Minha querida e gostosa cunhada.

Tudo começou no dia em que a delicia da minha cunhada de 19 anos, veio morar em nossa casa, tinha brigado com a prostituta, mercenária e muito gostosa de sua outra irmã, que mora atualmente em SP.

Como minha casa é bastante grande tínhamos um quarto para hospedar a Maressa que trouxe todas as suas coisas: guarda-roupa, televisão, som, vídeo e suas lindas e maravilhosas calcinhas, tanguinhas e etc…

Eu como sempre prestativo, estou sempre perguntando se esta tudo bem, e que fique à vontade: “faz de conta que estas na tua casa”, eu vivia lhe dizendo. Minha esposa gosta de vestir roupas bem curtas quando esta em casa, e Maressa não fica para trás.

Costuma dormir de camiseta de malha e só de calcinha, quantas vezes já vi aquele rabinho destampado quando ela esta dormindo, fico pegando fogo, aceso e desforro na minha esposa que também e uma delicia de mulher.

Mas tenho um tesão imenso pela minha cunhada, sonho as vezes que estou saciando a minha tara com a boca naquela bucetinha pequenina, fazendo ela gozar muito e tremer de tanto prazer.

Estávamos no mês de Janeiro, minha esposa e meu único filho estavam de férias, o ano todo a minha esposa havia planejado passar um 15 dias na Bahia, em uma casa de praia de sua tia.

Eu, como sempre, dou meu jeitinho de dar minhas fugidinhas, arranjei um trabalho para fazer e não poderia viajar, mas banquei toda sua viajem.

Eu estava vendo ali uma oportunidade de traçar minha cunhadinha, levei minha esposa e filho para a rodoviária as 23:00 horas e voltei para casa pensando como que eu faria.

Cheguei em casa e disse que ela poderia dormir no meu quarto, pois eu ficaria trabalhando no computador até mais tarde, o mesmo se encontrava no quarto dela e eu não queria incomodá-la.

Já havia premeditado alguns lances para testar a aproximação, havia deixado propositadamente, bem em cima do aparelho de DVD, um filme pornô, como desculpa de ter que bater na porta para pegá-lo.

Ela despediu-se dizendo que iria dormir então dei a sugestão para ela, fechar a porta do quarto! Eu já estava super tarado com meu pau a mil, quase rasgando minha bermuda.

Depois de algum tempo, fui até a porta do meu quarto nas pontas dos pés, para não fazer barulho e por debaixo da porta dava para ver que a televisão estava ligada, mas não tinha som, deduzi então que a gostosinha estava vendo o filme pornô que eu havia deixado lá no quarto eu não aguentando de tanto tesão fui para o banheiro bater uma punheta, pois já estava quase gozando só de imaginar! Será que ela também estava se masturbando?

Esfriei a cabeça e voltei para o quarto dela, quando escutei um barulho ela estava, no banheiro gozando ou se limpando, eu tinha minhas duvidas com relação a ela, dizia que era virgem! Será?

Para minha surpresa ela veio até a mim, eu estava sentado na cadeira, ela me abraçou por trás e disse:

“Se você não fosse meu cunhado, eu namoraria você!” – eu levei um susto e perguntei:

“Porque esta me falando isso?”

“Por nada! Boa noite cunhado!”

Eu fiquei doido, estava com o pau duro de novo, tomei coragem e fui até o quarto com a desculpa de pegar meu filme. A porta estava aberta e devagarzinho fui entrando sem fazer barulho ela já estava dormindo ou fingindo.

Para minha maior excitação ela estava de bumbum pra cima e destapado, cheguei bem pertinho e fiquei contemplando aquele monumento.

Abaixei e cheguei com o rosto bem perto do bumbum e percebi o perfume que quase me fez gozar ali mesmo, era óleo seven, com muito cuidado coloquei a boca bem devagar naquela carne quente e macia, que delicia!

Fui beijando as nádegas bem devagar para não acordá-la, bem de leve toquei com a mão aquela carne, eu já estava a ponto de fazer qualquer coisa para possuí-la, minha carne tremia eu estava alucinado!

Com muito jeito fui me aproximando daquela mulher que estava ali ao meu alcance, com muito cuidado fui levantando sua camiseta, aquele perfume estava me seduzindo, me deixando completamente hipnotizado, alucinado sei lá, muito doido.

Já não dava mais para recuar! Eu estava obcecado por essa deusa grega do olímpo. Aquela calcinha de renda vermelha que combinava com sua pele bronzeada.

Eu já me encontrava colado ao seu corpo, será que ela esta acordada, era impossível alguém sentir os toques e não reagir, fui mais ousado!

