Joana e eu – 01

A primeira vez que vi minha cunhada ela não me chamou a atenção. Aliás, concunhada, pois era namorada do meu cunhado.

“Essa aqui é a Joana, galera!” – falou ele no dia em que a levou no nosso apartamento.

Ela era uma garota negra, até bonita, mas que se vestia quase como um moleque. Gostava de funk e músicas do tipo e tinha até trejeitos de garoto. Nem sei o que meu cunhado viu nela. Mas as coisas mudaram.

Depois de um tempo ele engravidou a menina. E de gêmeos pra piorar a situação. Eles não tinham onde cair mortos. Mas acabaram dando um jeito.

Eu e minha esposa ajudamos em algumas coisas e eles conseguiram uma grana pra fazer um

puxadinho nos fundos da casa dos meus sogros. E a vida continuou sem mais mudanças.

Eu e minha esposa sempre fomos muito ocupados e no nosso tempo livre gostávamos de viajar bastante. Por isso, na época em que ela estava pra dar a luz eu fiquei um tempo sem contato.

Minha esposa ia visitá-los, mas eu sempre tinha algum compromisso. Mas passados uns dois meses eu finalmente fui conhecer os bebês. E tomei um susto.

Logo ao entrar, dei de cara com a Joana sentada na sala da casa dos meus sogros, com as pernas cruzadas e apoiada no braço do sofá. Ela estava bem diferente.

Tinha ficado mais encorpada depois do parto, principalmente os seios que estavam tão cheios de leite que quase não ficavam seguros dentro da blusinha decotada. Tinha uma barriguinha ainda um pouco inchada devido ao parto, mas que não chamava a atenção.

Também não sei por qual milagre, ela finalmente se tocou que roupas de garoto não ficam muito legais em meninas e agora estava vestida com uma saia na altura do joelho que mostrava de maneira bem sensual, mas sem vulgaridade, as belas pernas que ela tinha.

Eu sempre fui um cara respeitoso e discreto, às vezes até demais. Além disso, minha esposa é muito bonita (tem o par de coxas mais lindos que eu já vi, é sério) por isso eu nunca fui muito de ficar fantasiando com outras mulheres e nunca sequer passou pela minha cabeça a ideia de ser infiel.

Mas quando vi que a Joana era aquele mulherão, me aconteceu uma coisa que não acontecia há muito tempo e ficava doido por qualquer coisa que vestisse saia. Meu pau ficou duro, quase na hora.

Fiquei tão constrangido que mal cumprimentei o pessoal. Me encostei num canto, pra que ninguém percebesse. Minha esposa sentou logo do meu lado e comentou:

“Não são lindinhos, amor?” – referindo-se aos bebês que estavam bem ao lado dela.

“São. Sorte que não puxaram pro seu irmão.” – Falei tentando brincar para ver se disfarçava a minha falta de jeito.

A coisa estava tão séria que eu tive que fingir que estava com vontade de ir a banheiro, pra ver se uma punhetinha dava um sossego no meu mastro. Já tava com medo de alguém perceber.

Depois de me aliviar rapidamente eu pude me recompor e finalmente me juntar ao pessoal. Mas durante toda a tarde eu fiquei de olho na Joana. Comentei com a minha esposa como ela estava bonita e ela respondeu:

“É… quem diria que debaixo daquela roupa de “mano” tinha essa morenona, hein?”

À noite em casa, eu tive que me aliviar com a patroa. Foi meio estranho, por que eu nunca fiz sexo com a minha esposa pensando em outra mulher, é sério. Mas a Joana não me sai da cabeça. Foi uma das fodas mais “animais” que tive.

Depois o tempo foi passando e eu acabei me acostumando com o novo visual da Joana. Ajudou também o fato de que ela mudou por fora, mas não por dentro.

Apesar de ser uma ótima mãe pras crianças, continuava sendo a mesma garota com jeito e gostos de moleque, além de ser nervosinha e desbocada. Com isso eu acabava me esquecendo daquele mulherão.

Uns cinco anos depois do nascimento dos gêmeos, meus sogros mudaram pro interior e a família toda resolveu ir passar o fim de ano no sítio deles.

Fomos, eu e minha esposa, meu cunhado, minha cunhada e os gêmeos. O lugar era lindo, apesar de simples. Mas tinha uma paisagem maravilhosa e uma horta gigantesca, cheia de tudo quanto é fruta e legumes.

Um dia, era umas 14:00 horas, minha esposa e minha sogra queriam ir até a cidade para comprar algumas coisas e precisavam de alguém para levá-las.

Eu estava com trabalho pra fazer (pra variar tinha levado trabalho pra fazer nas férias) e meu sogro tinha saído bem cedo. Então meu cunhado foi levar as duas.

