Sexo anal com a minha vizinha.

Fazia pouco tempo que eu tinha me mudado para um apartamento no centro e eu estava demorando a me acostumar com este novo estilo de vida. Antes eu morava mais afastado, em uma casa no campo, com parque e jardim.

O tempo que eu gastava todos os dias para ir e voltar do trabalho foi um fator decisivo para que eu me decidisse a alugar algo mais perto do trabalho.

Porém, o custo de se morar no centro me forçou a aceitar um apartamento pequeno e pouco confortavel, se comparado à minha casa, que mantive e para a qual eu ia todas as sextas-feiras à tarde e retornava na segunda-feira de manhã.

Depois de um mês morando no meu novo apartamento eu comecei a conhecer alguns dos vizinhos mais próximos. No apartamento ao lado moravam umas pessoas já mais idosas, provavelmente já estavam aposentados ou viviam de pensão, uma vez que ficavam em casa o tempo todo.

No apartamento da frente morava um casal sem filhos. O homem parecia ter uns 40 anos, era sério e aparentemente pertencia a alguma congregação religiosa, pois estava sempre com trajes escuros e um livro nas mãos.

A esposa era mais jovem e deveria ter entre 32 e 35 anos. Tinha os cabelos pretos e pele muito clara e era muito bonita, apesar das roupas mais resguardadas que ela usava e que não favoreciam em nada a sua beleza.

No outro apartamento morava uma professora de uns 40 anos, muito elegante, e que sempre estava com livros e cadernos quando eu a via.

Eu cruzava com todos estes meus vizinhos o tempo todo, e com todos eles eu tinha um tratamento formal e amável. Uma manhã eu resolvi sair mais cedo que de costume e encontrei na garagem o meu vizinho da frente lutando para fazer seu carro funcionar.

Me aproximei, pois tenho muita prática em mecânica, e lhe ofereci ajuda. Ele aceitou imediatamente, reconhecendo o seu total desconhecimento de mecânica de automóveis. O problema não era sério e pude resolver com facilidade e rapidez. Meu vizinho me agradeceu e se foi.

Na sexta-feira seguinte eu já estava preparando minhas coisas para sair do apartamento rumo à minha casa no campo quando a campainha tocou. Era o meu vizinho da frente me convidando para jantar com eles à noite como forma de retribuir a ajuda que eu havia lhe dado para consertar o carro.

Pensei rapidamente em dar uma desculpa, já que queria sair mais cedo e chegar logo à minha casa, mas, logo pensei que não seria de bom grado recusar o convite e o aceitei, disposto a viajar assim que o jantar terminasse.

Como eu tinha previsto, meu vizinho era religioso e tinha a função de pastor em uma congregação. Dessa forma, a maior parte da conversa foi relacionada a questões religiosas e morais que, confesso, não são bem a minha praia.

Assim, eu me limitava a concordar com ele enquanto desfrutava da comida, que para minha surpresa, estava deliciosa. O homem me pareceu muito ortodoxo e rígido em relação à suas idéias e pensamentos.

A esposa, por outro lado, parecia submissa e transmitia um certo aspecto de resignação e passividade e raramente interferia na conversa, concentrando-se mais em cuidar da mesa e da comida.

Finalmente o jantar terminou sem produzir grandes surpresas e muito cedo, para minha sorte. Assim, fui ao meu apartamento, peguei minhas bolsas e parti rapidamente para a minha casa de campo.

Depois de uma semana do jantar com o meu vizinho eu cheguei do trabalho e logo recebi a visita da minha vizinha da frente. Ela estava meio sem jeito e me trouxe um prato de sobremesa que ela mesma tinha feito.

“Aquela noite no jantar eu tive a impressão de que você gostou muito da minha comida. Por isso fiz uma sobremesa que é a minha especialidade. Pensei que talvez você gostaria de prová-la…” – disse ela.

“Sua comida estava realmente muito gostosa e tenho certeza que esta sobremesa também está…”“eu disse a ela com um sorriso.

Ela sorriu de volta e se foi. Depois do jantar eu experimentei a sobremesa e estava realmente deliciosa, ainda mais acompanhada de um copo de vinho.

