Sofri na pica dele.

Sou casada há 11 anos, meu marido foi meu primeiro homem, mas sempre fui muito fogosa. Posso dizer que gosto muito de pica, mas até então somente meu marido havia desfrutado de meu belo e exuberante corpo.

Tenho 37 anos, mas deixo muitas meninas no chinelo, sou alta para os padrões brasileiros, tenho 1,85 metros de altura e corpo proporcional, meus seios são volumosos e minha buceta é muito bem tratada e, diga-se de passagem, um bucetão, é grande mesmo!!

Meu marido também tem um belo pau e um saco invejável. Quando trepamos, deixo extravasar toda minha volúpia. Temos dois filhos, 7 e 9 anos. Antes de eles nascerem eu podia explodir em gemidos, pois não havia crianças para acordar.

Agora, quando eu estou com muito fogo, tenho que deixar as crianças dormirem na casa de minha mamãe, e quando digo ao meu marido que as crianças vão dormir com a mamãe ele já sabe o que o espera.

Três dias sem pica é o suficiente para me deixar subindo pelas paredes, às vezes tenho que recorrer ao prazer solitário, e isto tem sido mais frequente neste último ano, pois meu marido anda viajando muito a trabalho.

Vamos ao que interessa, tenho um vizinho que é o maior gato! Malhado de academia, ele tem seus 40 anos e mora sozinho num apartamento acima do meu.

Sempre fui muito discreta e disfarcei bem as olhadas, mas comecei a observar que ele não tirava os olhos de mim. Tem me secado quando cruzamos nos corredores e partes comuns do edifício.

Tinha muito medo de parecer vulgar e tinha que manter minha reputação de mulher casada e não deixava demonstrar nada, mesmo porque, meu marido me satisfaz muito bem!

Quando meu marido viaja e fica uma semana longe, a mente começa a trabalhar e já me masturbei pensando no vizinho, que vergonha admitir isto, mas é a vida.

Vocês homens que estão lendo este conto, não deixem as esposas em falta, pois chifre é muito fácil de conseguir.

Continuando, moro no quarto andar e num belo dia o elevador estava com defeito, meu marido viajando e eu cheia de compras para carregar, justamente nesta hora surgiu o vizinho que se prontificou a me ajudar.

Consenti, sem maldade na cabeça, as bolsas estavam realmente pesadas. Como nunca dei mole, não tinha porque preocupar-me e ele, muito prestativo, levou as sacolas de compras e as deixou na cozinha, próximo à área de serviço. Quando ia saindo agradeci a gentileza e ele disse:

“Posso fazer-lhe uma pergunta?” – sem maldade alguma consenti e ele continuou – “Pensei que você tivesse dois filhos homens.”

Eu, sem entender a pergunta, confirmei que só tinha dois filhos e não tinha filhas e, aí, ele disse algo que fez o chão desaparecer.

Falou-me que tinha visto uma calcinha de criança no varal. Fiquei com tanta raiva, que tive vontade de dar-lhe um tapa, mas minha educação impediu.

Apenas coloquei-o para fora, sem falar. Pensei comigo: “Que filho da puta! Viu minha calcinha pendurada no varal, que insolente, como pôde ser tão grosseiro assim?”

Fiquei com tanta raiva que cheguei a chorar. O tempo passou e, dois dias depois, meu marido voltava de viagem, preparei tudo, levei as crianças para casa da mamãe, dei uma depilada básica e, ansiosa depois de uma semana longe, ia apagar meu fogo.

Quando retornei da casa da mamãe passei na portaria e peguei as correspondências no escaninho, e junto havia um pequenino embrulho em papel de presente, não dei muita importância e entrei, tinha que dar os retoques finais.

Meu marido chegaria por volta das 22 horas e eu tinha bastante tempo para concluir toda preparação, minha buceta latejava de tanto tesão.

Terminei os preparativos e fui abrir as correspondências, peguei primeiro o pequeno embrulho em papel de presente e, para minha surpresa, era uma pequenina calcinha e um pedido de desculpas!

Diga-se, de passagem, de muito bom gosto, linda! Mas eu sabia o autor de tal proeza! Pensei: Vou me vingar desse filho da puta…” – vesti o presente.