Depois que todo mundo já tinha saído eu fui até o meu quarto buscar o cabo do meu notebook que já estava com a bateria fraca. Foi quando dei de cara com a Joana no corredor:

“Ué garota, cê não foi com os outros?”

“Não, as crianças tão dormindo e eu não quis acordar. Então tive que ficar.”

“Eu poderia ter ficado de olho neles.” – disse pra dar uma de cavalheiro, apesar de saber que os meninos não iam gostar de acordar e não ver a mãe por perto.

“E desde quando cê leva jeito com eles. E além do mais, cê é muito ocupado. Não larga desse computador nem pra cagar…” – disse ela, num jeito todo dela.

“Tá, então vai se danar…” – falei brincando. E fui correndo pra plugar o cabo no meu computador que já estava apitando.

Decorridos quase duas horas, resolvi dar um tempo no trampo e fui pegar alguma coisa pra beber. Tava lá, sozinho, olhando a paisagem da varanda, quando escutei um choro.

Fui até o quarto das crianças e uma delas estava se remexendo, provavelmente tendo um sonho. Fui ver se estava tudo bem e o menino voltou a dormir tranquilamente quando me aproximei.

Então fui checar onde estava a minha cunhada e vi que ela dormia na sala. Estava deitada de lado e vestia uma daquelas calças que parecem roupa de ginástica. Rapaz, que bundinha gostosa.

Eu não sei o que deu em mim, porque fui me aproximando e olhando pra ela naquela posição sublime. Acho que fiquei ali parado por alguns minutos e quase hipnotizado, por que não me dei conta que ela estava se virando. Ai ela abriu os olhos e deu de cara comigo, “secando” ela com aquele olhar de cachorro esfomeado.

“O que que foi?” – perguntou ela, ainda meio dormindo.

Eu, que devia estar totalmente lesado, não consegui nem pensar pra falar. Fui somente abrindo a boca e deixando a merda sair.

“Cê tá bonitona, hein Joana!” – até hoje eu penso nisso e dou risada do meu “retardamento mental” momentâneo. Joana me olhou com uma cara meio de espanto, meio querendo dar risada:

“Tá doido, é?”

“Cê que tá me deixando doido, com essa calça aí!” – continuei na minha “viagem”.

Foi aí que a expressão do rosto dela mudou. Ficou séria e olhou pra baixo. Eu tava com uma calça de moletom e não deu pra esconder que meu amiguinho estava no controle do meu cérebro.

“Me respeita, cara. Nunca te dei esse tipo de liberdade, não!” – e se levantou e saiu da sala.

Foi aí que voltei à realidade. Puta que o pariu! O que é que eu tinha feito? Idiota! Idiota! Manezão!!! Fiquei tão nervoso que meu pau quase sumiu pra dentro.

Se ela sequer comentasse o assunto com meu cunhado ou pior, com a minha esposa, a minha casa ia cair geral. Fiquei literalmente cagando nas calças. Depois disso fui pro quarto e não sai mais de lá, até o pessoal voltar da cidade.

Meu cunhado chegou e já foi pro quarto dele, que era do lado do meu, por isso dava pra ouvir tudo o que se falava. Fiquei tremendo pensando na possibilidade da Joana contar o ocorrido pra ele, mas não foi o que ocorreu.

Ele perguntou como ela estava, ela disse que estava tudo bem, que as crianças dormiram a tarde toda e ela aproveitou pra descansar também. Logo minha esposa entrou no nosso quarto, eu tomei um susto mas consegui disfarçar.

Ela meu beijou, contou o que fez na cidade e blá, blá, blá. Ainda bem que não reparou no meu nervosismo. Mas do jeito que eu sou, não consegui fingir que estava tudo bem e durante o jantar todo mundo notou que eu estava muito quieto.

A Joana parecia que estava normal, pelo menos pra mim. Se bem que eu não consegui ficar olhando muito pra ela, com medo dela me encarar.

À noite,minha esposa me perguntou se tinha acontecido alguma coisa e eu até que pensei rápido e inventei que estava chateado porque tinha perdido o trabalho, por causa de um problema no notebook.

Ela engoliu a desculpa e ficou tentando me animar com alguns carinhos. Mas eu ainda estava tão nervoso com aquela história que nem rolou nada.

No dia seguinte, apesar de um pouco melhor, ainda estava com vergonha de encarar a Joana no café da manhã. Fingi que estava dormindo e levantei mais tarde, mas não adiantou muito pois quando sai do meu quarto dei de cara com meu cunhado e a minha cunhada. Tentei parecer normal e disse:

“Bom dia!” – cumprimentei.

“Boa tarde cê quer dizer, né?” – brincou o meu cunhado. A Joana nada disse e os dois foram pro quarto pra se trocar e ir pra piscina.