“Esse vizinho é um sujeito de sorte! Não é todo dia que encontramos uma mulher bonita assim, e boa cozinheira também” – pensei.

No dia seguinte, ao sair do trabalho eu passei em uma loja de conveniências e comprei alguns bombons para a minha vizinha e uma garrafa de vinho para o seu esposo, já que eu queria retribuir as gentilezas que eles fizeram pra mim.

Depois de tomar um banho e me vestir de forma bem informal, fui ao apartamento deles e toquei a campanhia. A vizinha me atendeu e pediu que eu entrasse.

Dei a ela os presentes pelo jantar e pela sobremesa e disse que, como eu desconhecia os gostos de seu marido, eu tinha comprado uma garrafa parecida com a que tínhamos bebido e que, se não fosse de seu gosto, eu a trocaria no dia seguinte.

“Não vai ser necessário…” – disse minha vizinha – “além disso, você teria que esperar alguns dias. Meu esposo viajou para um congresso e voltará só na semana que vem. Ele viaja muito por causa da sua atividade como pastor… Quer tomar um café?” – ela perguntou. Aceitei de imediato.

Conversamos sobre coisas normais, mas, logo comecei a perceber que a personalidade da vizinha não tinha nada a ver com a de seu marido. Ela tinha um ponto de vista mais liberal.

Me contou que se casou muito jovem por influência de seu pai, que achava que seria bom se sua filha se casasse com um homem moralmente sólido.

Não tiveram filhos e nunca tentaram nenhum medicamento para essa finalidade. Seu marido aceitou o fato e pronto.

Ela também disse que tinha começado a trabalhar fora há uns dois anos e isso tinha mudado bastante sua percepção da vida, já que se relacionava com outras mulheres que obviamente tinham outras idéias diferentes das suas.

A conversa se prolongou bastante, tanto que me dei conta de que já era tarde, despedi e fui ao meu apartamento dormir.

Na tarde seguinte, ao voltar do trabalho, encontrei um pedaço de papel debaixo da porta. Era um recado de minha vizinha pedindo que eu passasse em seu apartamento. Fui imediatamente. Ela me convidou a entrar e assim o fiz.

Logo percebi que ela estava um pouco mudada. Vestia roupas sem provocações mas que realçavam seu corpo, que aliás era muito bonito. Também tinha uma maquiagem bem sutíl, deixando seu rosto ainda mais belo.

“Deixei um recado porque meu marido me ligou hoje. Aí eu comentei do vinho que você tinha deixado e ele me pediu para lhe agradecer e dizer que a marca que você escolheu é uma das preferidas dele. Não é preciso trocar.” – disse ela.

Em seguida ela me ofereceu uma bebida e eu aceitei na hora. Bebemos e conversamos ainda mais animados que na oportunidade anterior.

Não sou muito rápido para perceber sinais sutís por parte das mulheres, pois nunca fui um “caçador” como estes caras que cheiram oportunidades em lugares que nenhum outro consegue ver.

No entanto, enquanto conversávamos eu tive a sensação de que ela me tratava de um jeito especial. É claro que eu não estava disposto a cometer uma imprudência com nenhum dos meus vizinhos e, muito menos com estes.

Mas os sinais estavam ali. A bebida estava me deixando um pouco mais audacioso e decici sondar um pouco mais sem me arriscar demais.

“Você não sabe o quanto estou feliz que tenha me convidado para beber e conversar com você..” – eu disse a ela – “Gosto muito de companhia, especialmente se for mulher. Há muito tempo que estou longe da minha esposa e, como trabalho muito, não tenho tido tempo de disfrutar de companhias agradáveis.”

Percebi que o rosto dela ficou um pouco vermelho e fiquei na expectativa da sua resposta. O que ela ia responder me daria um indicativo se eu estava equivocado ou não e se deveria continuar com a minha ofensiva ou bater em retirada o mais rápido possível.

“Bem…” – disse ela – “Eu também gosto da sua companhia. Nem sempre tenho a oportunidade de conversar com outros homens, além do meu esposo. E me parece interessante conhecer outras pessoas, com idéias e pontos de vista diferentes.”

“Bingo!!” – pensei. Temos algo aqui. Devo prosseguir.

