Caipirinha gostosa e bobinha.

Todo final do Mês de Agosto acontece a festa do Tropeiro na cidade de Silveiras, interior de São Paulo, próximo a divisa com o Rio de Janeiro, uma típica festa de roça, com barracas típicas e shows e, o principal do evento, que é o forró que acontece na praça central onde fica montado o palco, atraindo as pessoas.

A cidade tem por volta de 8 mil habitantes e durante a festa esse número cresce para uns 10 mil. A primeira vez que fui para Silveiras, foi em 1998, e desde então vou todos os anos.

Tudo começou quando o meu amigo Marquinhos me convidou pra ir com ele e sua mãe a Dª Bene. No inicio me recusei pois a cidade é um pouco longe, logo, pensei: “Ir naquela lonjura, já pensou, chega lá é uma porcaria de festa, ainda mais na roça…” mas de tanto ele insistir acabei indo e nunca mais parei…

Ficamos na casa da Jú, a tia do Marquinhos. A casa é bem simples pois o povo da cidade são pessoas humildes e sem os luxos da vida urbana, porém, muito gentis e acolhedores. Me sentia muito a vontade “Como se estivesse em minha própria Casa”.

A residência ficava na entrada da cidade, do local onde nos encontravámos até o centro “que na verdade é onde fica a igreja matriz” gasta-se mais ou menos uns 15 minutos a pé.

É um bairrinho com algumas casas, sendo que numa delas mora uma caipirinha muito gostosa. A casa dela fica em frente da casa onde eu estava.

Após guardar as nossas coisas, resolvi guardar o carro no quintal, pois, íamos a pé até ao centro. Ao abrir o portãozinho para entrar com carro, avistei aquela caipirinha varrendo a frente de sua casa.

Ela usava um vestidinho cheio de flôres até o joelho – roça é assim mesmo – mas pude ver perfeitamente seus enormes peitões que pareciam melancias.

Ela tinha um rostinho muito bonito apesar da pela queimada pelo sol e, uma bunda razoável… Ao entrar no quintal pude perceber, pelo retrovisor, que ela me olhava, mas até aí tudo bem, pois, é normal. Mas ela continuava a me secar, quando fui fechar o portão ela me disse:

“Oi… Ocê veio pra i na festa?”
“Sim, vim com uns amigos conhecer a festa, falam que é muito boa…”

“Entaum ocê vai gostá, aqui é muito legar! Ocês são cumpadre da Jú?”

“Eu não, a Benê e o Marquinhos são. Eu sou somente amigos deles…”

“Ahh… entaum ocê é de outra cidade, né?”

“Sim, somos de Taubaté.”

“Eu conheço lá, já fui com meu padinho lá comprá as coisas pra fazenda dele…”

“Legal, então conhece Taubaté….”

Nisso fui até o outro lado da rua e fiquei conversando com ela, já aproveitei e avalie o material. Ela é uma caipirinha bem bonita. Não perdi tempo e a entreti no papo, macaco velho da cidade, bom de lorata, sabe como é né…

Depois de conversarmos alguns minutos, já havia combinado de nos encontrarmos na praça da igreja pra nos conhecermos melhor, ela nem imaginava o que eu queria mesmo.

Quando foi mais ou menos uma 9 horas fui com o Marquinhos lá pro centro da cidade e já deixei ele a par do esquema, ele que não era bobo também já tinha armado uma ponta com uma amiga de sua prima que mora lá também.

Quando chegamos próximo a igreja disse para esse meu amigo:

“Vou procurar a Camila ok! Caso não a encontre vou ficar por aqui mesmo certo…”

“Beleza, qualquer coisa te procuro…” – disse ele.

comecei a procurá-la, de repente sinto alguém segurando o meu braço direito, quando me viro era ela, a Camila “A Caipirinha”, toda arrumada com uma calça jeans coladinha, uma mini blusa branquinha deixando aquele peitões ainda maiores, parecia uma vaca holandesa de tão grande que era, nisso meu pau já endureceu na hora só de ver aquilo.

“Oi ocê demorô. Tô cansada di esperá diacho…”

“É que fui na casa da outra tia do Marquinhos por isso demorei…” – retruquei.

