Na bundinha da priminha inocente.

Minha prima era muito gostosa quando tinha seus 15/16 anos. Ela entrou na adolescência pensando que ainda estava na infância, por isso tinha hábitos misturados.

Andava só de biquíni pela casa de praia, onde toda a família passava o verão. Sentava no colo da gente. Vivia sem sutiã, os peitinhos duros encostados na blusa fina…

Agia, enfim, como criança, sem saber que já não era – na verdade, parecia que também os outros ainda não haviam percebido que ali estava uma

mulher.

Lembro que um dia, nas férias de anos atrás, fomos jogar frescobol. Ela estava com um biquíni até comportado, branquinho. Tinha um corpinho forte, todo durinho, cheio de carne, uma bundinha arrebitada, peitinhos pontudos e um pouco fartos.

Era branca, muito branca, de cabelos pretos escuríssimos. Comecei a reparar que ela gostava de se abaixar, de bunda pra mim, quando ia pegar as bolas que eu mandava fora.

Ela corria, balançando aquelas ancas deliciosas, depois se abaixava, deixando me ver o volume da bocetinha espremida no pano.

Não sei se ela fazia aquilo inocentemente ou por malícia, mas de fato tudo se repetia e se demorava mais que o normal, e ela sempre voltava com uma certa cara de safada; e a bola na mão… De repente, do nada, ela deu uma bolada forte na minha barriga, sorriu e correu pra água.

“Vem me pegar!”

Corri atrás dela, peguei-a e a joguei na água. Nisso de agarrá-la e rodá-la no ar, meu pau deslizou entre suas nádegas, e quando caí na água ele já tava duro.

Depois ela sorriu e mergulhou, fazendo sua bundinha molhada subir à superfície, mostrando a bocetinha preta e o anelzinho rosa debaixo do biquíni, que ficou um pouco transparente quando molhou.

Brincamos por um tempinho de jogar água, meio de longe e tal. Foi o tempo de meu fogo baixar. Então fomos pra casa.

A partir disso, nossa relação se estreitou e ela vivia brincando comigo, sempre com algum contato físico. Ou me agarrava por trás e me prendia, ou batia na minha cabeça e corria, ou sentava no meu colo pra comer salgadinho e não me deixar ver TV.

Não sei bem como aquilo aconteceu, mas um dia, estando a casa cheia de gente, ela passou, deu um tapa nas minhas costas e correu pro andar de cima. Todos que estavam na sala começaram a o sorrir. Corri atrás dela de chinelo na mão.

“Sua moleca!”

Ela entrou no quarto em que minha tia estava hospedada e caiu na cama. Sem refletir, fechei a porta e caí por cima dela, beijando-lhe a boca profundamente.

Ela me pegou pela nuca, meio assustada, mas sugou minha língua a quase arrancá-la. Botei o pau de fora, ela pegou, apertou, alisou, olhou pra mim e depois pra porta.

“E se alguém subir?” – perguntei.

“Eles pensam que a gente te brincando. Qualquer coisa você passa pro seu quarto pela varanda…”

Travei a porta, louco de tesão, botei o pau para fora novamente, enfiei tudo na boca dela e enchi a mão com seus peitinhos deliciosos.

Ela não reagiu, ficou chupando, aprendendo, agarrando a base do membro, sentindo-o com a língua e os dentes e os lábios.

Não me aguentando de tesão, gozei em dois minutos. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça da minha pica, ajeitou os peitinhos no biquíni, deu um tapa nas minhas costas e saiu correndo pra sala.

Fui direto pro meu quarto, atônito. Bati uma punheta e me acalmei. Respirei um pouco mais. Estava sem acreditar nem entender nada. Depois desci.

Ela estava com as primas menores, na areia, brincando, e me tratou com total naturalidade. À noite todos saíram para um parquinho de diversões que estava na cidade, mas eu fiquei em casa. De repente batem à porta.

Era ela, com uma prima mais velha. Haviam voltado antes dos outros. Foram dormir. Me deitei, pensando: “Ela vem… ela vem… Vai bater na porta quando a outra dormir. Vou meter o pau na boca dela de novo!!!”

Mas nada aconteceu. Fui dormir tarde, olhando pra porta o tempo todo, mas nada. Bem cedinho, pelas seis da manhã, com todo mundo ainda dormindo, alguém bate no meu quarto.