Comecei a beijar seu pescoço e descendo sua coluna em direção a cintura bem pertinho da calcinha quando senti uma reação um leve tremor! Ai percebi que ela estava acordada e me dava consentimento de continuar as caricias.

Num movimento mais rápido tirei sua camiseta onde toquei em seus seios que estavam enrijecidos com minhas caricias, lindos e durinhos.

Mas continuei com carinhos em suas costas, agora com mais vontade percorria com minha língua do cangote ao canal que vai dar bem próximo do anus quando lá ela arrebitava aquele bumbum de ouro, e que ouro!

Então já estava na hora de tirar aquela calcinha, eu estava quase gozando só de toca-la, mas precisava me controlar, para não penetrá-la logo, pois eu queria muito mais aquela noite, muito mais!

Eu só escutava seus gemidos que eram reprimidos no travesseiro, mas de repente ela começa a falar:

“Meu amor… faça tudo que você quiser comigo… sou toda sua… todinha sua… me faça de sua mulher… faz tudo o que você faz com a minha irmã meu cunhadinho gostoso…”

Ela estava completamente desvairada de tesão, ainda de cueca, sentei em cima do bumbum dela, com as pernas aberta para não machucá-la e poder roçar com meu pau, já completamente duro que nem pedra, naquele rabinho delicioso.

Iniciei então um leve vai e vem, esfregando a minha pica no meio do seu reguinho, só para ve-la implorar para penetrá-la, mas eu queria mais muito mais, queria ve-la gozar na minha boca, ela já estava tendo espasmos, acho que estava gozando, nisso ela urrava feito louca, já não falava coisa com coisa!

Como eu gostava, como fazia bem saber que eu estava proporcionando tanto prazer a uma mulher, minha parceira, então recomecei de novo as caricias, eu ainda não havia tocado na sua buceta.

Agora era hora de tirar sua calcinha, totalmente enfiada no seu reguinho, deu para ver que a calcinha estava enterrada na sua bucetinha que estava com os lábios todo molhadinhos, ai tive certeza que ela estava mesmo gozando e muito!

Aquele bumbum me deixava louco, eu beijava, dava mordidelas, dava chupões e metia minha língua entre suas pernas, com muito gosto, ela estava completamente molhada…

Pedi que ela abrisse um pouquinho suas pernas, sua bucetinha estava totalmente ensopada, imagina que delicia, coloque travesseiros em baixo do seu ventre para que ficasse com o bumbum bem arrebitadinho.

Deitei entre suas pernas para ficar mais a vontade com leves toques fui me aproximando da sua bucetinha, com a ponta da língua eu provocava reações em cadeia que todo o seu corpo respondia.

Fui, bem devagarzinho, penetrando minha língua na sua bucetinha deliciosa, enquanto eu penetrava sua grutinha de prazer, comecei a, bem de leve, tocar seu anelzinho com a ponta do meu dedo, ela estava gozando novamente, e muito, aí resolvi não maltratá-la tanto, comecei a chupar seu clitóris com força, ela se contorcia, rebolava e pedia mais!

“Haaaaaa… eeeeeuuu queeeero maissssssssss… meteeeeee em mimmmmm essaaaaaa linguaaaaaa… aaaaaa…”

Para minha surpresa descobri que minha cunhadinha ainda era cabacinho, era a primeira vez que era penetrada pela minha língua, estava explicado porque tremia tanto quando a penetrei com minha língua.

Comecei então a beijar e lamber o seu anelzinho e com um dedo comecei um vai e vem bem gostoso na sua bucetinha virgem, agora eu sabia o que aquele babaca de seu namorado tanto queria, quem diria que eu seria o primeiro! Então tinha que ser bem feito.

Mudei novamente de lugar, fiquei por baixo do corpo dela e voltei a chupar a sua bucetinha e comecei a meter um dedo no seu cuzinho, bem lentamente e em movimentos cadenciado, quase fiquei sem respiração quando ela começou a gozar e ela sentou em cima da minha cara.

Ela caiu desmaiada na cama eu já estava todo melado de pré-gozo, comecei passando a mão na sua barriguinha, subindo para aquele belo par de seios que agora era só meu, com muito carinho aproximei de um deles e comecei a passar a ponta da língua nos biquinhos para provocá-la.

Ela me puxou e me beijou demoradamente, um beijo de língua molhado e delicioso, beijei sua orelha e dizendo bem baixinho que aquilo era só o começo, ela novamente deu uma gemidinha e dizendo:

“Quero mais…”

Ela colocou sua perna sobre a minha barriga e foi descendo, pressionou suavemente quando estava bem em cima da minha pica, esticou a perna e com carinho foi abaixando a mão até alcançar a minha pica por cima da cueca e apertando e acariciando a minha pica suavemente perguntou baixinho:

“Dá ele pra mim…?”