Realmente, um arraso! Fiquei tão tesuda, que fiquei toda babada, joguei uma camisola por cima e fiquei um tesão.

Parece que o tempo não passa quando a gente quer, demorou muito para meu marido chegar e quando chegou só teve tempo de tomar um rápido banho e, minha vingança, foi gemer bem alto!

Meu marido até estranhou, eu gozava tanto que perdia até o fôlego. Eu sabia que o Carlão, esse é o apelido do vizinho, estava se acabando na punheta no andar de cima. Depois de gozar, como uma adolescente desvairada, eu adormeci como um anjinho. Foi um fodão!

Nos dias seguintes, cruzava com o vizinho com ar soberano, sabia que ele ouvira tudo, mas nem me importava e não dava margens para qualquer gracinha. O tempo passou!

Três meses depois eu não estava muito bem com meu marido, havíamos brigado por coisas fúteis, sem muita importância, mas o orgulho de ambos impedia-nos uma reconciliação.

Fiquei uma semana sem falar com ele e sem foder, depois fiquei menstruada mais uma semana e na semana seguinte ele viajou a trabalho por duas semanas.

Conclusão: quase um mês sem levar pica, estava enlouquecida, não sabia o que fazer!! Tudo me irritava, só podia ser falta de pica!

Moramos em Curitiba e eu tinha uma prova de concurso público para fazer em São Paulo, a prova era dividida em duas etapas. Metade seria feita no sábado, e a outra metade no domingo.

Meu marido chegaria de viagem no sábado à noite e eu tinha que viajar para São Paulo na sexta-feira, pois a prova era sábado pela manhã, e domingo também pela manhã.

Não podia levar as crianças, tive que deixar na casa da mamãe e teria que dormir de sexta para sábado e de sábado para domingo em um hotel.

Havia feito as reservas num hotel próximo do local de prova, para facilitar as coisas. Tudo preparado, eu fui pra rodoviária, e essas surpresas que a vida nos prega: meu vizinho também estava indo para São Paulo fazer prova, nos esbarramos na rodoviária, tremi nas bases, parece até que ele sabia que eu faria prova e estava propositalmente se dirigindo ao mesmo destino.

Falamo-nos pouco, apenas comentamos onde faríamos prova e que nos hospedaríamos em hotéis próximos ao local de prova. A prova dele seria numa faculdade longe da minha, portanto seu hotel era também distante.

Sexta à noite sem novidades, mas sábado depois da prova me surpreendi com meu vizinho na recepção do hotel, o cara cancelou sua reserva no outro hotel e veio se hospedar no mesmo hotel.

Na hora do jantar, ele estava esperando por mim sem termos combinado nada, eu transpirava tesão por todos os poros, quase um mês na maior seca, que perigo meu marido estava correndo!

Minha raiva do Carlão havia passado, pois no fundo eu tinha certo tesão no danado. Ele, como quem não quer nada, perguntou se poderíamos jantar juntos, eu consenti.

Tivemos um jantar bem agradável, ele limitou-se a conversar sobre a prova e sobre a expectativa da prova do dia seguinte, cujas matérias eu tinha mais domínio que ele, não tardou e rolou um papo de tirar dúvidas, as quais eu sabia, eram só para se aproximar.

Consenti, mas estudaríamos no salão do hotel, bem a vista dos demais hóspedes. Lá pelas 22 horas paramos e fui para meu quarto, liguei a TV enquanto me preparava para um banho, estava passando um filme pornô no cine prive.

Fui tomada por um calor e um desejo que me meti embaixo d’água fria. Quando saí estava enrolada numa toalha quando a campainha tocou, atendi e era a camareira com um embrulho de presente, semelhante ao que havia encontrado no escaninho do meu prédio, junto havia um bilhete que dizia:

“Deixe a porta encostada, sem trancar, que eu apareço lá pela meia noite…” – junto, uma calcinha vermelha que, pelo tamanho, mal caberia meu grelo.

