Lucas, o caseiro gostoso.

Eu fui com meu irmão e mais uma turma de amigos, passar o feriado no sitio do meu tio. Estávamos em dez pessoas ao total. Chegamos lá na sexta de manhã.

Na casa só estava o caseiro. Meu tio me avisou que ele estaria lá. O que ele não disse é que o tal caseiro era um pedaço de mau caminho. Lindo e gostoso.

O nome dele é Lucas, tem 33 anos, em torno de 1,75m de altura. Ele tinha braços musculosos, provavelmente do trabalho pesado do campo. Tinha a pele bronzeada do sol, cabelos ondulados que lhe caiam sobre os ombros.

Eu, como uma ninfetinha safada que era, já fiquei de olho nele. E avisei para minhas amigas que ele ia ser meu.
Depois que arrumamos nossa bagagem fomos fazer o almoço.

Vendo que ele estava trabalhando na horta, fui até lá para pegar alguns legumes e temperos para o almoço. Como estava muito calor, eu usava um shorts jeans bem curto e uma camiseta branca, sem sutiã.

Tentei puxar conversa com ele, mas ele era bem calado. Mas notei, conforme eu me aproximava, que ele não tirava os olhos dos meus peitos. Quando ele percebeu que eu havia notado, disfarçou.

Quando ia pegar os temperos no chão, fazia questão de empinar bem minha bundinha na direção dele. Dei uma olhada para trás e vi ele me comendo com os olhos.

Aquele homem era solteiro e ficava dias e dias naquele sitio, apenas com os animais por companhia. Ele devia estar numa secura, pois, quando virei de frente pra ele, notei o volume por baixo da sua calça jeans.

Ele ficou envergonhado, num vermelhão… Tentou disfarçar. Mas eu dei um sorriso bem safado e pisquei o olho pra ele. E sai caminhando como se nada tivesse acontecido.

Eu já tinha dado a deixa, agora era só esperar… De tarde, depois de muita cerveja gelada e um belo churrasco os guris foram dormir um pouco e eu disse para minhas amigas que ia cavalgar.

Pedi para Lucas encilhar um cavalo. Pois eu iria até o rio para me refrescar. Eu já tinha trocado de roupa e usava um vestido, bem soltinho, de verão. Um palmo acima do joelho.

Montei e fui até o rio, rezando para que o Lucas viesse atrás de mim. O lugar era lindo tinha uma pequena cachoeira e o rio lá embaixo ficava cercado por varias arvores.

Subi em um pedra, não muito alta. Escolhi o lugar que ainda estava banhado pelo sol. Tirei o vestido, a calcinha e o sutiã. Eu sabia que nenhum dos meus amigos iria até lá e a única pessoa que poderia aparecer por ali era o Lucas.

Entrei no rio e fiquei nadando naquela agua maravilhosa. Depois de um tempo percebi um vulto atrás de uma arvore. Olhei disfarçadamente e vi que era o Lucas.

Fiquei nadando por mais um tempo, depois sai da agua e me deitei na pedra. Meu corpo nu sob o sol. Sabendo que ele me espiava, comecei a acariciar o meu corpo, passando a mão pelos meus seios e torcendo meus mamilos, com a outra mão ia acariciando minha barriga e fui descendo até minha bucetinha e comecei a me masturbar. Ouvi um barulho atrás das arvores e olhei como se não soubesse que ele estava ali.

“Quem esta ai?” – eu gritei. Nada, nenhum ruído – “Lucas, é você?” – gritei novamente.

Ele, saiu de trás da arvore. Mas não veio em minha direção.

“Eu sabia que era você! Vem, chega mais perto…” – eu pedi.

Ele se aproximou, mas não muito. Mais uma vez se percebia o volume do seu pau, por baixo da calça.

“Tira essa roupa e vem se banhar comigo?” – convidei.

“Nãooo! Você é uma criança. Se me virem aqui, o que vão pensar.”

“Não sou mais criança. Já tenho 18 anos. Tira essa roupa e vem.”

