Manu, a sobrinha surpresa.

O irmão mais velho da minha mulher havia se mudado há tempos para o sul do Brasil e por motivos diversos acabamos levando nossa vida corrida em São Paulo e quase perdendo o contato.

Muitos anos se passaram e só tínhamos noticias espaçadas e informações de fragmentos de acontecimentos, mas nunca participamos de suas vidas.

Sua filha mais velha, Manuela, acabou se casando muito jovem com um rapaz da localidade, numa cerimônia simples que nunca chegamos a ir e, dentro desse cenário, foi que um dia minha mulher chega pra mim e diz:

“Meu irmão me ligou e pediu o favor de recebermos a Manuela aqui em casa, pois ela se separou do marido e vem fazer um curso de especialização de três meses em São Paulo…”

“Tudo bem Martha sem problema…” – respondi.

Minha esposa se animou bastante com a vinda da sua sobrinha e começou a dar ordens aos empregados para que providenciassem e deixassem tudo da melhor forma possível para recebê-la. No dia combinado foi buscá-la no aeroporto, eu não pude ir devido compromissos profissionais.

À noite, quando chego em casa sou finalmente apresentado a minha sobrinha Manuela, que até então só conhecia por fotografias. Era uma jovem e bela mulher de 25 aninhos, mas com carinha de ninfeta, toda mignonzinha e delicada, com uma voz aveludada e super delicada.

Atirou-se no meu pescoço me dando um abraço apertado e me beijando na face dizendo:

“Tio muito obrigado por me acolher!”

“De nada Manu, você é muito bem vinda em nossa casa pelo tempo que precisar.”

Assim feito fomos jantar, assistir TV e começamos a conversar mais com Manuela e saber de detalhes da família da minha mulher.

Os dias se passaram e Manuela, absorta em seus afazeres, quase não parava em casa, mas durante a noite, quando jantávamos e conversávamos, não podia deixar de notar suas belas formas pelos contornos dos pijaminhas.

Manu sempre me olhava fixamente nos olhos, me encarando, mas sem demonstrar nenhuma expressão ou dar nenhum sinal que me levasse a tomar qualquer iniciativa.

Uma tarde eu volto mais cedo pra casa e ao subir para o meu quarto, ouço pequenos soluços vindos de dentro do quarto da Manuela.

Pela porta entreaberta pude ouvi-la chorando baixinho e então a abri levemente e chamei:

“Manu, você está bem querida?”

“Sim, Tio me desculpa não queria incomodar o senhor.”

“Manu você não me incomoda querida, o que aconteceu? Posso entrar?”

“Sim tio, me desculpe estou tão envergonhada..” – dizia enquanto enxugava as lágrimas com as costas das mãos.

“O que houve? …Me conta Manu!”

“Ah nada Tio, me bateu uma tristeza, foi só isso…”

“Manu você está com saudades dos seus pais? Pode ligar pra eles quando quiser querida, não se preocupe com nada…”

“Não tio… não é isso…”

“O que é então?… Estou preocupado me conte, por favor… O que posso fazer pra te ajudar?”

“Ai tio eu morro de vergonha de contar, mas eu vou contar sim, pois gosto muito do senhor…”

Dizendo isso começou a chorar novamente e entre soluços e lágrimas eu me sentei na cama ao seu lado e a abracei ternamente.

Fiquei consternado com a tristeza da garota e enlacei-a pela cintura oferecendo meu ombro para que se aninhasse nele, fiquei fazendo cafuné nos seus cabelos enquanto lhe dizia palavras de carinho e conforto…

“Manu nós estamos aqui querida, pode confiar em nós…”

