Vi minha mulher dando o cu.

A Paula, minha esposa, tinha dado uma esfriada comigo, apesar de eu sempre conversar com ela e tentar esquentar a nossa relação.

Mas, por outro lado, ela dizia que estava tudo bem, que estava trabalhando muito, estava cansada, e não era nada demais.

Tudo começou quando ela me ligou da empresa onde ela trabalha e me disse que chegaria mais tarde, por conta de uma reunião. Já fiquei com a pulga atrás da orelha.

Na cama ela ficava só no arroz e feijão e eu queria algo mais. Eu queria mesmo era dar uma boa chupada na buceta dela e, é claro, sentir a boca dela na minha pica também.

Mas ela, no máximo, me batia uma punheta. Eu já estava com saudades de uma boca molhada, quente e gulosa devorando a minha pica.

Até aí tudo bem. Mas quando ela chegou em casa, ela foi direto para o banheiro tomar uma ducha, que demorou um bocado. O problema é que a Paula esqueceu a calcinha preta suja jogada no chão, de tanto que eu a apressei.

Peguei a calcinha dela e percebi que estava molhada e babada. Cheirei e senti um cheiro que não era da sua buceta. Macho conhece cheiro de macho!! Logo imaginei que fosse porra, mas não era minha. Que droga!!!

Como nós tínhamos combinado que as nossas putarisa teriam que acabar depois do nosso casamento, eu estava sossegado quanto às suas fantasias safadas.

Saí do banheiro e percebi que ela estava inquieta. Na primeira oportunidade ela correu para o banheiro, pegou a calcinha e as outras roupas sujas para lavar.

Comecei a observar seu comportamento, um tanto estranho. Dias depois, em uma sexta-feira, ela chegou bem tarde, por volta de 11:30hs da noite, trazida pelo chefe (ela era secretaria dele).

Ela tinha bebido um pouco e foi se deitar. Como ela estava bem alta por causa da bebida, ela acabou se deitando com uma meia-calça cor-da-pele e calcinha branca, só tinha tirado a saia.

Como sou muito observador, na hora senti falta do sutiã, da mesma cor da calcinha, que ela tinha colocado pela manhã.

Na hora a “luz de alerta” acendeu e abri a bolsa da minha esposa. O sutiã branco estava lá. Não era possível!!! Tirei a meia-calça dela e puxei a calcinha de ladinho, só para tirar uma dúvida. Era isso mesmo!!! A buceta dela estava toda melada e cheia de porra.

Que droga!! Comecei a sentir uma mistura de tesão e ciúmes. Eu não conseguia esconder minha excitação ao ver a buceta da minha mulher cheia de porra de outro homem. Mas nós tínhamos combinado que as festinhas tinham acabado. E trato é trato.

Fiquei puto da vida, até porque eu tinha sossegado o pau. Havia muito tempo que eu não trepava com outra mulher, e não era justo a minha esposa ficar dando pra outros homens.

Mas procurei refrescar a cabeça, já que eu tinha que sair de madrugada, passar o fim de semana fora e só conversaria com ela na volta.

No entanto, deu tudo errado. Não fui para onde eu deveria ir e acabei voltando tarde para o escritório. Meu colega de serviço sugeriu que fôssemos beber e eu topei.

Paula tinha me ligado e eu disse que estava tudo bem, mas eu nem tinha lhe contado o que acontecera. Destino do cão!!!!

Cheguei em casa lá pelas seis da tarde e notei um carro parado na minha garagem. Entrei devagar e fui até o quintal onde ficava a piscina e a churrasqueira.

Paula estava debruçada em uma pia que havia próxima à churrasqueira, com a calcinha do biquíni na altura dos joelhos.

O chefe dela metia sem dó. E pela cara de satisfação dele e a cara de dor dela, não tive dúvidas. O tarado estava comendo o cuzinho da minha mulher. Que safadeza!!!

Três anos de casados e eu nunca tinha conseguido enfiar no rabinho da minha esposa. E agora percebo que ela estava deixando outro cara enfiar naquele buraquinho onde eu mal podia passar o dedo.

Ela estava agindo como uma puta e gemia alto, com vontade, para todo mundo escutar. E eu acho que só não escutaram porque o som estava alto também.

“Aiii.. tá gostoso.. isso.. fode meu cu… me fode… mete teu pau em mim… arromba meu cu…!!” – a safada dizia.

Meu pau estava muito duro dentro da minha calça. Meu tesão era tanto que bastaria eu encostar na minha pica pra desencadear uma gozada daquelas. Mas não fiz isso. Preferi observar mais.

O chefe dela começou a puxá-la pelos cabelos e a chamou de puta, tarada, vagabunda e vários outros nomes.

“Toma sua puta… vou gozar no teu cu… toma piranha.. rebola no meu pau… cadela…!!!” – ele falava e ela rebolava gostoso na pica dele.

A surra de pica durou mais alguns minutos, até que ele gozou no cu daquela vagabunda. Minha mulher parecia mesmo uma biscate… descabelada, debruçada sobre a pia, a calcinha do biquíni na altura dos joelhos. Que tesão mais louco!!! Eu estava muito excitado de vê-la assim, mas não gostei dela ter mentido para mim.

O cara se debruçou sobre ela e começou a beijá-la e ela ficou elogiando o pau do sujeito:

“Que pau gostoso!!!! Como você fode gostoso… me dá teu pau de novo…!!!”

Nessa hora saiu um outro cara de dentro da casa. Era o gerente da loja onde ela trabalhava. Até então ninguém tinha me visto.

Minha mulher continuou com a bunda empinada. O chefe dela abriu suas nádegas e chamou o outro cara. Ele já estava nu, ficou atrás da Paula, segurou firme na cintura dela e meteu o pau de uma vez em seu cu. Como ela já estava arrombada e cheia de porra, percebi que o cacete do cara entrou fácil.

image hostAcho que ele ficou uns cinco minutos fodendo o cu da minha mulher, que tinha se ajeitado e chupava o pau do chefe. Outra vez um outro cara estava gozando no cu da Paula, e desta vez ele enfiou o pau na boca da minha mulher, que chupou como uma piranha.

Os três ainda estavam de costas para o lado onde eu estava. Depois de alguns minutos a Paula levantou a calcinha do biquíni e ficou com a porra dos dois só pra ela. Aliás, ela sempre adorava se vestir com porra na buceta. E agora eu percebia que ela gostava de guardar porra no cuzinho também.

Minha mulher era mesmo uma putinha. Ela dizia que adorava se sentir molhada com a gala de um macho (que eu achava que era só eu). Decidi sair e fui para a rua. Fui tomar umas cervejas e mais tarde liguei, avisando que ia chegar em casa, pois o voo tinha sido cancelado.

Cheguei em casa depois de longas horas. A Paula já tinha tomado um banho e estava lavando o biquíni no tanque. Perguntei se ela tinha usado a piscina e ela disse que sim, e justificou que estava fazendo calor. Que putinha mais safada.

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