Fernanda, a esposinha safada.

Estávamos casados há um ano e nossa vida sexual estava indo cada vez pior. Fernanda é uma gata, morena clara, 1,75 e 62 kg, seios grandes e um bumbum delicioso.

No começo transávamos frequentemente, mas com o tempo as coisas foram piorando, trepávamos cada vez menos e eu percebia que ela não se satisfazia mais.

Procurei-a e disse que tínhamos de fazer algo, perguntei se ela tinha alguma fantasia sexual, pois eu queria ouvir e de repente realizar algumas.

Ela disse que não tinha e que estava satisfeita, mas como eu insistia, ela perguntou se eu tinha alguma, ai eu disse que gostaria de ve-la andando com roupas sensuais, mostrando seu corpinho. Ela ficou meio brava e parou a conversa.

Mas no outro dia quando estávamos numa loja, ela experimentou umas mini-saias e perguntou se eu deixava usar, disse que sim e então compramos uma micro saia minúscula.

Num domingo eu convidei dois amigos pra assistirmos futebol e tomarmos cerveja em casa, ela estava no quarto dormindo, mas com o barulho ela se levantou e foi pra sala.

Fernanda estava usando a micro saia que havia comprado. Os caras ficaram de boca aberta, mal conseguiam disfarçar o olhar libidinoso pra ela, ainda mais que a danada se sentou com a gente pra assistir o jogo e do jeito que sentou dava pra ver sua calcinha, mas ela fingia que não percebia.

Quando o jogo acabou e eles foram embora, a safada chegou pertinho e me perguntou se eu tinha ficado com tesão vendo outros homens secando minha esposinha. Eu tirei o pau pra fora e mostrei a ela como estava duro.

Aquele dia enquanto transavamos gostoso eu perguntei como ela havia se sentido e a danada disse que ficou molhadinha e toda tesuda.

Como ela já estava altinha de bebida perguntei sobre suas fantasias, ai a safada contou. Disse que tinha a maior vontade de fuder com um negão da pica bem grande, que a enchesse de verdade.

Fiquei louco de tesão e enquanto metia na bucetinha dela, falava se ela queria uma pica maior que a minha, ela disse que queria um pau de verdade que o meu era pequeno.

Gozamos gostoso, mas no outro dia ela pediu desculpa, que estava bêbada e que era brincadeira, que me amava e tal. Eu disse que não tinha problema que não tinha ciúmes e queria ve-la feliz. Nossas transas melhoraram e toda vez que transavamos ela falava que queria um pauzão.

Ela começou a sair de casa com roupas curtas, bem provocantes. Saia com uma amiga e solteira, que alias era bem biscate. Quando ela chegava, me contava das cantadas que recebia e também falava das transas da amiga.

Disse que a amiga estava trepando com um negão que tinha uma pica enorme. Durante uma transa, perguntei se ela queria dar pra ele, e danada deu aquela risadinha e disse que não, que era só fantasia.

Um dia convidamos a amiga e seu ficante, Ricardo era o nome dele, pra uma tarde em casa. Estávamos os quatro lá conversando e tomando umas quando o telefone da amiga tocou e ela disse teria de ir embora, então dissemos pro Ricardo ficar com a gente e aproveitar a piscina, e assim foi.

Emprestei uma sunga pro Ricardo, que ficou meio apertada, e fomos dar um mergulho. Estávamos conversando quando Fernanda volta de dentro de casa vestindo um biquíni minúsculo; a parte de cima, só tampava os bicos do seio e a calcinha estava toda enfiada na bunda, marcando a buceta dela todinha. O cara ficou louco, seu pau foi crescendo e ele pulou dentro da água pra disfarçar.

Depois de muitas cervejas ele foi ficando mais a vontade e já nem escondia mais a ereção, minha esposinha nem disfarçava, ficava olhando o volume da sunga.

Fui pra dentro de casa pegar mais cervejas e quando votei, ele estava passando bronzeador nas costas dela, ele nem se importou comigo.

Ela o mandou passar óleo nas pernas dela e ela foi se abrindo toda, ele foi subindo a mão e massageando a bunda dela. Ricardo me olhou e disse que minha Fernandinha era muito gata e que tinha sorte de ter uma mulher assim.

Eu disse que além de gata ela era muito safada na cama. Ele passando a mão no reguinho dela enquanto ela rebolava e gemia. Vi quando ele passou o dedo no cuzinho dela. A safada se molhou toda.

Ela se levantou e deu um beijo na boca dele, começaram a se beijar e se esfregar, ali na minha frente. Nossa, que loucura, fiquei de pau duro com a cena, ela me olhou com carinha de puta e pegou na pica dele, começando a punheta-lo, disse:

“Ai amor… que delicia… olha que pauzão que ele tem…”

Caiu de boca e começou a chupa-lo, colocou a cabeça na boca, enquanto massageava o saco. Levantou e o chamou pro quarto, eu fui atrás vendo ele passar a mão na bundinha dela.

