O bom vizinho.

Meu nome é Mariana, tenho agora 39 anos, casada há 20, tenho dois filhos adolescentes. Não sou nenhuma “deusa”, não tenho um corpo espetacular, sou apenas uma pessoa comum, que se cuida, e com desejos e sentimentos comuns.

Trabalho apenas no período da manhã e à tarde me dedico à casa e aos filhos, muitas vezes fazendo o clássico papel de “mãetorista” levando-os para baixo a para cima diariamente.

Há cerca de dois anos mudou-se para o apartamento vizinho ao nosso um senhor de quase sessenta anos de idade, de nome Artur, aposentado, viúvo e solitário.

Muito gentil e educado, logo na noite seguinte à sua mudança apresentou-se à nossa porta, pretendendo nos conhecer, já que somos os únicos vizinhos no andar.

Bom de conversa e denotando uma respeitável cultura geral, acabou nos cativando e tornando-se um bom amigo após algumas horas de papo.

Com o tempo suas visitas tornaram-se mais freqüentes para tomar uma cerveja com meu marido ou mesmo para nos acompanhar no jantar.

Via de regra sempre me elogiava para o meu marido dizendo ser ele um sujeito de sorte por ter uma esposa como eu, que, além de trabalhar, cuidava da casa e dos filhos, além de ser uma bela mulher segundo suas palavras.

Durante o dia, seu Artur estava sempre por perto, educado e respeitoso, oferecendo-se para fazer pequenos consertos em casa, para fazer pequenas compras do dia a dia e, muitas vezes, para levar meus filhos de carro para suas atividades do período da tarde, aliviando-me um pouco de minhas tarefas de “mãetorista”.

Certo dia, cerca de um ano após a mudança de nosso vizinho, meu marido comentou que o seu Artur não parava de me elogiar para ele e que os elogios aumentavam na direta proporção da quantidade de cervejas que tomavam enquanto conversavam, dando a nítida impressão de que “estaria a querer coisas comigo” como diria o sábio português do bar da esquina.

Rimos muito conversando sobre isso e imaginando o que o “bom velhinho” faria comigo se tivesse uma oportunidade.

Por várias vezes voltamos ao assunto enquanto fazíamos amor, até que num determinado dia eu disse ao meu marido que até que não seria má idéia uma vez que seu Artur, sempre muito simpático, e respeitador, estava sempre por perto e à disposição e, além disso não tinha ninguém além de um filho que o visitava de vez em quando.

Minha reação fez meu marido parar e me perguntar se eu fantasiava a respeito da situação. Ora quem pergunta quer respostas…. e assim confessei que sim e que inclusive de vez em quando me masturbava imaginando estar trepando com o “bom velhinho” e que em algumas tardes de calor, dei uma de “descuidada” abrindo a porta de casa para o seu Artur com roupas leves ou semi transparentes, e que me excitava muito com a forma como ele me olhava.

Por alguns dias não voltamos ao assunto mas a idéia, de fato, não saia de minha cabeça e me masturbava quase que diariamente pensando no seu Artur e, é claro, sempre me exibindo sutilmente quando tinha a oportunidade, e sentindo um calor tremendo entre minhas pernas com os olhares cada vez menos dissimulados dele.

Uma noite, enquanto trepávamos, meu marido disse que havia perguntado ao seu Artur se ele não tinha alguma namorada ou amiga e que ele, com a cabeça cheia de cervejas havia respondido que namorada não tinha mas que sua melhor amiga era a palma de sua própria mão vez que, literalmente, “se desmanchava em punhetas” todos os dias assistindo a filmes eróticos.

Aquilo me deixou louca de vez e mais ainda quando meu marido disse que estava excitado com a idéia e que tinha certeza absoluta que o “bom velhinho” se divertia pensando em mim, da mesma forma como eu fazia pensando nele.

Combinamos que eu provocaria o seu Artur para ver até onde ele chegava e que, “caso fosse inevitável” eu treparia com ele, desde que fosse discreta e que contasse tudo, em detalhes, ao meu marido que confessou que também “batia umas”, imaginando o “bom velhinho” me comendo.

A partir daí, sempre que estava sozinha em casa usava apenas um robe curto, sem nada por baixo, à espera que o “meu velhinho” tocasse a campainha para poder me exibir. De forma “acidental” me abaixava, mostrando minha bunda ou deixava o robe meio aberto para mostrar meus seios. Ele nunca reagia, apenas olhava e ficava vermelho.