Naquele dia, todo mundo passou praticamente o dia na piscina. Eu fiquei na minha, deitado na rede e olhando tudo de longe. Minha esposa chegou uma hora e perguntou:

“E ai? Vai tentar recuperar os arquivos?” – sobre a mentira que eu tinha inventado.

“Ah, nem vou. Nem devia ter trazido trabalho pra cá. Quando a gente voltar pra casa eu vejo isso…” – falei.

“Tá, então melhora essa cara e vem pra piscina com a gente.” – falou.

Eu ainda estava querendo evitar a minha cunhada (sou mesmo um cagão, é verdade!) e falei que ia deixar pra amanhã, pois tinha que acender a churrasqueira pra preparar o churrasco.

Depois, quando todo mundo já tinha saído da piscina, eu estava cuidando da churrasqueira e ouvi alguém chamando do banheiro que fica perto da piscina. Era a minha cunhada.

Ela tinha ido tomar banho no banheiro de fora, pois o chuveiro era melhor, mas tinha esquecido de levar a toalha. Eu fingi que não tinha ouvido, mas aí ela olhou pela janelinha e me viu.

“Célio! Pede pro Romeu trazer a minha toalha, por favor.” – gritou ela pedindo pra eu falar com o meu cunhado. Eu então gritei por ele e ouvi ele gritar de volta lá de dentro:

Tô vestindo os meninos. A Toalha ta no varal, faz o favor de entregar pra ela!”

Eu fique meio estático, mas aí me toquei que aquele negócio já estava indo longe demais. Aí parei de frescura e fui no varal pegar a toalha e entregar pra ela.

“Olha a toalha Joana…” – falei, tentando passar a toalha pela fresta da janela. Mas aí ela falou:

“Pela janela não passa. Deixa pendurada na maçaneta da porta que eu pego…” – foi o que eu fiz. E quando virei pra voltar pra churrasqueira, ela falou lá de dentro do banheiro.

“Não vou abrir a porta agora, porque senão cê vai ficar de pau duro de novo, aí já viu né!” – eu fiquei vermelho na hora. Mesmo não estando frente a frente com ela. Aí respondi.

“Êêêh. Também não é assim, né!” – respondi, mais sem jeito do que um nerd na frente de uma atriz pornô.

“Não?!? Tá bom! Ficou daquele jeito me vendo de calça, imagina me vendo pelada…” – ela retrucou.

Eu não estava acreditando que ela estava brincando daquele jeito com o ocorrido. Logo tive a certeza que ela não estava com raiva de mim. Mas aí comecei a divagar e achar que ela talvez tivesse até gostado do episódio.

Mas depois de pensar um pouco eu cai na real e cheguei à conclusão de que ela estava falando daquele jeito pra salientar que não achava nada demais no que tinha ocorrido e deixar claro que não tinha rancor nenhum. Então, bem mais aliviado, eu brinquei também pra que todo finalmente voltasse ao normal.

“É que eu gosto mais de imaginar do que ver a coisa escancarada…”

“Isso é papo de tarado, hein!” – retrucou ela.

“Pode até ser…. – e sai dando risada, já aliviado. Depois tudo voltou ao normal.

Minha relação com a Joana voltou ao que era, com a gente brincando e conversando como sempre fazíamos. Tudo ficou bem tranquilo, quando dois dias depois, estávamos todos na horta do meu sogro, colhendo alguns maracujás e abóboras que já estavam maduros quando fui pegar uma carriola no quartinho de ferramentas pra carregar tudo.

Quando sai da horta, vi minha cunhada pendurando roupas no varal. Passei perto dela e brinquei:

“Trabalha, escrava!” – Ai ela, sem se virar pra mim, devolveu:

“Sai fora, ôh taradão!” – e esticou a mão e deu um tapinha de leve no meu amiguinho.

Eu petrifiquei na hora. Gelei mesmo. Num misto de surpresa e excitação. Fiquei encarando-a com os olhos arregalados. Ela então me olhou e meio que se tocou da besteira que havia feito.

Ficou com uma cara meio preocupada, meio risonha e depois de alguns segundos de silêncio falou, meio que soltando uma risadinha nervosa junto:

“Iiiih! Desculpa aí, veio!”

Aí, num ato totalmente irresponsável, eu estiquei o braço e toquei na vagina dela por cima da bermuda. Assim mesmo, sem falar nada. Ela se afastou assustada. Mas também não falou nada. Ficou me olhando, agora com a cara tão assustada quanto a minha.

Aí, tão de repente quanto o meu gesto impensado, ela também esticou a mão e pegou no meu pau. Pegou não, ela apertou com tanta vontade que até doeu. Aí o meu tesão foi lá pras alturas.

Fiquei tão doido que nem pensei duas vezes, abaixei a bermuda e botei o meu pau, duro igual um pedaço de madeira, pra fora. Minha cunhada não fez nada só ficou olhando com os olhos ainda arregalados.