Quando chegamos ao quarto, ela se transformou. Começou a dar ordens. Eu adoro quando ela faz isso, adoro obedecer ela.

“Vai, mostra sua esposinha pra esse macho, vem tirar a minha roupa. Abre minha buceta e mostra pra ele vai, anda logo…”

Ricardo ficou louco quando viu a bucetona da Fer, ela tem lábios enormes, bem cheia, estava toda raspadinha. Ricardo caiu de boca, chupando ela.

“Queria ser corno, né! Então vai ser um corno bem bonzinho…”

Ricardo tirou a sunga, seu pau tinha uns 25 cm, era enorme. Ela mandou eu ficar pelado e chegar perto. Colocamos os paus perto. Eu obedecia direitinho.

Segurei a bunda dela bem aberta e fiquei olhando de pertinho aquele pauzão entrando na buceta da minha esposinha, ela gemia e rebolava muito. Ele meteu forte nela, tirava o pau e mandava eu olhar o rombo.

“Tá vendo corno, como sua esposa ta arrombada, que bucetona…”

Ela subiu em cima dele e começou a cavalgar, ele falou que ia gozar e ela rebolou mais, até ele encher a buceta dela de porra. Depois ele saiu e foi tomar banho. Minha esposinha puta deitou, abriu as pernas e disse pra eu olhar de perto.

“Vem meu corninho, ta vendo como to arrombada. Ta ardendo essa buceta. Vem da um beijinho pra sarar vem…”

Eu fiquei sem jeito, pois ela estava toda melada de porra, mas não teve jeito. Cheguei perto, comecei a meter um dedo, dois, três, quatro, mas ela estava muito larga, não resisti e comecei a chupa-la. Ela segurou minha cabeça e apertou contra a buceta dela.

“Vai meu corno, toma sopa vai. Depois deixo voce me comer com esse pauzinho. Vai sente o gosto de outro pau vai…”

Ela me mandou deitar e colocou a buceta na minha cara, foi descendo porra no meu rosto e ela ria e gemia. Fizemos um 69, comigo por cima, enquanto eu a chupava, ela mamava meu pau, lambia minhas bolas, foi descendo a língua até chagar no meu cú, que delícia!

“Vai corno abre as pernas pra eu ver seu cuzinho. Isso, assim mesmo, bem obediente, bem mansinho…”

Nem percebi que o Ricardo tinha chegado e estava olhando minha bunda. Só percebi quando senti que ele alisava meu bumbum.

“Vai Ricardo… lambe o cusinho do meu corninho…”

Que delicia, ela chupava o meu pau e ele lambia o meu cú. Quando ela viu que eu não ia agüentar mais, ela parou me deitou na cama e inverteu o 69, ela ficou de quatro e pediu pra ele meter mais nela. Eu ali embaixo vendo aquele pau enorme entrando na bucetona dela.

“O que você ta olhando corno, anda logo, lambe meu grelinho, enquanto ele mete vai… Isso, chupa vai corno. Vai corno…” – o pau escapou – “pega e coloca de volta dentro da sua putinha….”

Peguei aquele pauzão e coloquei de volta. Que delicia assistir de pertinho, lambia as bolas dele, sentindo cheiro de sexo, ele tirava e mostrava o buraco que estava a buceta dela. Nessa hora eu já tinha perdido a vergonha, segurava o pau e punhetava, comecei a lamber seu saco e seu reguinho.

“Isso corno lambe meu cú, enquanto arrombo essa puta. Vou comer o cú dela agora…”

Segurei seu pau e encaminhei pro cuzinho da Fer. Foi entrando devagar enquanto a puta rebolava e gritava de dor e tesão.

Enquanto chupava a buceta dela e o saco dele, comecei a passar o dedo no rabo dele, que gemeu e mandou enfiar um dedo.

Nem pensei, fui colocando o dedo no cú dele, ele não agüento e gozou no cusinho da minha esposa, que a esta hora tava todo aberto e vermelho.

Ela veio e começou a me beijar, lamber meu rosto que tava cheio de porra, pegou o pau dele e chupou, limpando todinho, chupava ele e me beijava.

“Tá chupando pau por tabela corno…. Vem chupa ele comigo…” – Pegou o pau dele e levou até minha boca, nos dois chupavamos aquele pauzão.

“Agora quero que coloque esse pauzinho na minha buceta pra sentir como eu to arrombada. Vai mete em mim…”

Eu metia e ela dizia que nem tava sentindo meu pau. Que a partir de agora ia sempre querer um pauzão de verdade.

“Vem Ricardo chupa o pauzinho desse cornão pra eu ver. Isso meus viadinhos, assim que eu gosto de homem, bem obedientes…”

Enquanto ele chupava ela ia fazendo carinho na minha bunda, me chamando de corno manso. Gozei gostoso na boca dos dois. Depois desse dia, nossas transas, melhoram muito e aconteceram varias outras aventuras.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s