“Claro meu amor… ele é todo seu… pode abusar e se lambuzar com ele todinha…” – respondi.

“Me ensina a chupar ele gostoso… do jeito que voce gosta…?” – disse ela, aproximando-se da minha pica e esfregando o rosto nele por cima da cueca.

“Cla…” – ela nem esperou pela minha resposta, tirou a minha cueca e, para minha surpresa, ela colocou a minha pica todinha dentro da boca, bem devagar, quase explodi dentro daquela boquinha maravilhosa e gulosa!!!

Segurando a minha pica com uma mão, com a outra ela procurou o meu meu anelzinho, fiquei espantado com aquele gesto, mas logo relaxei porque estava delicioso demais!!

Para quem dizia que nunca havia transado antes, ela sabia até demais!! Ela começou então a subir e a descer no meu pau, chupando e lambendo como se estivesse deliciando um picolé, na verdade ela era uma aluna muito bem aplicada, pois ela estava fazendo comigo o que eu havia feito com ela se era bom para ela naturalmente seria bom para mim. Logo percebi que Maressa seria uma grande amante, e que amante.

Então não consegui mais segurar e gozei muito muito na sua boca, segurei sua cabeça para ela não rejeitar a minha porra, há muito tempo não gozava desse jeito.

Ela, num gesto de carinho, deitou-se em cima de mim, e ficou passando a mão no meu cabelo, me beijando na boca com muita fome de pica ainda, não demorou muito eu já estava quase pronto de novo.

Fomos para o banheiro onde ela quis me dar banho, achei ótima idéia. Ela começou a ensaboar a minha pica, que já estava em riste novamente, e começou a bater uma deliciosa punheta, abaixou-se e engoliu todo meu pau, me deixando louco novamente.

Puxei ela pelos cabelos e beijei-a com muita sede, me sentei na tampa do vaso e a puxei para perto de mim, a coloquei em pé e de pernas abertas sobre as minhas coxas, abracei ela pelo quadril e comecei a chupar e lamber os seus seios, seu corpo todo estremecia.

Levei então uma das das mãos até a sua bucetinha, estava super meladinha, deslizava os dedos entre os lábios e massageava o seu grelhinho que estava completamente duro.

“Me fode meu gostoso… me come agora… quero ser sua todinha sua…” – sussurrou agarrada nos meus cabelos.

Segurei a minha pica e a direcionei da entradinha da sua bucetinha que pingava de tanto tesão, agarrei em seu quadril e fui forçando o seu corpo para baixo.

Quando a cabeça da minha pica alojou-se na entrada do seu buraquinho, ela segurou no meu rosto com as duas mãos e procurou avidamente a minha boca, trocamos um beijo alucinado, a minha língua penetrava e dançava dentro da sua boca e ao mesmo tempo ela foi sentando e agasalhando e toda a minha pica dentro daquele buraquinho quentinho e apertadinho.

“Huuuuummmmmmm….” – gemeu ela bem alto, um gemido rouco, quando os lábios da sua bucetinha encostaram no meu saco.

Segurei firme em seu quadril e, mantendo o seu corpo preso de encontro ao meu corpo, comecei a estocar firme de baixo para cima naquela buceta deliciosamente apertada e melada, bastaram poucas estocadas e o corpo dela começou a estremecer descontroladamente.

Abraçada fortemente em mim, ela soltava gemidos roucos a cada estocada que eu dava na sua buceta que comprimia e apertava a minha minha pica como se estivesse chupando.

Ela me apertava e arranhava as minhas costas parecia que estava em transe, passei então a dar estocadas mais firmes e profundas, para ela gozar mais, teve orgasmos múltiplos, me beijava alucinada me pedia para não parar de fude-la e continuou gozando alucinadamente cavalgando a minha pica.

Ela acalmou um pouco e pedi que levantasse, coloquei ela de costas para mim e com uma perna apoiada em cima da tampa do vaso sanitário.

Ajoelhei me atrás dela, abri a sua bundinha e comecei a lamber e a chupar aquela bucetinha toda melada. Metia a lingua nela e depois deslizava até o seu grelhinho para em seguida deslizar em direção do seu cuzinho, passa a ponta da língua em volta do seu anelzinho e depois forçava as sua preguinhas.