Aí eu peguei a mão dela e coloquei ali na minha pica. Ela continuou estática. Ficou ali segurando e me olhando com aquela cara de assustada. Eu estava ficando maluco com ela me olhando daquele jeito e segurando minha pica.

Segurei então na mão dela e comecei a fazer ela me masturbar. Ela ficou olhando pra mim e depois virava pra ver se tinha alguém perto.

Eu também ficava olhando em direção a casa e a horta, ao mesmo tempo em que estava com as pernas bambas de tanto tesão. Eu via que ela também tava tremendo de medo e excitação ao mesmo tempo. Então finalmente ela abriu a boca:

“Meu, vamo pará com isso, alguém vai ver…” – e largou a minha pica.

Eu lembro que um filete de secreção do meu pau que tava babando ficou na mão dela. Eu então peguei na mão dela e falei:

“Agora cê não vai parar não!” – e peguei na mão dela de novo. Mas nem precisei trazer de volta pois ela já sozinha pegou na minha pica e retomou aquela punheta deliciosa.

“Ai caralho. Se o Romeu vê isso, fudeu!” – falou ela e começou e me masturbar com mais vontade olhando pros lados.

Eu não conseguia falar e nem pensar em mais nada. Não dá pra descrever a sensação que eu estava sentindo. Eu fechei os olhos e fiquei viajando. Ela continuava com aquela punheta gostosa e ia acelerando e diminuindo o ritmo conforme perdia a coordenação.

“Olha aí, pra vê se ninguém tá vindo, seu filho da puta!” – falava ela preocupada, mas sem parar a punheta. Aí que eu fiquei doido mesmo.

Eu adorava nos filmes pornô quando as atrizes ficavam falando palavrão e xingando. Eu adorava transar com a minha esposa, mas ela não gostava de falar nenhum tipo de besteira. Aquilo estava demais.

Perdi a noção do tempo. Acho que deve ter durado uns três ou quatro minutos, não sei. Eu só me concentrava naquele som que a glande faz quando se contrai.

“Cacete! Goza logo. Vai aparecer alguém!” – reclamou ela, mas sem fazer o menor sinal de que queria parar com aquilo.

“Continua assim. Mais rápido um pouquinho, vai…” – falei, já quase desfalecendo.

“Assim? Assim tá bom?” – perguntou ela tentando acelerar o ritmo, mas já quase perdendo o rebolado.

“É, assim. Isso!” – respondia, já gemendo. Ela, percebendo que eu estava quase gozando, soltou um sorrizinho:

“Vai desmaiar não, hein!” – falou como quem estivesse cheia de si por estar quase acabando comigo daquele jeito. Comecei a gemer mais alto e a tremer igual vara verde.

Ela ficava querendo rir e ao mesmo tempo fazia sinal pra eu falar baixo enquanto olhava preocupada pra ver se não tinha chegado ninguém.

O primeiro jorro de esperma veio igual a um tiro e melecou a barriga dela na altura do umbigo, ela se assustou e se afastou, mas sem largar a minha pica e sem parar com a punheta.

Depois veio o segundo jorro que foi parar longe. E o terceiro, o quarto e ainda o quinto. Depois começou a escorrer mais um tanto de porra na mão dela.

“Puta que pariu, veio! Quanta Porra!” – falou impressionada. Eu, quase morto, respirei fundo e fiquei olhando pra ela. Ela ainda estava punhetando meu pau.

“Pára que tá ficando sensível…” – pedi.

Ela se tocou e largou a minha pica. Ficou olhando pra própria mão e pra ele enquanto via o coitadinho aos poucos ir murchando.

Depois olhou pra mim com uma carinha de quem estava satisfeita por ter feito aquilo, mas ao mesmo tempo preocupada com as conseqüências futuras daquele ato. Ela não falou nada e sacudiu a mão pra que o excesso de porra escorregasse.

“Vá tomá no cu! Que meleca. Faz quanto tempo que cê não goza?”

Eu, ainda meio tonto, só conseguia dar risada. Foi quando pareceu que alguém estava chegando, e a gente despertou instantaneamente. Eu rapidamente subi a bermuda e ela puxou um pano do varal e limpou a mão e a barriga.

Eu simplesmente sai e fui andando em direção à horta de novo. Ela virou e continuou a pendurar a roupa. Quando cheguei na horta e perguntaram:

“Cadê a carriola?” – respondi que a casinha estava trancada e não tinha encontrado a chave.

“Pô! Fica pendurada do lado da porta!” – reclamou o meu cunhado, dando risada da minha suposta estupidez. Eu salientei que não tinha visto e ele foi buscar a carriola no meu lugar. Depois pegamos as frutas e voltamos pra casa pra fazer o jantar…

CONTINUA…

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