“Sabe tio quando me casei com o Daniel? Antes disso eu namorava um homem mais velho chamado Renato, que eu adorava, mas meu pai e minha mãe eram completamente contra e então por raiva eu acabei me casando com ele porque na escola estava sempre jogando comigo e se dizia sempre apaixonado, mas depois de nos casarmos tio, ele mudou muito… ele nunca ficava comigo e nas poucas vezes quando fazíamos amor ele começou a ficar cada vez mais distante de mim, nossas transas eram cada dia menos freqüentes e mais curtas, ele já não dispensava nenhum carinho e atenção pra mim. Só queria saber de ficar com os amigos jogando vídeo game e uns jogos estúpidos “online”… até que um dia eu cheguei mais cedo em casa e peguei ele dando para um amigo dele…”

“Nossa Manu que chato…”

“Sim tio, põe chato nisso… o pior é que ele tentou me convencer de que não estava acontecendo nada…imagina a cena: o Daniel usando uma calcinha fio dental minha, com o pau do amigo todo atolado no rabo dele, socando e bombando, e ele vira com a maior cara de pau do mundo dizendo que não era nada disso que eu estava imaginando…sabe…me senti arrasada…viadooo!”

“Com certeza Manuela não é pra menos…”

Dizendo isso levantou a cabeça do meu ombro me olhou nos olhos com a boca a centímetros da minha boca e perguntou:

“O senhor me acha feia, tio?”

“Imagina Manu… Você é uma mulher linda e maravilhosa….”

Mal terminei a frase e Manuela atracou-me e beijou minha boca com tesão…com gosto de choro e lágrimas…um beijo melado, com gosto de quem está ferida e magoada com a vida…

Por alguns instantes eu me perdi naquele beijo, enquanto Manuela repousava sua mão na minha virilha, a milímetros do meu pau, que, pego de surpresa ficou duro instantaneamente…

Manu, sentindo o volume que se formou por dentro da minha calça, chupou minha língua com força e começou a contornar o desenho da glande com a ponta das unhas…

Eu estava a ponto de explodir de tesão, quando ouvi a porta da sala se abrir e minha mulher colocar a bolsa sobre a mesa da sala…

Como um foguete, levantei-me e entrei no banheiro da minha suíte abrindo o chuveiro rapidamente. Tirei minha roupa e entrei no chuveiro e ouvi minha mulher batendo a porta:

“Vai demorar? Também quero tomar banho…”

“Já saio já…” – respondi!

Saindo do banho peguei meu “notebook” e fiquei lendo noticias no quarto até que fui chamado para jantar!

Desci até a sala de jantar, sentei-me a mesa quando chega Manuela, me olhando nos olhos com um sorrido no canto da boca que eu conheço de longa data… é o sorriso de mulher safada que sabe que conquistou sua presa. O velho sorriso de puta que ganhou o cliente!

Olhou-me bem dentro dos olhos e sem dizer nenhuma palavra mordeu os lábios e depois passou vagarosamente a língua neles e novamente deu aquele risinho rasgado… me desafiando e se insinuando descaradamente. Naquele momento eu sabia que não haveria mais volta.

Jantamos os três conversando coisas corriqueiras e fomos para o “home theater” assistir um filme. Manu sentou-se ao meu lado e reclamou de frio. Martha então lhe disse:

“Vai ao quarto e pega um cobertor pra gente…”

Levantando-se me olhou nos olhos e eu entendi naquele segundo o que se passava em sua mente… Ela não iria desistir.

Coloquei o filme no “Blue-Ray” e começamos a assistir a um filme de ação e aventura. Nisso Martha diz:

“Meu Deus!!!” – dando risada – “Quanto tiro e sangue nesse filme…eu vou tomar um banho que ganho mais…”

Mal ela deixou a sala Manu, apertou a minha pica por cima do Robe que eu estava usando…

“Manuu paaara! … Aqui não dáaa!”

“Eu vou terminar o que comecei tio… Desde que vi o senhor eu tenho vontade de fazer issooo…”

De pronto caiu de joelhos entre minhas pernas, esfomeada e sem pedir licença foi soltando o meu Robe e enfiando a mão por dentro da cueca e puxando a pele do meu pau de modo a exibir toda a glande, mordeu novamente os lábios, me olhou nos olhos com cara de puta e não de ninfetinha e colocou meu pau na boca!

image hostColocou-o na boca como quem coloca uma iguaria e desceu fazendo a pressão certa com os lábios. Salivando abundantemente, puxou a pele mais pra baixo e foi entrando, centimetro a centimetro sem pressa, entrando até colocá-lo no fundo da garganta!