“Que coincidência boa!” – respondi – “Podemos disfrutar um do outro… quero dizer, em relação à conversar e termos a companhia um do outro…”

Percebi que minhas últimas palavras a deixaram inquieta e seu rosto ficou ainda mais vermelho. Mas não disse nada, apenas ficou me olhando nos olhos. Era agora ou nunca. Com concentração total e a maior diplomacia possível eu parti para o golpe definitivo.

“Regina, talvez eu esteja sendo direto demais a ponto de parecer atrevido, de forma que, se você achar que estou equivocado e se sentir ofendida, eu lhe peço mil desculpas. Mas não posso deixar de dizer que você me atrai muito. Sei que é casada e conheço os principios que orientam a sua conduta. Mas, se eu não falar isso agora, poderei levar esse arrependimento por muito tempo.”

Ela arregalou os olhos, me olhou demoradamente e logo desviou o olhar.

“Não imaginei que minhas atitudes transmitiam tanto os meus pensamentos. Estou envergonhada…” – disse ela fazendo uma longa pausa – “Mas também não tenho intenção de ser hipócrita. O que você acabou de me dizer foi o resultado dos sinais que eu lhe transmiti, e nisso você foi muito inteligente. Gostei da sua sinceridade e também serei sincera e direta, pois isso nos poupará tempo e esforços desnecessários. Só peço que não fique escandalizado com o que vou dizer…”

“Como eu lhe disse…” – ela continuou – “me casei muito jovem, e o único homem que me tocou, até hoje, foi o meu marido. Faz um tempo que comecei a trabalhar e minhas companheiras são casadas ou namoram com homens comuns, quero dizer, não são religiosos. Pelas conversas que eu tenho com elas eu percebo que a maioria tem uma vida sexual muito melhor e mais agitada que a minha, principalmente em relação à variedade, seja de companheiros ou de práticas. Acho que você já entendeu que, devido à sua formação, meu esposo é bem mais ortodoxo e vê o sexo apenas como uma função reprodutiva.”

Isso era muito mais do que eu esperava que ela pudesse reconhecer, e confesso que me senti um pouco desorientado com essa forma tão direta de encarar o assunto. Mas, não era hora de melodramas. Me aproximei dela e segurei sua mão.

“É uma pena que uma mulher tão bonita como você tenha uma vida sexual tão frustada…” – eu disse – “Te acho muito linda e sei que você merece ser tratada como uma mulher de verdade e ter todos os seus desejos e fantasias realizados.”

Ela não disse nada. Apenas me olhava com olhos apaixonados. Me aproximei e beijei seus lábios. Senti que ela tremia um pouco e começava a ficar tensa. Continuei com minhas caricias e beijos até que ela começou a se relaxar por completo.

Minhas mãos procuraram os botões de seu vestido e logo seus seios foram liberados. Eram completamente brancos, bem firmes, com as auréolas grandes e escuras.

Passei minha lingua pelos bicos dos seios dela, em movimentos circulares, rodeando de um lado e outro. Ela começou a suspirar e gemer baixinho. Logo pedi a ela que ficasse de pé e tirei seu vestido e sua calcinha.

Seu corpo se revelou uma surpresa agradável, com a pele bem clara, cintura estreita e os quadris ligeiramente largos. Seus seios eram de um tamanho bom, nem muito grandes nem muito pequenos, com os biquinhos apontando para cima. Seu púbis era lindo, com pêlos levemente aparados e pretos, como seus cabelos.

Tirei rapidamente a minha camisa e calça, ficando apenas de cueca. Minha ereção, que a esta altura já estava no nível máximo, ficou bem evidente por cima da minha cueca.

Ela baixou o olhar até o volume da minha pica e fez um gesto parecido com susto, com a boca semi-aberta. Peguei sua mão e a levei até a minha pica, a qual ela segurou com certa timidez e apertou e acariciou por cima da cueca.

Fiz com que ela se sentasse no sofá e se recostassse. Em seguida comecei a beijar seus seios e lamber os biquinhos, dando chupadas suaves e curtas, alternando entre os dois melões, enquanto minhas mãos os massageavam e apertavam suavemente.

