito. Logo aquela boca já me deixou em ponto de bala novamente. Ela pediu com um jeitinho sacana:

“Quero te ver gozar no meu cuzinho!!”

Não precisava pedir duas vezes, é claro. Ela se posicionou de quatro em uma cadeira da piscina e eu meti por trás, acariciando os peitinhos e alisando a bunda.

Como ela já estava relaxada pela brincadeira com a escova e eu estava todo melado, consegui meter com certa facilidade, apesar do buraquinho ser bem apertado.

Ela estava adorando. Jogava a bunda contra meu corpo e rebolava como uma selvagem. E ficava me estimulando:

“Mete! Mete! Eu adoro esse cacete!! Ah!” – Eu estava tarado, e puxando ela pelos cabelos ou pelos quadris metia com gosto.

Em pouco tempo ela começou a gozar e no seu segundo orgasmo gozei junto. Tirei o pau pra fora e dei umas esporradas naquela bundinha gostosa, com uma marquinha de biquíni daqueles bem enfiados.

Ela desmontou na cadeira e ficou passando a mão na porra, espalhando pela bunda e levando à boca pra provar.
Depois de alguns minutos em que não conseguíamos fazer nada, fomos para a piscina onde relaxamos juntos em momentos mais carinhosos.

Antes de ir embora ainda a comi mais uma vez no seu quarto, onde ela gozou profundamente com as pernas trançadas nas minhas costas e minha pica enterrada na sua gruta.

Agora temos transado várias vezes por semana, e estou planejando um dia para incluir a minha mulher na roda. A vizinha disse que era louca pra provar o gosto de outra mulher, e me deixava completamente tarado quando ela descrevia em detalhes o que iria fazer pra minha esposa gozar repetidas vezes.

O maridão está fora de questão, parece que ele só cumpre as tarefas do dia a dia. Melhor pra mim, que complemento o serviço desfrutando de momentos incríveis com a minha loirinha safada.

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