E lá o manteve por alguns segundos que pareceram infinitos, para depois repetir a operação novamente. A cada entrada e saída sua eu via o fio de saliva espessa que se prendia a ponta do meu pau.

A visão era alucinante e muito erótica, eu delirava de tesão com aquilo. Segurei-a pelos cabelos e ela me encarou nos olhos me lançando um desafio. Queria que eu violasse sua garganta! Não me contive e atolei meu pau de uma vez na sua boca até o fundo da sua garganta.

Manu aceitou tudinho e eu comecei a socar forte dentro da sua boca como se fodesse uma buceta gulosa… Sem demora comecei a sentir aquela sensação pré-gozo… e balbuciei alguma coisa desconexa!

“Manu..”

“Hum hum….”

“Manuuuu….eu vouu gozarr…”

“Hummmm….”

Neste momento Manu, com os lábios cobrindo os dentes, apertou minha uretra no meio do corpo do pau… mordendo-o com muita força. Torturava-me, pois apertava bem forte pra depois suavizar a pressão e faze-lo entrar até o fundo da sua garganta.

A sensação da glande tocando suas amígdalas era demais, até que senti um jato forte de porra subindo pela minha uretra… Confesso que pensei em tirar, mas estava bom demais pra isso! Sem forças e a mercê da minha vontade ejaculei espesso e pesado dentro da boca da minha sobrinha…

Manu com os olhos cheios de lágrimas pela profundidade da chupada, sorvia cada gota do meu esperma… E assim ejaculei duas vezes na sua boca… vi quando um pouco de porra lhe escapou pelos lábios indo alojar-se na base do meu pênis junto aos pentelhos…

Mas Manu, esfomeada por leite de tora, não se contentou com o que lhe pus na boca e lambeu todo o resto que escorreu pra fora até deixar meu pau liso e brilhante!

A chupeta foi tão deliciosa que meu pau não mais amolecia… A imagem que aquela fêmea me proporcionou era uma imagem digna de Oscar de filme pornô.

“Vadia….”

Manu, sem calcinha, puxou o short do pijama de lado e sentou de frente comigo enterrando meu pau na sua buceta ensopada de uma só vez… Ela estava tão molhada que meu pau alojou-se no fundo do seu útero fazendo com que ela tivesse espasmos de tesão!

image hostFiquei alucinado nesse momento… com as pernas entrelaçadas na minha cintura levantei-a e deitei-me por cima dela no tapete da sala. Sem reservas nem pudor comecei a bombar naquela buceta maravilhosa.

Senti nesse momento como era grande e duro seu clitoris. Não havia dó, romance nem carinho, era uma fome animal e eu só pensava em fuder aquela femea.

Uma fúria tomou conta de mim e da minha respiração, fiquei tão transtornado que me esqueci completamente que Martha estava dentro de casa e acordada, foi tão intenso que gozei novamente em menos de dois minutinhos…

A sensação de perigo foi tão forte que me fez ejacular até cair sem forças ao lado da Manu. Nem um simples beijo nós tivemos tempo de trocar…

Tirei meu pau do interior das suas entranhas e vi meu leite viscoso escorrendo-lhe pela buceta… Manu, com a maior cara de sem vergonha, colocou sua mão por sobre a vulva e com os dedos encharcados de porra levou-os a boca novamente lambendo-os com vontade. Logo depois a espalhou pelos seus pentelhos deixando-os molhados de esperma.

Peguei-a pela nunca e dei-lhe um beijo de língua demorado sentindo todo meu gosto na sua boca! Levantei-me de uma só vez e fui embora para o meu quarto sem lhe dizer nenhuma palavra.

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