Logo fui baixando minha boca lentamente, passando a lingua por sua barriga e umbigo até chegar ao seu púbis. O cheiro de fêmea me deixou ainda mais excitado. Acariciei os pêlos de sua buceta, abri suas pernas e comecei a lamber suavemente, apenas roçando a ponta da minha lingua ao redor de seu clitóris.

Ela suspirava, gemia e se contorcia, segurando meus cabelos com uma das mãos. Comecei então a lamber seu clitóris, com carícias leves, quase sem tocá-lo. Eu o molhava com minha lingua e saliva e depois dava umas sopradinhas, para deixá-la ainda mais excitada.

A deixei sentada e fiquei em pé na frente dela, observando-a por um instante. Em seguida tirei minha cueca e fiz minha pica balançar próximo ao rostinho dela.

“Ohhhhh! É muito grande!” – disse ela fazendo uma cara de surpresa.

Na verdade eu não tenho um pau muito grande, algo em torno de uns 18cm com uma cabeça bem grande e relativamente grosso. Sua expressão de suspresa deve ter sido pela comparação que ela fez entre o meu pau e o do seu marido, que, obviamente, deveria ser bem menor.

Coloquei uma mão em sua nuca, segurei minha pica com a outra e fui aproximando ele de seus lábios. Ela imaginou o que eu pretendia e abriu rapidamente sua boca, alojando a cabeça da minha pica entre os seus lábios.

Observei sua cara de medo e timidez e fiz um pouco de pressão entre seus lábios e a cabeça do pau entrou em sua boca. Ela mantinha os olhos fechados e suas mãos imóveis, evidentemente, não sabia muito bem o que fazer.

“Deixa entrar mais! Abra a boca mais um pouquinho!” – disse eu fazendo uma leve pressão na sua nuca e trazendo seu rosto em direção ao meu pau.

Ela respondeu deixando entrar mais alguns centimetros da minha pica em sua boquinha quentinha, com aqueles lábios delicados e macios. Empurrei mais um pouco e ela tentou escapar, deixando os dentes roçarem meu membro levemente.

“Devagarrrr!” – disse ela – “Nunca fiz isso antes! Deixa eu tentar fazer eu mesma, mas bem devagar! Não consigo enfiar tudo isso na minha boca de uma só vez…”

Me sentei no sofá, abri minhas pernas, com a minha pica apontada para o teto, parecendo uma espada.

“Fique de joelhos e faça como achar mais gostoso! Hoje esse pau é todinho seu, Regina!” – disse eu sorrindo.

image hostEla se ajoelhou entre minhas pernas e segurou a minha pica com uma das mãos, começando a passar a lingua em volta da cabeça. Logo começou a dar chupadinhas curtas e a enfiava em sua boca e a tirava novamente.

Em poucos segundos ela pegou o jeito e lambia e chupava cada vez mais profundo, até que metade da minha pica já estava em sua boquinha gostosa.

Então ela começou a mover a cabeça para cima e para baixo, de forma que seus lábios iam da ponta até a metade da minha pica.

Eu confesso que eu já tinha recebido boquetes de mulheres com técnicas impecáveis, mas aquela mulher tímida com sua mamada sem experiência estava me deixando louco de tesão. Talvez fosse sua timidez e sua inexperiência o que mais me deixava excitado.

O tesão que a Regina estava provocando com sua boca em minha pica estava atingindo limites insuportáveis e eu estava quase gozando. Tomei o controle da situação e fiz com que ela se sentasse no sofá novamente, recostada, quase deitada.

Beijei, lambi e chupei seus seios, e logo, dediquei uma atenção especial ao seu clitóris, vendo-a se contorcer de prazer. Finalmente levantei suas pernas sobre meus ombros e de uma só investida enfiei toda a minha pica em sua boceta molhadinha.

image host“Ahhhhhhhhhhhhh! Devagarrrrrr! É muito graaannnndeee..!!” – ela gemeu enquanto meu membro ia desaparecendo no interior daquela buceta deliciosa.

Comecei a me mover devagar para dentro e para fora de sua buceta molhada e escorregadia e a cada três enfiadas eu tirava todo o pau e batia com ele em seu clitóris, para, em seguida, meter tudo novamente.

“Ohhhhhh! Meteeee! Que gostosoooo! Meteee, assimmmmm!” – ela gemia e se arrepiava toda.