“Achei que não vinha mais diacho…”

“Vamos dar uma volta, assim aproveito e conheço a festa.” – falei.

Começamos a andar pelas ruas da cidade, conversando, eu só no xaveco furado, às vezes me segurava pra na rir do jeito dela falar. Pelo rumo da nossa conversa percebi que não iria rolar nada mais do que uns beijos e minha intenção era outra.

Paramos em uma barraca de bebidas e logo de cara comprei 2 pingas com mel. Ela de início não queria beber, me falou que não gostava, mas de tanto insistir ela resolveu tomar. Continuamos andando e conversando…

Ela bebeu rapidinho a pinga dela, enquanto o meu ainda estava pela metade, não perdi tempo, falei:

“Ajuda a beber o meu também…”

Na verdade não bebi mais, só simulava que estava bebendo, quem terminou de matar o resto foi ela… Pude perceber que ela já estava meio chapada.

Convidei-a então para irmos na capelinha (uma igrejinha que tem no alto do morro), disse que não conhecia e que queria ir até lá, sabia desse lugar porque o meu amigo já havia me falado… Ela me levou até essa tal lugar “um pouquinho longe”.

Bem, chegando lá o lugar estava um pouco escuro e deserto, nisso já me veio a idéia: “Nossa… que lugarzinho bom pra comer essa caipira…”

Fomos até um ranchinho (com formato oval) que dava pra ver toda a cidade. Nesse ranchinho havia alguns banquinhos de cimento e uma mesa redonda de concreto no meio. Foi a conta.

Enquanto ela observava a cidade eu aproveitei e a abracei por trás, senti os meus braços apertarem aqueles peitões… enquanto a abraçava fui chupando seu pescoço bem devagar.

Ela logo começou a esfregar a bunda no meu pau, aproveitei pra passar a língua em sua orelha só pra deixá-la com mais tesão, aí ela disse:

“Oceis dá cidade é muito apressadinho né, só qué fazê isso cum nóis, eu não so tão boba assim não viu, sei que o cê tá qurendo d’eu…. pensa que sô essas minina burra é… sei viu….”

Enquanto ela falava, fui acariciando sua bucetinha por cima da calça, deixando toda excitada… Comecei a falar bem baixinho em seu ouvido:

“Você é muito bonita e gostosa, fiquei louco pra foder você desde o primeiro momento; huuumm; esses peitões me deixaram loucos…..”

A Camila não é tão bobinha assim, ela logo passou sua mãozinha na minha pica, que estava pulsando de tesão, e falou:

“Noooossa… como o cê é tarado né… já tá com piru desse jeito!”

“Tá assim porque você me deixou assim…” – nisso a virei de frente e comecei a beijá-la vorazmente.

Ela também estava muito excitada… comecei a chupar seu pescoço dando mordidinhas, e com as mãos ia cariciando sua barriga bem de leve, e ela dizia:

“Huuummm, o cê tá mi deixano cum muita vontade de fazê isso, pódi pará, eu sô moça di famia, num essas minina da cidade qui faiz com todo mundo… nóis não conheçe direito o outro, num pode fazê isso…”

Enquanto ela resmungava, desci com a boca até os peitos dela e comecei a mordê-los mesmo por cima da blusinha, nisso ela já soltou uns gemidinhos de tesão e continuava a resmungar:

“Huuuummm, pára, num possu, conheci ocê hoje, pára…” – mas sua mão continuava segurando e apertando a minha pica….

Peguei e fui erguendo sua blusinha bem devagar, e mordendo seus peitos sem parar, ela já tava com muito tesão. Comecei a chupar os biquinhos, nossa que loucura, ela ficou louca com isso, começou a me morder no pescoço, e me unhava nas costas…

Ela me beijva loucamente, me apertava, nossa! Vi que a deixava louca de tesão. Aproveitei e comecei a morder seus peitos na lateral, puts! Ela gemia muito gostoso de tesão, um gemido baixinho, meio rouco, me deixava extremamente tarado…

Fui mordendo as laterais e descendo em direção a barriga, ora dava algumas bocanhadas e ora dava chupões e lambidas, o que a deixava de pernas moles…

Com a mão direita desabotoei o botão de sua calça e abri o zíper, em seguida aproveitei para dar algumas lambidas próxima a região… ela gemia cada vez mais de tesão….

