Os dotes de Cecília.

Desde antes do casamento Eu e Marcela sempre gostamos de uma sacanagem, como fazer sexo em alguns locais onde poderia aparecer alguém e nos pegar no flagra, ou provocar os homens e mulheres em local público e ver as suas reações, deixar ela exibir seus lindos peitinhos e sua bucetinha discretamente em locais como restaurantes lojas de sapatos e outros lugares como praça de alimentação de shoppings e assim por diante.

Isso nos excitava e nos deixava cheios de tesão e acabávamos procurando um local pra gente transar gostoso e apagar o nosso fogo. Isso continuou por um bom tempo até nos casarmos.

Depois do casamento não nos contentamos mais so com isso, fantasiávamos uma dessas pessoas na nossa cama transando conosco, poderia ser um homem ou outra mulher, se fosse um homem seria perfeito pois sempre tive a tara de ve-la sendo fodida por outro homem, tendo seu cuzinho e

buceta arrombados por outra pica maior e mais grossa que a minha, e se fosse uma mulher, também seria ótimo, pois além de desejar ve-la sendo beijada por outra mulher gostaria de ve-las se chupando num delicioso meia nove além do que eu poderia comer outra bucetinha ou outro cuzinho delicioso, e decidimos ir a caça.

Como nós dois trabalhávamos o dia todo e só sobrava tempo a noite, depois do casamento ficou mais difícil pois já não podíamos mais sair com a mesma frequência de antes, pois depois do trabalho tinha os afazeres da casa, limpeza, roupas sujas pra lavar, jantar pra fazer, etc…

Então decidimos contratar uma empregada, que durante o dia fizesse todo serviço, e a noite não tínhamos mais que nos preocupar com isso e ficaríamos livres pra por em pratica nossas aventuras libertinosas.

Fomos então a uma agencia de emprego, e alguns dias depois apareceu a Cecilia, uma linda garota aparentando ter mais ou menos a nossa idade, cerca de vinte e dois anos, voz suave, boca bem feita, carnuda e com um batom clarinho, peitos durinhos e médios, e uma bunda de dar agua na boca.

Pensei comigo, “bem que essa outra pessoa poderia ser essa garota, se for Eu a Marcela estamos feitos”, dei uma piscadinha pra Marcela e um leve sorriso e ela entendeu minhas intensões e logo aceitou contratar a Cecilia como nossa empregada.

Combinei com a Marcela pra gente continuar nossa caçada pois não era conveniente apressar as coisas falando com a Cecilia das nossas intensões pra não assusta-la, precisávamos deixar passar mais tempo até ganharmos a confiança dela pra depois agente falar pra ela com jeitinho se ela toparia participar das nossas aventuras.

Assim foi feito, Cecilia trabalhava em casa durante o dia e a noite ia embora assim que nós chegávamos em casa, tava tudo pronto, casa limpa roupa lavada jantar pronto, e que delicia de jantar.

Continuamos nossa brincadeira e Marcela sempre se exibindo para homens e mulheres, mas nada de encontrar uma pessoa que nos agradasse pra participar desse jogo conosco, e nossas mentes estavam voltadas mesmo pra Cecilia.

Depois de uns três meses, Cecilia pediu pra dormir em casa durante a semana pois estava tendo muito gasto pra ir e voltar todos os dias, assim ela so gastaria no final de semana quando ia embora e voltava na segunda feira.

Oferecemos pra que se ela quisesse ficar nos fins de semana seria bem vinda, com ela dormindo em casa nos dias de semana Eu e a Marcela passamos a ficar mais em casa, pra tentar ganhar a confiança dela.

Depois de mais algum tempo, quando ela já estava bem mais a vontade, eu e Marcela passamos a nos exibir em casa mesmo, pra que Cecilia nos visse e talvez sentisse tesão também, ai ficaria mais fácil tocar no assunto com ela e traze-la pra nossa cama.