Continuei castigando aquela fêmea gostosa com minha pica dura como ferro durante mais alguns segundos, sempre dando batidinhas com meu pau em seu clitóris. Finalmente ela atingiu seu limite e se entregou a um violento orgasmo.

“Ahhhhhhh! Meu deusssss!! Estou gozandoooooo!!! Enfia tudoooo! Bem fundooooooo!” – disse ela me agarrando com todas as suas forças, gozando e rebolando a buceta no meu pau.

Deixei minha pica enterrada em sua buceta até que suas contrações foram diminuindo e ela ficou completamente relaxada, deitada no sofá.

Tirei meu pau lentamente de dentro dela e ficamos sentados no sofá os dois, nos acariciando, com ela apoiando sua cabeça no meu ombro.

“Que gozada gostosa, Leandro!! Estou me sentindo como se fosse uma jovenzinha que acabou de descobrir o sexo…” – disse ela rindo e me dando beijinhos nos lábios – “Há muito tempo eu sentia vontade de dar um trepada assim, gostosa, safada, sem vergonha e sem culpa.”

Eu a abracei carinhosamente, acariciando seus cabelos e dando um longo beijo em sua boca.

“Como sou muito cuidadoso, eu penso que não é seguro gozar dentro da sua buceta…” – disse eu – “E como isso foi algo inesperado e eu não trouxe camisinhas, temos somente duas possibilidades agora…”

Ela apenas me olhou, esperando que eu continuasse falando.

“Você sabe quais são?” – perguntei sorrindo.

“Não sou boba!” – disse ela – “posso imaginar quais são. E se realmente são as que estou pensando, uma dela eu já comecei a praticar em você, correto?”

Eu concordei sabendo que ela estava se referindo à deliciosa mamada que ela tinha dado no meu pau.

“A outra me dá um pouco de medo pelo tamanho desse negócio que você tem aí…” – ela continuou, ficando em silêncio por um instante – “Mas, se você está aqui é pra que eu possa fazer com você todas as coisas que eu não posso fazer com o meu marido, e conhecer e experimentar coisas que ele nunca me ensinará. Sim, eu acho que podemos ver se eu te aguento por trás. Só peço que faça bem devagar, com muito carinho, já que este será o meu primeiro anal…”

“Não se preocupe, Regina!” – disse eu – “Vou enfiar com muito cuidado e paro todas as vezes que você pedir…”

Peguei sua mão e nos levantamos do sofá, indo para o quarto, onde voltei a chupar seus seios, sua bocetinha e seu clitóris, de forma a deixá-la mais excitada e assim fazer com que seu cuzinho ficasse mais relaxado.

Depois de alguns segundos seus gemidos já estavam me avisando que sua excitação já estava à mil. Coloquei a deitada de bruços, com um travesseiro embaixo dos seus quadris, deixando sua bundinha bem empinada.

image hostAcariciei suas suaves nádegas e logo as abri um pouco para ver seu cuzinho, que parecia apertadinho e frágil. Me ajoelhei atrás dela e lambi seu cú vagarosamente, enfiando a ponta da lingua e deixando-o bem lubrificado com a minha saliva.

“Abra sua bunda pra mim! Assim!” – disse eu indicando suas nádegas – “Ela segurou cada uma de suas nádegas com suas mãos e as separou, deixando bem à mostra o cuzinho virgem que eu estava prestes a penetrar.”

Encostei a cabeça da minha pica, que a esta altura estava dura como uma barra de ferro, na entrada do cuzinho dela e fiz uma leve pressão. Ela ficou tensa mas voltou a relaxar ao perceber que eu ainda não estava enfiando.

“Fica bem tranquila e relaxada!” – eu disse.

image host“Mete bem devagar pra não me machucar, por favor!” – disse ela – “Seu pau é muito grande!”

Empurrei mais um pouquinho e vi como a cabeça do meu pau começava a entrar em seu rabinho.

“Ahhhhh! Uhhhhhh!” – ela gemia enquanto eu observava todos os seus pêlinhos ficaram arrepiados.

Mais um empurrão e quase consegui enfiar toda a cabeça da rôla.

“Aiiiiiiii, Leandroooo! Devagarrrrrrr!” – disse ela soltando um gritinho e usando todo o vocabulário que estava guardado para esta ocasião – “Vai rasgar meu cú assimmmmm!”