Meu primeiro impulso foi trancar a porta para me proteger, mas meu fogo, meu desejo por uma pica me atormentava, estava longe de casa, há um mês sem, hesitei por instantes, minhas pernas bambearam, meu rosto incendiou, minha buceta ficou toda melada.

Vai ser hoje ou nunca mais, o tesão subiu à cabeça e eu estava disposta a provar outra pica. Preparei-me toda, perfume, creme hidratante e essas coisinhas que só as mulheres sabem. Vesti a calcinha, e fiquei um verdadeiro tesão.

Deixei a porta encostada e deitei-me de bruços, o ar estava geladinho, mas meu corpo pegava fogo, era pouco mais de meia noite, estava impaciente, de repente a porta se abriu e eu continuei imóvel com meu bundão pro alto.

Ele chegou sorrateiramente e senti algo percorrendo meu corpo, arrepiei-me toda, senti o cheiro de rosas, o danado estava com uma rosa acariciando o meu corpo.

Aos poucos ele foi se posicionando na cama e não demorou muito senti um beijo no pescoço, se eu ainda tinha resistência, aí ela foi toda embora, virei lentamente e nos beijamos como dois loucos.

Parecia que um queria engolir o outro. Não havia paciência para mais nada, ele arrancou a calcinha com tanta força que quase rasgou, e caiu de boca na minha buceta babada. Gozei uma três vezes seguidas, ele estava fazendo do jeito que gosto.

Meu corpo suplicava por uma pica dura, deslizei lentamente da posição passiva e assumi o controle da situação, trepei naquele homem que ainda estava com roupa, e lentamente comecei a despi-lo.

Primeiro a camisa, depois a calça e por último a cueca. Quando tirei a cueca quase caí para trás, tive vontade de desistir.

As dimensões da pica dele eram parecidas com as de meu marido, mas a cabeça era descomunal, nunca havia visto nada parecido.

Vejo muitos filmes pornôs, mas uma cabeça desse calibre nunca havia visto. Para vocês entenderem o que é isso, imaginem um pepino dos grandes com uma maçã na ponta, pois é isso mesmo, parecia até um cogumelo, pois sobrava glande para todos os lados.

image hostMeio receosa lambi aquela cabeçona, tentei abocanhar, mas não coube em minha boca. Fique com medo, sabia que ia sofrer para agasalhar aquela rola, e depois de algumas lambidas fiquei de ladinho e ele veio por trás.

Quando ele posicionou aquela cabeçona na portinha da minha buceta estremeci. Ele, muito paciente, pincelou diversas vezes. Eu estava com muito tesão, senão teria desistido.

Veio a primeira tentativa, lentamente, ele foi forçando, mas não entrou, e continuamos nessa brincadeira por um bom tempo e a cada tentativa outro insucesso, estava prestes a desistir quando ele posicionou-me debaixo dele, eu sabia que naquela posição eu não tinha como fugir.

image hostPosicionou o cabeção na porta, arreganhei as pernas e ele começou a forçar. Eu disse para parar, que não aguentaria. Tentei fugir, mas não deu, ele deixou o peso do corpo cair sobre mim, soltei um berro, a cabeçona passou e logo a minha buceta estava toda arrombada, senti uma dor incrível, paguei pelo meu atrevimento!

Não demorou e estava todo dentro, tem um ditado que diz que quando a cabeça passa o resto fica mais fácil, mas com aquela pica, não é bem assim, pois a cabeça daquele pau é maior que o meu canal vaginal, não era só a buceta que estava arrombada, meu canal vaginal também.

Ele ficou parado por um bom tempo para que eu me acostumasse, mas não foi fácil, sofri muito. Apesar da dor, consegui atingir o prazer, mas confesso que gozei melhor em sua boca. Ele também gozou e a brincadeira acabou.

Depois ele me confessou que é solteiro porque toda namorada que arruma, quando vê o tamanho daquilo desiste e foge, fiquei com pena dele, ele só consegue relação completa com uma prostituta que já o conhece, não é qualquer prostituta que encara.

Voltamos pra casa no domingo e fiquei uma semana com a buceta dolorida, até a calcinha incomodava. Hoje estou arrependida do que fiz, pois meu marido não merece.

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