Eu imaginava Marcela chupando a bucetinha dela e depois eu fodendo aquela delicia, mesmo assim queríamos um homem também pra foder Marcela bem gostoso e encher sua bucetinha de porra.

Marcela passou a andar em casa so de calcinha e sutiã depois do banho, eu de bermuda, e passamos a observar o comportamento da Cecilia, os olhares dela pra Marcela e pra min.

Depois de mais alguns dias Marcela me pediu pra andar em casa so de cueca e ela de calcinha já sem sutiã, ate que pudéssemos andar completamente nus.

Assim fizemos até Marcela ficar completamente nua, e falar pra Cecilia que nós gostávamos de ficar a vontade em casa, se ela não se importasse, gostaria que eu pudesse também andar em casa como ela, completamente nu.

Cecilia não demostrou nenhuma reação de repúdio e concordou, Marcela aproveitou e disse a Cecilia:

“Se você quiser também pode andar a vontade como nós, não nos importamos, somos adeptos do nudismo…”

“Vou pensar, eu também não tenho vergonha de ficar nua, se não for inconveniente pra vocês qualquer dia eu fico…” – disse Cecília com um leve sorriso.

“Pode ficar tranquila que não haverá nenhum inconveniente…” – respondeu Marcela.

Ficamos assim, depois que chegávamos em casa tirávamos nossas roupas e ficávamos completamente nus, pra provocar Cecilia, Marcela às vezes chupava o meu pau na frente dela e eu chupava os seios e a buceta da Marcela.

Ate que um dia resolvi fuder Marcela, ali mesmo, no sofá da sala e na presença de Cecilia, que parecia gostar de nos ver chupando e fodendo um ao outro na sua presença.

No outro dia, ao chegarmos do trabalho, encontramos Cecilia nua da cintura pra cima, que seios mais lindos, médios durinhos bicos rosados com aureola mais escura um pouquinho, barriguinha fina e lisinha, piercing no umbigo, uma verdadeira miragem para os nossos olhos.

Marcela falou pra Cecilia da nossa intenção de ter mais uma pessoa na nossa cama pra transar conosco, fosse uma mulher ou um homem, pois eu gostaria de ve-la sendo fodida por outro macho e chupando a pica dele, ver ele arrombando a buceta dela e que eu gostaria de ve-la também num gostoso meia nove com outra mulher, sendo beijada e chupada por ela.

Aproveitei a situação e perguntei pra Cecilia, olhando para aquela delicia de peitos, posso dar uma chupadinha? Ela olhou pra Marcela que fez sinal de positivo ela falou:

“Claro são seus…” – respondeu ela naturalmente.

Nossa que delicia chupar aqueles peitinhos, durinhos cheirosos e depois de chupa-los não resisti e beijei aquela boquinha carnuda suculenta, que boquinha macia, que língua quente e voraz, levei a mão naquela bucetinha que eu tanto queria mas ela segurou minha mão e ficamos só no beijo.

Depois foi a vez da Marcela trocar de lugar comigo e também se deliciar naqueles peitinhos e naquela boca suave daquela garota fantástica que em breve teríamos em nossa cama.

Ver a Marcela se deliciando num beijo de língua com outra mulher foi tudo de bom, todo que sonhei, faltava ver as duas se chupando, uma com a boca na buceta da outra, e isso estava próximo de acontecer.

Estávamos sonhando muito com aquele momento e num dia em que Eu e Marcela estávamos conversando sobre todas as sacanagens que pretendíamos fazer juntos com Cecilia, Marcela sentiu vontade de fazer xixi e foi ate o banheiro.

Rapidamente voltou branca como cera e com os olhos arregalados, fiquei assustado e perguntei o que aconteceu, ela respirou fundo e se sentou, e fez um gesto pra mim que eu entendi bem, que significava tamanho de alguma coisa.