Fiquei parado com a cabeça da rôla quase toda no cuzinho dela. Pouco a pouco ela foi se relaxando mais e seu cú se acostumou ao que já estava dentro. Fiz alguns movimentos de tira-e-põe até o trecho eu já tinha conseguido enfiar.

“Respira que vou enfiar mais um pouco!” – eu disse e fiz mais um pouco de pressão. O cuzinho dela se alargou ao máximo, tratando de acomodar a enorme cabeça da minha pica.

“Aiiiiiii!!! Dóiiii muitoooooo!” – ela gemia e tentava abafar seus gritos colocando uma das mãos na boca – “Tiraaaaa, por favorrr! Está me rasgandooooo!”

Tirei minha pica e vi seu cuzinho se fechar de novo, ficando novamente lacrado e aliviado. Ela apertou suas nádegas fortemente e se virou, ficando deitada de barriga pra cima e olhando o meu pau.

“Meu deussss! É muito grande! Não vai entrar não!” – disse ela reclamando mas com um sorriso nos lábios.

“Entra sim, Regina…” – eu disse a ela, aproveitando e massageando seu grelo com os dedos – “Você só precisa relaxar e aguentar um pouquinho. Tudo que eu quero agora é enfiar meu pau no seu rabinho, até o fundo, e sentir sua bundinha contra o meu corpo. Mas é preciso paciência. A primeira vez é sempre difícil…” – finalizei com um sorriso de compreensão.

“Vamos tentar novamente?” – disse ela – “Mas, mais devagar! Eu preciso me acostumar com ele dentro do meu cú.”

Ela então ficou na mesma posição que estava antes, abriu bem suas nádegas e eu fui por trás novamente.

“Fique bem relaxada que já vai entrar…” – eu disse a ela dando uns beijos em suas costas. Em seguida lambi seu cuzinho novamente, deixando-o bem lambuzado de cuspe.

Empurrei bem devagar e enfiei metade da cabeça da minha rôla, em seguida mais um pouco entrou. Faltava a parte mais larga e pensei que a única forma de passá-la por seu cuzinho apertadinho seria empurrando de uma só vez. Será que ela aguentaria?

“Aguenta que já vou enfiar mais um pouco…” – disse a ela sentindo sua respiração ficar cada vez mais ofegante.

Quando senti que o esfíncter dela tinha relaxado um pouco eu dei um empurrão curto e firme e a cabeça da minha rôla desapareceu dentro de seu cú, cujo anelzinho se fechou com força, apertando minha pica. Que sensação gostosa.

“Aiiiiii! Que dorrrrr! Ohhhhhh!” – ela gritou desesperada, mordendo o travesseiro. Mesmo com o som ligado eu fiquei com receio de que os vizinhos de outros apartamentos pudessem ouvir seus gritos e gemidos.

Fiquei imóvel, esperando ela se acalmar um pouco mais. Depois de alguns instantes seu cuzinho foi se adequando e se acostumando à presença incômoda da minha pica. Ela, é claro, continuava gemendo baixinho e compassado, com suas mãos agarrando firmemente os lençois

“Shhhhhhh!” – falei pra ela – “Falta pouco, Regina! Aguenta mais um pouquinho que vou enfiar tudo nesse cuzinho gostoso…” – terminei de falar e fui empurrando lentamente e sem pausa, até que senti que a minha pica já tinha entrado tudo.

“Uhhhhhhhhhh! Meu deusssss! Aiiiiiii!!!” – ela gemia desesperada, mas a minha pica já tinha desaparecido em seu cuzinho e eu agora sentia o contato de suas nádegas brancas e macias.

“Aiiiiii, Leandro!!!! É muito grande!!! Está me rasgando todaaaaa!”

“Fica tranquila agora, Regina!” – eu disse a ela – “Viu como você consegue? Meu pau está todinho dentro do seu cuzinho gostoso! Agora fique quietinha que logo começará a sentir muito prazer.”

“Aiiii! Tomaraaa! Por que está doendo muito!!! – “ela murmurava enquanto sua respiração ia ficando menos ofegante.

