Viagem de verão.

A história que vou contar aconteceu no verão passado. Sou uma mulher separada e tenho um filho de 8 anos. Decidi levá-lo a um parque aquático para passarmos alguns dias do verão.

O parque era grande, tinha diversas piscinas e tobogãs, além de grandes áreas para tomar sol e um hotel dentro do parque. O hotel tinha uma ótima estrutura.

Logo que chegamos, meu filho fez amizade com um outro menino da mesma idade que ele. Seus pais eram muito simpáticos e resolvemos então nos juntar a eles para este dia de parque. Os dois meninos corriam para lá e para cá enquanto eu conversava com o casal.

Mas a mãe do menino, que era super protetora, acabou por deixar seu marido e eu a sós para cuidar dos meninos no parque.

Humberto era o nome dele. Ficamos os dois tomando sol e bebendo sucos, enquanto conversávamos. O papo era bem agradável e, depois de algum tempo, já estávamos conversando sobre nossas intimidades. Conversávamos sobre os nossos relacionamentos.

Contei que eu era separada e que não tinha mais relacionamentos sérios pois não queria. Ele contava que sentia falta de algumas coisas no seu casamento. Papo vai, papo vem, caímos no assunto do sexo.

Ele me contou então que sua esposa deixava muito a desejar nesse quesito. Como estava adorando a conversa e queria deixar o assunto mais quente, perguntei qual era o problema entre eles.

Ele estava receoso e não queria entrar em detalhes. Falei que a conversa ficaria somente entre nós, que ele poderia se abrir, pois somos adultos e não temos que ter restrições neste assunto.

Ele iniciou, dizendo que sua mulher parecia ser frigida, parecia que ela não gostava de sexo e que não o procurava para isso. Também não fazia o que ele gostaria que ele fizesse. Perguntei, com cara de santa, o que seria esse tudo que ele queria. Meio sem jeito, contou:

“Ela não faz o que quero na cama… É fria e não gosta de oral. Anal então, nem pensar!”

“Ah, eu acho que uma mulher não deveria ter restrições com o marido. Eu sempre fui uma mulher liberal… Acho que o sexo é uma coisa tão boa que temos que experimentar suas várias formas…”

Bom, com essa conversa e eu ainda de biquíni tanguinha, percebi que ele ficou excitado. Um volume apareceu dentre suas pernas.

“E como é que você se satisfaz, separada e sem parceiro fixo?”

“Eu tenho os meus casos esporádicos, um aqui, outro ali, mas na realidade prefiro homens casados, pois eles não pegam no pé e não existem cobranças.”

Ele me olhou no fundo dos meus olhos e disse, talvez por estar já meio extasiado:

“Adoraria ter uma experiência com você…”

Eu sorri e fiz cara de safada… Era isso mesmo que eu queria. Mas disse que seria impossível, pois meu filho dormiria comigo no quarto e não teríamos para onde ir.

Alguns segundos depois chega sua esposa, junto com as crianças. Meu filho chega já todo eufórico e pergunta se podia dormir no quarto deles naquela noite. Eu fingi relutar, mas no final deixei. Situação perfeita!

No decorrer do dia, percebi uma certa afobação em Humberto. Quando conseguimos ficar sozinhos novamente, ele perguntou se poderia fazer uma visitinha no meu quarto.

Ele disse que sabia que sua esposa estaria bem cansada e dormiria como uma pedra. Eu obviamente disse que sim.

Após o jantar, levei meu filho para o quarto do casal. Dei minhas recomendações, dizendo-o para se comportar, etc. e desejei boa noite a todos. Fui para meu quarto me preparar.

Estava um pouco ansiosa. Tomei mais um banho, vesti um baby doll quase transparente e uma tanguinha branca, bem enfiadinha e fiquei assistindo tv.

Quase 23 horas, alguém bate à porta. Era Humberto. Parecia muito nervoso – mas também muito tarado. Deixei ele entrar. Perguntei se ele tinha se arrependido, pois estava meio estranho.

Ele disse que não, mas que estava nervoso pois nunca tinha feito algo assim. Até agora havia sido fiel à sua esposa.

Mas mesmo assim, logo ele me abraçou e beijou. Apertei-o contra meu corpo e pude sentir o seu calor e volume entre as pernas. Beijei-o e fui descendo minhas mãos pelo seu corpo.

Passei minha mão por cima do seu volume e apertei um pouco. Disse para ele que ficasse calmo e aproveitasse o momento.

Entre beijos, fomos em direção à cama. Deitei-me e ele veio por cima, já acariciando todo o meu corpo. Eu já estava arrepiada de tesão. Ele passava suas mão nos meus seios, descia até a barriga.

Chegou à minha calcinha que já estava molhadinha de tesão e acariciou a minha buceta. Humberto afastou a calcinha e passou os dedos pela buceta, dizendo que era uma delícia e que estava molhadinha do jeito que ele gostava.