Nós homens sempre fazemos isso pra indicar o tamanho do pau, mas nem imaginei o que ela quis dizer com aquilo, foi so passar o susto que ela contou que ao entrar no banheiro não imaginava que a Cecilia estivesse la dentro, e flagrou ela fazendo xixi no vaso, só que de pé e ela pode ver o tamanho da dela, ou dele.

Cecilia na verdade era uma transex, tinha tudo de mulher, tanto que nem Eu nem Marcela desconfiamos de nada, e a descoberta só veio naquela hora.

Marcela ainda estava trêmula e contou que Cecilia tinha uma pica grande, branca e de cabeça vermelha, e perguntou o que faríamos, pois até agora ela era uma mulher, agora meio homem meia mulher.

Eu respondi que deveríamos aproveitar do mesmo jeito, já que pretendíamos ter em nossa cama uma outra pessoa fosse homem ou mulher, tínhamos uma meio a meio, e deveríamos aproveitar do mesmo jeito.

So que aquela bucetinha que eu queria tanto chupar e ver Marcela também chupando melou, vai ficar pra próxima, depois ela riu da situação e me disse que em vez da bucetinha você iria chupar um belo pau… Rimos juntos com ela ainda meio sem graça.

Passados alguns minutos Cecilia veio até nós e se desculpou por não ter trancado a porta e perguntou se iriamos demiti-la. Marcela me deu um beijo e disse a Cecilia:

“Claro que não… de jeito nenhum…” – olhou de novo pra mim e disse – “hoje você dorme na nossa cama…!!” – e pediu pra ela me mostrar o que ela viu no banheiro.

Cecilia abaixou o shortinho que usava juntamente com a calcinha e vi surgir na minha frente uma bela pica como Marcela tinha descrito, bem depiladinha, ainda meio mole mas de dar agua na boca. Marcela segurou, arregaçou aquela pica deixando aparecer a cabeça vermelha e me disse:

“Chupa a “bucetinha” dela…” – me forcando contra aquela vara e eu aproveitei a brincadeira e dei uma bela chupada, Marcela me afastou, me beijou e disse – “deixa o resto pra de noite…” – e Cecilia se recompôs e foi fazer o seu trabalho.

A noite, quando fomos nos deitar, convidamos Cecília para nossa cama, já estávamos nus quando Cecilia bateu na porta do quarto e foi entrando, já estava de banho tomado e toda cheirosa.

Marcela foi tirando sua roupa até deixa-la completamente nua, com sua pica em riste, completamente dura, apesar de estar vendo aquela vara não resisti aquela boquinha macia e a beijei, enquanto isso Marcela acariciava e punhetava aquela pica duríssima, depois chupou por um bom tempo e me mandou chupar também.

Marcela se deitou na cama e Cecília foi chupar sua buceta, chegou até seus peitos chupou e depois beijou sua boca, um beijo quente e delicioso ao mesmo tempo que penetrava sua buceta, depois começou a dar estocadas fortes em Marcela que até a coma balançava.

Aquele corpinho lindo, tão feminino, que parecia tão frágil fodia a buceta da Marcela com força, com violência como um verdadeiro macho, parecia um garanhão fodendo uma égua no cio, Marcela gemia e dizia:

“AAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!…DELÍÍÍÍÍCIIIAAAAA! mete mais, mais forte Cecilia, me arromba, EU VOU GOZAR!!!. !!! GOZA COMIGO!!!” – e logo Marcela já estava com sua buceta lambuzada de porra.

Naquela noite Marcela e Cecília se esbaldaram, fizeram muitas sacanagens, eu não chupei a bucetinha dela, pois não tinha, me satisfiz com uma bela chupada naquela pica, e de quebra ela ainda teve fôlego pra comeu um cuzinho, o meu, pra delírio da Marcela.

Dai pra frente Cecília passou a fazer parte das nossas vidas, passou a dormir em nossa cama e todos os dias rolava uma bela suruba, mais ainda queremos uma mulher, vamos ter que aumentar o tamanho da cama, com certeza.

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