“Aiii… nãããooo…. assimm eu nãããooo… agueennntoooo maaaaiiiisss… me… me foooode… vai… me foooode todiiinha… eu… eu queeroo… ser todinha tua… todiiinhaaa…. vaaaaiiii…” – disse ela, respirando e gemendo descontroladamente.

Posicionei me então em pé atrás dela, ela levou as mãos para trás e, segurou nas polpinhas da sua bundinha e arreganhou-se todinha, meu deus, que cena mais linda e deliciosa!!

Segurei a minha pica e encostei no meio dos lábios daquele buraquinho que implorava para ser invadido e preenchido novamente, via o seu anelzinho rosado se contraindo completamente exposto e aquela cena me deixou alucinado.

Meti só um pouco na sua buceta, tirei ele todo melado e comecei a esfregar no seu reguinho, encostei então a ponta da cabeça no seu anelzinho, ela não protestou, forcei um pouco e ela apenas suspirou e gemeu profundamente.

Mantendo a ponta da cabeça apenas forçando o seu anelzinho, dobrei o meu corpo sobre o corpo dela, e abraçando a por trás, mordi levemente a sua orelha e sussurrei:

“Quero comer esse teu cuzinho delicioso também… dá ele pra mim..?”

“Hum.. hummmm… é a coisa que eu mais quero….” – respondeu ela, forçando o quadril para trás. A cabeça da minha pica quase entrou mas me contive.

“Depois…” – respondi, fazendo a cabeça da minha pica deslizar para baixo, em direção a sua bucetinha que acolheu a minha pica até o talo.

“Aii… deixa assiiiimmm… deixa assim um pouco… eu quero sentir ele pulsando dentro da minha buceta… deixaaa… aiiii… que gostoooosoooo… que pica gostoooosaaa…. deus do céu….!!!”

Parado e com a pica toda enterrada naquela bucetinha gulosa, passei a acariciar seus seios, beijar o seu cangote e a dedilhar o seu grelhinho, ela gemia roucamente e seu corpo todo estremecia, enquanto a sua buceta apertava fortemente a minha pica.

O nível de tesão nosso estava alto demais, principalmente o meu que ainda não havia gozado, ela virou o rosto para trás e pediu um beijo. Quando nossas línguas se traçaram, senti a sua respiração ficar descompassada e ofegante, e a sua buceta começar a apertar bem forte a minha pica.

Foi uma massagem sublime, sem igual, senti o primeiro jato de porra partir como um raio bem do interior do meu saco e aquecer mais ainda aquele buraquinho quentinho, ela levou as mãos pra trás e agarrando-se na minha bunda, manteve me preso no interior da sua bucetinha até a última gota de porra ser despejada em seu interior.

Ficamos algum tempo parados naquela posição, apenas trocando beijinhos e carinhos, nossas pernas estavam moles e nossos corpos um pouco cansados, mas as nossas libidos comandava e pedia mais.

“Vamos para a cama agora…” – disse ela.

Concordei e quando tirei a pica da sua bucetinha uma grande quantidade de esperma misturado com sangue começou a escorrer pelas coxas dela, ela colheu um pouco com os dedos.

Ela então aproximou-se de mim e, colocando os dedos ensopados pelo nossos líquidos na frente de seus lábios, pediu me um beijo.

Foi um beijo delicioso, temperado com nossos líquidos que estavam impregnados nos seus dedos, mas foi um beijo com um sabor de pacto de sangue entre nós.

Fomos para a cama e ela jogou-se de bruços sobre a mesma, deitei me então ao seu lado e começamos a nos beijar freneticamente, deslizei a minha mão para a sua bundinha e comecei a massageá-la fazendo com meu dedo de vez em quando acariciasse o seu cuzinho.

A cada toque no seu anelzinho, ela suspirava e gemia e seus poros ficavam todos ouriçados. Passei então a beijar o seu pescoço e lentamente fui deslizando os meus lábios por suas costas até atingir a sua bundinha, ela esticou os braços, segurou a minha pica, e começou a bater uma punheta carinhosamente.

Abri os seus dois morrinhos e comecei a passar a língua no seu anelzinho, a cada lambida ela apertava a minha pica e tentava dobrar o seu corpo querendo colocá-lo na sua boquinha novamente.

Manobrei o meu corpo e postei me de joelhos atrás dela, que visão linda que era aquela bundinha durinha com aquela florzinha rosadinha bem no meio, com uma das mãos separei as polpinhas da sua bundinha e comecei a lamber o seu botãozinho.

Levei então a outra mão para o meio de sua buceta e comecei a fuder a sua buceta toda melada com dois dedos, a cada socada de meus dedos na sua buceta e lambida no seu cuzinho, ela empinava e forçava a bundinha de encontro a minha língua.