“Huuummm, que gostosuuuu…. Nossa ocê tá me deixanu com muita vontade, huuummmm…”

Sua calça foi descendo lentamente. Chupei sua coxa esquerda próxima a virilha, fazendo ela mexer com as pernas, como se estivesse esfrendo uma na outra, também dei algumas bocanhadas bem gostosas…

Após deixá-la somente de calcinha, pedi que ela colocasse a perna direita em cima do baquinho, ela me obdeceu na hora, nem reclamou.

Colocou o pé em cima do banquinho ficando com a perna aberta, nisso me agachei novamente, puxei a calcinha de lado e cai de boca naquela delícia de buceta, beijei, lambi e chupei bem gostoso.

Enquanto chupava sua buceta, ela gemia e apertava minha cabeça contra sua buceta, mal comecei a chupar e ela já gozou soltando uns gemidos altos pra caramba, devido ao tesão….

Mas não parei por aí, abocanhei sua buceta como se estivesse chupando uma laranja e comecei a passar a língua, foi uma loucura, a cada passada de língua ela dava um gritinho:

“Hummm, háááá, ãããããããã…” – isso a deixava tarada, fazendo-a gozar novamente em minha boca.

Fui subindo ao poucos mordendo sua barriga até chegar nos peitões de novo e chupei-os bem gostoso…. que delícia! Com uma das mãos comecei a bater uma siririca nela, fazendo-a gozar novamente.

Ela só gemia, me apertava, unhava, etc… Então pra aumentar mais o meu tesão disse a ela:

“Camila… faz uma chupetiha pra mim… faz…”

“Nunca fiz esse trem não… Tenhu vergonha de fazê isso pro cê…”

_ “Que isso Camila… não precisa ficar com vergonha estamos sozinhos aqui e ninguém vai ver…. Eu nem olho pra baixo…” – disse eu.

“Tá bão… só se o cê promete qui não vai fica oiando eu fazê aquilo tá!”

“Ok! Prometo!!”

Ela abaixou-se, abriu minha calça e começou a abaixá-la juntamente com a cueca e após a minha pica ficar bem a vontade ela chupou bem devagar, como se estivesse com vergonha.

Ela chupou gostoso, fiquei observando como ela brincava como o meu pau na boca, no início ela chupou somente a cabecinha mas depois foi colocando tudo na boca hummmm como foi bom…

Depois de me fazer uma chupetinha, ela levantou-se e começou a me beijar, com a mão esquerda segurei sua perna e a coloquei em cima do banquinho deixando sua buceta a minha disposição.

Puxei novamente a calcinha de lado e esfreguei a cabeça do meu pau na sua buceta, que já estava toda melada, fiquei ali fazendo um vai-e-vem como se estivesse metendo e isso me deu muito tesão… Ela também não aguentava mais, chegou a me pedir para meter.

“Huummm… vai…. huummm… ocê num vai ponhá… vai ficá enrolano é…. Háááááá…”

Ela mais uma vez não resistiu e gozou novamente, senti o seu gozo na cabeça do meu pau… Seu corpo ficou todo mole, sem qualquer reação. Então falei em seu ouvido bem baixinho:

“Vire de costas pra mim…”

Ela virou sem me questionar. Puxei ela pela cintura e a coloquei de quatro sobre a mesinha. Fiquei admirando aquela bundinha gostosa, cuja calcinha ainda se encontrava enfiada no rego.

Aos poucos fui tirando, e, enquanto tirava fui mordendo sua bundinha, a polpinha da bunda e a parte de trás de sua coxa, deixando-a com maior tesão.

Após deixá-la pelada enfiei o dedo na sua buceta e fiquei bombando e, claro, comecei a passar a língua no seu cuzinho. Ela por várias vezes me implorou para meter, dizia que não aguentava mais de tesão.

Depois de bombar um pouco na sua buceta, comecei a chupá-la novamante, não precisei mais do que um minuto para fazê-la gozar…

Parei de chupar e me levantei, mas pedi que continuasse na mesma posição, então, comecei a pincelar a minha pica naquela bucetinha quentinha e melada, às vezes enfiava e dava umas bombadas.