Ele olhou para o volume em suas calças e disse que não ia entrar na água. Como ele não quis, eu continuei ali deitada. Fechei os olhos e continuei a me acariciar.

Não demorou muito pra sentir a presença dele mais perto de mim. Abri os olhos e ele estava em pé ao meu lado, me olhando. Fechei os olhos novamente e abri bem as minhas pernas, enfiando dois dedos na minha buceta.

Ele se ajoelhou ao meu lado e começou a chupar os meus seios, enquanto eu metia os meus dedos bem fundo em mim. Ele foi beijando minha barriga e foi descendo, deixando uma trilha de beijos pelo meu corpo.

Ele abriu minhas pernas mais ainda e deu uma lambida longa na minha buceta, ele chupava meu clitóris com uma agilidade incrível, enquanto enfiava um dedo em mim. Ele chupava e metia, metia e chupava.

Comecei a sentir uma quentura tomar conta do meu corpo e gozei. Ah! Como gozei. Foi maravilhoso. Me sentei e puxei ele pela gola da camiseta, beijei ele, que ainda tinha o gosto quente do meu gozo.

Fui tirando a roupa dele e fiquei louca de tesão vendo aquela pica dura. Ainda mais sabendo que era por minha causa.

Empurrei ele pra água e entrei também. Nos beijamos longamente. Envolvi a cintura dele com minhas pernas, enquanto me apoiava em seus pescoço. Num movimento rápido nos encaixamos. Agora ele estava todinho dentro de mim.

Eu gemia alto pois sabia que ninguém ouviria. Gritava como uma gata no cio e quanto mais eu gemia mais ele metia. Gozamos juntinhos. Eu agarrada em seus cabelos e ele com os dedos cravados na minha bunda.

Saímos da agua. Eu estava molinha, mas ele queria mais. Eu mau havia me recuperado e ele já estava em cima de mim dando chupões no meu pescoço.

Ali mesmo na margem do rio ele me pôs de quatro e começou a acariciar meu cuzinho. Eu disse a ele que não queria, que a pica dele era muito grande e iria me arregaçar toda.

Ele disse que era tarde demais pra desistir, que eu tinha provocado ele e agora tinha que aguentar as consequências.

Ele lubrificou com a própria saliva e começou a cutucar com o dedo, depois meteu dois, foi tirando e botando. Quando ele foi se preparar pra fuder meu cu, eu levantei e corri. Não fui muito longe.

Ele me alcançou, me pegando por trás ele me prensou contra uma árvore. Num movimento rápido ele puxou minha bunda e enfiou aquele pau duro no meu cú.

Dei um grito, mas aquele modo selvagem dele me deixou com tesão e eu me deixei levar. Ele foi metendo num ritmo lento, mas eu queria que ele fosse mais rápido e empurrava a minha bunda contra o pau dele.

“Ah, sua putinha safada, essa tua pele branquinha me deixa louco. Tu me atiçou, agora vou te dar um trato pra nunca mais esquecer.” – ele dizia enquanto metia mais forte.

Ele metia rápido e com força. Quanto mais eu gemia e dizia o nome dele, mais e mais ele metia.

“Ai Lucas, mete mais. Me fode gostoso, me arromba todinha. Mete seu safado gostoso. Meteee… Ah, ah…ainn que gostoso.” – eu gemia.

Ele gozou, inundando meu cuzinho de porra. Caímos exaustos no chão. Entrei na água para me lavar e quando olhei pra ele, sentado na margem do rio me olhando. Lá estava ele com aquela pica enorme e dura de novo.

“Vem cá, que agora vamos fazer um 69 beemm gostoso…”” – ele falou enquanto punhetava o pau a minha espera.

Nunca vi um homem tão fogoso! Aquele dia cheguei em casa, mal podendo me sentar. Disse a minhas amigas que era por causa da cavalgada. Só não contei que foi na cavalgada que dei no Lucas.

Hummm só de escrever este conto já fiquei toda molhadinha. Que delicia. Pena que estou aqui sozinha. Vou ter que usar meus dedinhos…

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