Ficamos parados por um tempo, sem nos movermos. Aproveitei para apreciar suas curvas, passar os dedos em sua pele, apertar e massagear suas coxas e sua bunda. Eu sempre gostei de ver uma mulher dando o cú. Mas, gosto mesmo é quando o pau no cú dela é o meu.

Ela continuava gemendo bem baixinho, cada vez mais devagar e eu sentia que seu rabinho apertava minha pica com menos força, dando sinais que ela estava bem mais relaxada.

“Que bundinha gostosa! Dá esse cuzinho para o seu novo macho!!! Dá!!” – eu disse me deitando em suas costas e começando a dar umas enfiadas bem rápidas e fundas.

“Ohhhhhh! Fode meu cú, seu safadoooooo! Fode com força!!!!” – ela gemia e se contorcia, levantando a bunda para uma penetração mais profunda.

Não sei ao certo se ela estava sentindo prazer ou queria que eu gozasse logo para dar um descanso ao seu rabinho. A verdade é que suas palavras surtiram efeito.

“Estou gozandoooo, Reginaaaa! Estou gozandooooo!” – avisei e soltei enormes jatos de pôrra dentro do cuzinho dela.

“Ohhhhhh!!! Que sensação gostosaaaaaa! Gozaaa maissss, gozaaaaa!” – disse ela enquanto meu pau liberava as últimas gotas de porra dentro dela.

Fiquei satisfeito e exausto, deitado nas costas dela, durante um tempo, beijando sua nuca, cheirando seus cabelos e fazendo carinhos em seu rosto. Finalmente meu pau foi amolescendo e o cuzinho dela tratou de me expulsar.

“Você gostou, Regina?” – perguntei a ela quando já estávamos deitados, lado a lado.

“Minha nossa senhora!!!” – ela respondeu – “Pensei que esse negócio não ia mais parar de entrar em mim. É uma sensação diferente. Por duas vezes achei que eu ia desmaiar. É algo completamente diferente do que dar a buceta. Talvez se eu fizer com mais frequencia não levarei tanto tempo para me acostumar com uma pica no meu cuzinho. Te digo com certeza que achei que não ia conseguir. Pensei mesmo que a tua pica não ia entrar no meu cú. É assustador, sabia?”

Eu apenas ria do modo como ela falava.

“É verdade…” – eu disse – “Mas, você gostou ou não?”

“Não sei muito bem! Dói um pouco….” – disse ela – “Como explicar… senti uma satisfação especial por ter conseguido aguentar sua pica no meu cú, entende? Talvez um prazer mais psicológico do que físico. Mas a experiência foi muito boa…”

“Posso lhe dizer algo?” – disse eu.

“Claro, por favor…”

“Por ser sua primeira vez em algumas das coisas que fizemos hoje, eu notei que você sabia como fazê-las. Não estou duvidando que seja sua primeira vez mesmo, só fiquei intrigado…” – eu disse dando um beijo carinhoso na boca dela.

“Bem, Leandro…” – ela disse – “Na verdade é a primeira vez que faço, mas já conhecia tudo isso. Algumas vezes, quando estou sozinha, dou um jeito de ver alguns vídeos pornôs na internet. É claro que meu marido nem sonha que faço isso. Sou curiosa. Fico vendo estes vídeos com o propósito de ver quais outras coisas são possíveis de serem feitas na cama com um macho bem disposto. E sempre fiquei muito excitada e com vontade de praticar o que vejo. É nosso segredo, mas a pornografia que andei vendo na internet é a razão de você estar aqui hoje.”

Agradeci aos vídeos pornôs e desejei que ela tivesse visto outras coisas que eu gostaria de fazer com ela.

“Não se esqueça que ainda faltam algumas outras coisas…” – disse eu.

Ela me olhou sorridente e com carinha de safada.

“Eu sei, bobinho! Aliás sei também que devo repassar as lições recém-aprendidas até que as assimile de verdade.”

E foi assim que continuei comendo o cuzinho da vizinha por um bom tempo. Era só o marido viajar que ela dava o sinal para praticarmos o que ela tinha aprendido e ainda ver muita coisa nova.

Logo ela se transformou em uma mulher muito criativa na cama e quando perdeu a timidez e a inibição por completo, ela se converteu em uma amante excelente.

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