“Huuummm… ponhá tudo bem gostosu vai….. Ocê fica fazeno de marvadeza né… Huuummmm….”

Mas eu também estava loco de tesão, e não aguentei, meti tudo até o talo, nisso ela dei um gritinho, segurei-a pela cintura e comecei a estocar bem devagar, ouvindo aquele gemidinho rouco que me deixava loco de tesão… enquanto estocava ela dizia:

“Nossa, nunca fiz isso na rua, ocê é o primero. Vai faiz mais fórti, gostu bem forti…. aiiiii, huuuummm….”

Iniciei um vai-e-vem mais rápido com estocadas mais forte, chegando a fazer barulho “Plaft… plaft… plaft…”, ela soltava gritinhos roucos e a cada batida gritava alto…

Fiquei ali estocando, aproveitei que minha mão estava no seu quadril e fui descendo-a até alcançar a sua buceta, com um dos dedos comecei a massagear o seu grelhinho, nisso ela foi aumentando a intensidade dos gemidos, cada vez mais alto, sorte que estavámos em um lugar ermo e um pouco distante da cidade.

Quando ela gozou, ela gritou alto, e mexia com as pernas esfregando-as uma na outra, sentia sua buceta apertar e morder a minha pica, era uma massagem muito gostosa…

Eu já não aguentava mais, mas me segurava pra não gozar, os seu gemidos e gritos me deixam a beira do gozo. Como não queria gozar, retirei meu pau e a virei de frente pra mim e falei:

“Sente na mesa e abra as pernas…” – ela sentou.

Então comeceia a chupar seus peitos e com um dos dedos comecei a fuder a sua buceta, bati outra siricica, mas não a fiz gozar. Falei:

“Deite aí na mesa…”

Após deitá-la desci até a sua buceta e a chupei bem gostoso até ela gozar, levando-a ao delírio. Ela já não aguentava mais de tanto gozar, pois, fazia tempo que ela estava na seca… A levantei e disse:

“Agora vou te fuder até gozar… fique sentada na beira da mesa…”

Eu estava de pé e com a minha pica na altura certa pra fodê-la, comecei enfiando somente a cabeça num vai-e-vem bem gostoso aos poucos meti tudo, até o saco.

Ela me abraçou e colocou sua cabeça no ombro esquerdo com o rosto virado para a cidade, gemendo bem gostoso, enquanto isso me unhava e apertava…. Ora me mordia o ombro, nossa não estava mais aguentando, já estava sentindo aquele tesão vindo.

“Tô quase gozando…..” – disse a ela.

“Tão goza bem gostosu ni mi… quero guardá um poquinho do seu leitinhu… huuuummm…”

Aumentei o ritmo conforme ia aumentando o tesão, nisso fui apertando-a na cintura com minhas mãos. Cada vez mais forte. Ela também foi gemendo cada vez mais alto…. Até que não aguentei e gozei.

O primiro jato foi muito forte, dei um tranco, após a 1ª ejaculada ela gozou, deu um grito alto e apertou minhas costas como se estivesse beliscando.

Logo veio o segundo jato, também forte, devido ao tesão que sentia e claro gemi muito, a mordi no ombro com força…. Meu tesão era tanto que dei outra jorrada bem gostosa.

“Nossa, sintu seu piru gozanu dentru di mi, dá pra sinti o leitinhu saí… Hummm, qui gostusura…. Aí meu deus qui locura qui fiz….”

Ela gozou mais uma vez bem fraquinho, devia ser o restinho de suas forças… Após gozarmos, nos vestimos e voltamos ao centro onde ocorria a festa, enquanto estavámos à caminho ela me disse:

“Nossa que locura qui fiz, é a primera veiz qui fiz isso… Tô inté di perna mole, pareci qui nãou tem mais força, tô inté mole… Ocê tamêm gostô?”

Disse que sim, que ela era muito gostosa e que todas às vezes que voltasse em Silveiras iria procurá-la…. E realmente é verdade mesmo, todos os anos quando volto lá eu a procuro e fodemos todos os dias em que permaneço na cidade…

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