Numa tarde ele foi levar os meninos no curso de inglês e combinamos que quando ele voltasse tomaríamos um café juntos saboreando um bolo de fubá que eu havia feito e que ele adorava.

Me preparei toda enquanto o esperava, banho tomado, perfume provocante, etc… e vesti um robe novo de seda que além de curto, marcava todas as curvas de meu corpo e, principalmente, os bicos dos meus seios quando fico excitada.

Quando seu Artur chegou fomos ao tal café com bolo sentados frente a frente, claro que ele tendo uma visão panorâmica das minhas pernas, falando sobre abobrinhas em geral, até que resolvi fazer a mesma pergunta que meu marido havia feito, se ele tinha alguma namorada ou amiga.

Ele todo envergonhado disse que não que de fato era muito solitário e que não tinha ninguém a não ser nós, seus vizinhos, vez que seu filho aparecia cada vez menos, e que acabamos nos tornando parte de sua vida.

Que nos respeitava muito, que meu marido era um grande amigo dele, que gostava das crianças, etc. De repente me toquei que ele não havia se referido diretamente a mim, então perguntei:

“E eu, seu Artur, o que sou para o senhor?” – Ele pensou calado e balbuciou…..

“Voce?… você é um sonho impossível, uma mulher bonita e atraente, mas é casada com um amigo, então….é um grande sonho, mas impossível…”

Mas seu Artur… como assim… o senhor sonha comigo?” – perguntei toda ousada.

“Sim….sonho dormindo e acordado, todos os dias…” – respondeu ele, vermelho como um pimentão, olhando para o chão. Sentei ao seu lado, com as pernas à mostra, peguei sua mão e disse olhando nos seus olhos:

“Seu Artur, de verdade, somos seus amigos, meu marido é mais amigo que o senhor poderia imaginar e, sonhar por sonhar, também sonho dormindo e acordada com o senhor diariamente…”

A seguir dei um beijo de leve em sua boca. Armada de coragem, peguei sua mão e a coloquei sobre minha coxa, abrindo um pouco as pernas.

Ele, timidamente, foi subindo, ao mesmo tempo em que eu abria mais as pernas, até tocar minha bucetinha, toda molhada a esta altura.

Ao primeiro toque senti uma descarga elétrica me abrindo de vez para que seu Artur enfiasse um dedo em mim. Ele o fez de maneira suave, indo até o fundo e tirando bem devagar, várias vezes, me deixando doidinha. Abri de vez o robe ficando nua à sua frente e perguntando:

“Era assim que o senhor me imaginava?”

Ele disse que era melhor do que em seus sonhos, beijando delicadamente o bico do meu seio esquerdo que estava como para explodir.

Subitamente ele pareceu voltar à realidade levantando-se deixando-me ver o quanto estava excitado, pela “barraca aramada” em suas calças, dizendo:

“Isso não é certo… vamos parar por aqui. Não é certo estarmos assim os dois enquanto seu marido, meu amigo, está trabalhando…” – e soltou aquela velha e manjada frase de que…“afinal, mulher de amigo meu pra mim é homem…”

Rindo muito respondi que, se for por isso, estaria disposta a uma relação “homossexual” com ele e que sabia que ele, como eu, andava se desmanchando em punhetas, certamente pensando em mim, assim como eu pensava nele.

Quando falei, ele, espantado, perguntou se meu marido tinha me contado aquilo, respondi que sim e que, na verdade ele também estava excitado com tudo isso e que não se opunha a nada que viesse a acontecer.

Como sempre respeitoso, dirigiu-se à porta de saída dizendo que era difícil acreditar em tudo isso e que precisava de um tempinho para se acostumar com a idéia.

Não nos falamos mais naquela tarde e, à noite, contei ao maridão, assim que ele chegou, o que havia ocorrido. Ele custou a acreditar que o “bom velhinho” tinha saído fora e me perguntou se eu queria mesmo levar isso adiante.

Respondi que havia me masturbado três vezes naquela tarde depois de “tomar café” com seu Artur. Ele pegou o interfone e chamou o nosso vizinho para tomar uma cervejinha e jantar conosco.

Logo seu Artur apareceu, face vermelha, olhar baixo, dizendo ao meu marido que estava confuso e envergonhado, e que por uma questão de lealdade, gostaria de conversar com ele mais tarde depois que os meninos nos deixassem a sós.