“Aiii… que delííííciiiiiiiiaaaa…. assim eu gozo logo…!!!”

Deitei me ao seu lado novamente, metendo uma mão sob o seu corpo até alcançar a sua bucetinha e dedilhar o seu grelhinho, a outra mão deslizei para a sua bundinha e comecei a acariciar o seu cuzinho.

Beijando a sua boquinha, meti um dedo na sua buceta por trás e subi para o seu cuzinho, puxando um pouco do líquido viscoso que escorria da sua bucetinha, melei o anelzinho e forcei com um dedo que deslizou macio para dentro do seu buraquinho.

“Ahhhmmmm…. que… que gostooooooosoooo…” – gemeu roucamente, enquanto rebolava freneticamente nos meus dedos e enroscava-se todinha no meu pescoço.

Senti que ela estava a beira de gozar novamente, melei então um outro dedo e forcei o seu anelzinho novamente, agora com dois dedos, ela gemeu alto e empurrou a bundinha de encontro aos meus dedos que foram literalmente tragados por aquele buraquinho apertado.

Gemendo alto e rebolando freneticamente nos meus dedos, ela gozou intensamente!! Aproveitei então daquele seu estado, tirei os dedos do seu cuzinho, segurei em seu quadril e a coloquei de ladinho.

“Aii… nãããooo… nãããoo para…. queee….ro… queeeerooo…mais….” – implorou ela, empurrando a sua bundinha de encontro a minha pica.

“Putinha safada… vou te dar mais sim… só que agora eu quero que voce goze espetada na minha pica… e eu quero gozar dentro desse teu cuzinho delicioso…” – disse mordiscando a sua orelha.

“Aiii… não… vai doer…”

“Vou fazer com muito carinho… prometo… e se doer… eu paro… prometo!” – falei.

Segurei a minha pica toda babada e encostei a cabecinha no seu anelzinho que já estava devidamente laceado, seu corpo estremeceu ao contato mas ela forçou um pouco a sua bundinha de encontro a minha pica, estava com medo mas ao mesmo tempo para gozar mais.

Mantendo segura a minha pica comecei a forçar a cabeça de encontro aquele anelzinho todo melado, a pontinha entrou e ela deu um tranco para trás fazendo a cabeça da minha pica ultrapassar o seu esfíncter e alojar-se dentro do seu buraquinho.

“Aiii… tá doendo… eu não vou aguentar…” – reclamou ela.

“Calma… vai passar… voce forçou bruscamente… não era pra ser desse jeito…” – disse eu, enquanto intensificava a massagem no seu grelhinho, os beijos e as mordidas no seu cangote e as carícias e massagens nos seus seios, eu parecia em polvo enroscado no corpo dela.

Ela reagiu começando a rebolar lentamente fazendo com que a cabeça da minha pica começasse a deslisar lentamente para o interior do seu cuzinho, estava gostoso demais!!!

image hostQuando o seu cuzinho conseguiu engolir mais da metade da minha, o seu corpo todo começou a estremecer, estava começando a gozar novamente, ela então deu um tranco para trás e a minha pica enterrou até o talo naquele cuzinho apertadinho.

“Ahhhmmmm…. que gostooooosoooo… me abraaaaçaaaa… me apeeeerrrrrtaaaa… meu macho gostoooosoooo… agora o meu cuzinho é todinho seu… só seuuu…!!!!”

A abracei e a apertei fortemente de encontro ao meu corpo, ela continuava tendo um orgasmo atrás do outro e rebolava freneticamente espetada na minha pica, a cada gozo era um tranco para trás, engolindo a minha pica até o talo. Em um desses trancos eu não aguentei e acabei gozando intensa e deliciosamente naquele cuzinho guloso.

O dia estava amanhecendo, era sábado e poderíamos dormir até mais tarde, eu estava sozinho, era folga da minha empregada, alias, como estou sempre viajando, minha esposa deu folga para a emprega durante as férias dela.

Imaginem o que fiz? Cancelei minha viagem para poder fuder com a minha deliciosa cunhadinha durante as férias da minha esposa.

Ainda bem que minha esposa confia na irmã, havia pedido que ela cuidasse de mim durante suas férias. Ela namorava na varanda e de vez em quando ela ia até onde eu estava e me dava uns amassos, e depois que dispensava o namorado, nós nos amávamos feito dois loucos.

Ela disse que terminaria o seu namoro porque, não achava justo enganar o rapaz, já que não sentia mais nenhuma atração por ele! E que agora ela já tem um novo amor, por quem ela esta apaixonada, não sei se fico alegre ou preocupado. Já pensou?

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