Era ela, me chamando pra jogar. Tomo um leite com chocolate e vou nessa. Ela estava usando o mesmo biquíni branco e o mesmo jeito natural de agir.

Descemos, passamos pelo jardim e seguimos. Quando passávamos pela churrasqueira, não resisti: empurrei-a para dentro de uma pequena despensa que havia ali, atrás das mesas de jogo, dei-lhe um beijo e saquei a pica.

Mas ela não chupou. Ficou em pé, me afastou e me olhou bem fundo nos olhos. Lentamente, virou-se de costas pra mim, abaixou o tronco e segurou-se em uma prateleira, enfiando o biquíni todo no reguinho.

Meti o pau entre aquelas nádegas lindas, esfreguei muito. Ela começou a suspirar, a respirar fundo e rebolar. Abaixei o biquíni, esperando que ela o levantasse, mas ela não fez nada.

Tremendo de tesão, encostei a cabeça da pica no anelzinho rosado, pressionei um pouco, não dava pra tentar a buceta, tirar o cabaço era fria – ah, foda-se, eu confesso que nem pensei nisso, queria era sacanagem mesmo, e notava que era o que ela também queria.

A cabeça do meu pau beijava seu anelzinho, dilatando-o de leve, aumentando o contato quente, espremendo-se entre as nádegas brancas e macias.

Ela virou a cabeça pra olhar, lambeu os lábios, tonta de tesão. Não me aguentei: gozei no seu reguinho. Esfreguei tudo em sua bunda e na roelinha.

Ela passou a mão na porra, depois lambeu, e se ajoelhou para me fazer um boquete. Gozei de novo, rapidamente, quase sem querer. Enchi sua boca outra vez, e então fomos jogar frescobol, como se nada tivesse acontecido.

À noite, eu conversava na varanda com meus tios, pais dela, quando ela chegou e se sentou no meu colo, com total naturalidade, que tentei imitar, me concentrado pra evitar uma ereção. Ela olhou pros pais e disse:

“Sabe o que eu quero?”

“O quê, minha filha?”

“Tomar sorvete e passear na praça!”

“Tá, mas só seu primo quiser levar você… sozinha você não vai!!!”

Que puta sorte. Nem refleti. Meti-a no carro e fomos para um motelzinho de beira de estrada. Entrei já beijando a boca dela. Saquei seus peitinhos, chupei-os, mordisquei, lambi o biquíni cor-de-rosa, duro.

Tirei a calcinha e pude ver de novo aquela bundinha farta, dura, branca e a bucetinha de pentelhinhos pretos, lisos. Chupei seu grelinho, lambi seu cu, ela quase se acabou de gemer e gritar.

Do nada, sem dizer uma palavra, ela ficou de quatro e abriu a bundinha, deixando o cuzinho rosado e molhadinho de saliva exposto, piscando, a cabeça no travesseiro, os olhos fechados e a boca entreaberta numa respiração profunda e dilatada – um convite irresistível.

Besuntei o pau de saliva, encostei a cabeça no anelzinho e fui massageando seu clitóris, com cuidado pra não mexer no cabacinho intacto, que era nosso grande álibi.

Ela endoidou, empurrou a bundinha pra trás, a cabeça da minha pica rompeu a roelinha, pulou para dentro daquele cuzinho apertadinho e quentinho, delicioso, ela gritou, quase chora, mas pediu mais, suplicou por mais.

Meti devagar, entre sussurros e gemidos, naquela carne branca e gostosa, quentíssima e apertada. E fui enfiando, lento, para não machucar aquele cuzinho delicioso, que se abria e devorava a minha pica inteira.

Ela mordia o travesseiro, apertava a fronha nos dedos, lambia os lábios. De repente ela veio com tudo para trás e gozou, como um animal, bafejando, surpreendida pela novidade, um gozo demorado.

Enquanto gemia, pediu pra eu meter com força. Obedeci e, depois de cinco estocadas profundas, gozei também, largando um monte de porra naquele cuzinho ardido e deflorado.
Deitei ao lado dela, que me disse antes de eu respirar:

“Agora quero meu sorvete…”

Ela me fez ficar em pé, ajoelhou-se e chupou meu pau pacientemente, nem quis lavá-lo: a minha pica foi direto de seu cuzinho para a sua boquinha, outra delicia. Gozei de novo, paguei a conta e voltamos.

No dia seguinte jogamos frescobol, naturalmente, como se nada tivesse acontecido.

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