“Combinado, mas por favor, não fique envergonhado e sim à vontade como sempre…”– respondeu o meu marido.

Depois do jantar e de um monte de cervejas, já sem os meninos por perto, bem mais à vontade, seu Artur entrou no assunto dizendo que era algo inusitado para ele e que ainda não estava acreditando no que acontecera naquela tarde. Meu marido foi direto e objetivo, dizendo…..

“Seu Artur, a situação é a seguinte: O senhor tem ficado em sua casa se masturbando pensando na Mariana que, por sua vez, tem ficado aqui fazendo o mesmo pensando no senhor. Apenas uma parede separa os dois. Desde que isso começou, nossa vida sexual melhorou muito pelo clima de tesão e excitação que paira no ar. Assim, por que não tirar, simbolicamente, é claro, essa parede que divide as nossas vidas. De tarde, enquanto os meninos estão fora em suas atividades extra escolares vocês dois ficam à vontade e fazem o que lhes der na cabeça. Já à noite, jantamos juntos e bebemos como sempre e, depois, Mariana e eu nos divertimos. Vai ser bom para todos, principalmente para ela e para o senhor que poderá tirar esse atraso de centenas de punhetas, que tal?”

Fiquei pasma com a objetividade de meu marido e a “cara de tonto” do seu Artur que, após uns instantes de silêncio, encheu três copos de cerveja, brindando ao momento que mudou para o apartamento ao lado, dizendo que de fato estava louco por mim e que não iria me decepcionar e que ficássemos tranqüilos que tudo ficaria entre nós três. Me perguntaram se não tinha nada a falar e eu disse..

“É claro, para mim está tudo bem…” – sentando no colo de seu Artur e beijando suavemente seus lábios, senti o quanto ele estava excitado. Tinha um tronco duro embaixo de mim.

Combinamos que no dia seguinte eu não iria trabalhar e que pediria à mãe de um dos amigos dos meninos que os pegasse na escola e que ficasse com eles até o fim da tarde para que eu pudesse “ir ao medico”. Feito isso telefonei à tal mãe que se prontificou a cuidar dos meninos.

Na manhã seguinte meu marido levou nossos filhos à escola e assim que eles saíram bati à porta do seu Artur que estava a minha espera “pronto para a luta”, devidamente armado.

Começamos nos beijando inteiros, ele gentilmente me sentou em seu sofá e chupou alternadamente meus seios enquanto enfiava um dedo em mim me fazendo gozar pela primeira vez com ele em poucos minutos.

A seguir me fez deitar e começou a lamber e a chupar minha bucetinha vagarosamente, me fazendo perder a noção do tempo e me proporcionando outro orgasmo “olímpico”.

Comecei então a chupa-lo, seu cacete não era nada de extraordinário, tamanho normal, mas bem mais grosso que o do maridão.

Lambi, brinquei chupei delicadamente como ele havia feito comigo, ouvindo ele gemer dizendo o quanto estava gostando e que não queria gozar ainda pois queria dar a “primeira” dentro de mim.

Imediatamente captei sua mensagem e sentei em cima dele devorando vagarosamente aquele cacete grosso que, a princípio me causou alguma dor mas, a seguir, entrou inteiro batendo no fundo da minha buceta.

Ele me segurou para que não acelerasse o gozo. Senti por alguns minutos seu cacete pulsando dentro de mim e fui respondendo com contrações para aperta-lo o máximo que pudesse.

De repente mesmo estando imóvel, senti um jorro quente dentro de mim, que me deixou doida, tentei me movimentar mas ele pediu que não o fizesse que gozaria melhor assim.

Suas palavras foram a chave para me fazer gozar que nem louca, apenas apertando minha buceta em torno de seu pau, coisa que nunca havia feito com meu marido.

Em seguida relaxamos um pouco e quando fui à cozinha pegar água ele foi atrás e me fez ficar de bruços sobre a mesa me comendo que nem um touro, desta vez com movimentos fortes, enfiando em mim “até o talo”.

Passamos o dia juntos tocando carinhos e à tarde demos mais uma. De fato, seu Artur, além de um bom vizinho, é um mestre na cama.

Depois disso trepamos sempre que é possível ou na minha casa ou na casa dele, comentando sempre com meu marido que fica super excitado e me come que nem louco. Mantemos as aparências perante os outros e perante os meninos que de nada desconfiam.

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