Comecei então a acariciar seu pau. Tirei-o de dentro da cueca e vi como era belo aquele cacete. Duro como uma pedra. Punhetei por uns segundos e beijei-o no rosto.

Desci para o pescoço, tórax, barriga e cheguei ao membro que estava quente e pulsante. Lambi a cabecinha por algum tempo e depois me virei para fazermos um 69.

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Ele chupava minha buceta com vigor, como se tivesse sede do meu líquido. Eu retribuía com lambidas e punhetadas, assim como chupadas longas e massagens nas bolas. Imaginei que sua esposa nunca faria isso.

Ele passou a enfiar os dedos na minha buceta e ficava lambendo o meu grelinho. Estava ficando louca, já quase gozando. Peguei então uma camisinha e coloquei com a boca. Eu queria ser fudida logo por aquele gostoso.

Virando o meu corpo por cima dele, segurei aquele rola dura e guiei para a entrada da minha buceta, ele segurou firme o meu quadril e puxou me para baixo.

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Que tesão!! Como foi gostoso sentir aquele pedaço de nervo duro ser espetado até o fundo da minha buceta sedenta. Eu rebolava em cima daquele pauzão, enquanto ele ajudava com suas mãos nos movimentos de vai-e-vem.

Humberto lambeu então seu dedo e começou a passar na entrada do meu cu. Isso me deixou mais louca ainda de tesão, que comecei a rebolar mais rapidamente.

“Você gosta de levar no cuzinho, não é? Ele já está piscando de tesão…”

“Adoro que me arrombem… Adoro que me peguem de quatro e arrombem meu cuzinho…”

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Nessa hora ele me levantou e me posicionou de quatro. Começou a bombar em mim como se fosse uma cadela no cio. Me agarrava ora pelos seios, ora pelo quadril, e não parava de bombar. Enfiou um de seus dedos em minha bucetinha, junto com o seu pau, para lubrificá-lo. Começou então a brincar novamente com meu cuzinho.

“Isso… me fode gostoso… vem…”

“Sua putinha… vou te fuder todinha hoje…”

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Ele metia o seu dedo no meu cuzinho e fazia movimentos acelerados de vai-e-vem, excitando-me cada vez mais. Tirou seu pau de minha buceta e começou a forçar na entrada do cu. De início doeu um pouco, mas ele teve cuidado.

Entrava e saía devagar com a cabecinha, para depois enfiar seu pau por completo, até que eu sentisse suas bolas baterem na minha buceta. Que delícia, era a sensação!

Eu brincava com meu grelinho enquanto ele bombava no meu cuzinho. Eu rebolava bastante, sempre pedindo por mais. Então ele começou a aumentar a velocidade dos movimentos, o que indicava que ele estava para gozar. Para ajudar, eu rebolava mais rápido e gemia gostoso…

Senti seu pau inchar, ficar mais quente e pulsar gostoso dentro do meu cuzinho… Ouvi um urro de tesão… Que delícia era esta sensação! Ele desfaleceu!!!

Ficamos deitados por um tempo, para nos recompor. Decidimos então tomar uma ducha, para nos livrarmos do suor todo. Comecei a ensaboá-lo pelo corpo todo. Manipulei seu membro e este já mostrou vida novamente.

Bati uma punheta até que o pau endurecesse por completo, enquanto com a outra mão eu acariciava a mim mesma. Humberto acariciava os meus seios…

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Por causa da água e do sabonete, suas mão deslizavam sem atrito, o que me dava muito tesão. Abaixei-me e abocanhei seu pau. Lambi a cabecinha e enfiei-o por completo na minha boca, até atingir minha garganta.

Alternava movimentos rápidos com vagarosos… Ele segurou minha cabeça e controlou os movimentos de vai-e-vem, sempre forçando para que seu pau fosse fundo na minha garganta… Até que seus movimentos aceleraram bastante e ele anunciou mais um gozo:

“Aiii… vou gozar… na sua boquinha…”

Mais um urro de prazer… Aquele gosto e cheiro de porra me deixaram com mais tesão e me masturbei com vigor, sentindo o seu leitinho escorrer pela minha garganta…

Explodi num gozo intenso!! Minha bucetinha pulsava e eu aida chupava seu membro, que já estava mole… Ele pediu para parar pois estava muito sensível…

Fomos para o box juntos, lá dentro, peguei o sabonete e comecei a ensaboá-lo, deixando seu corpo limpinho, peguei em seu pau para lavá-lo, esfregando com o sabonete e logo ele começou a ficar duro novamente.

Ele pegou o sabonete e disse que iria retribuir minha dedicação, começou pelo meu pescoço, desceu pelo ombro e logo chegou aos meus seios, fazendo movimento circulares e logo percebi meus biquinhos inchando, mostrando minha excitação.

Ele desceu com o sabonete pela minha barriga e esfregando o sabonete nela, abaixou um pouco e começou a chupar meus peitos, uma chupada deliciosa que estava me levando a loucura, desceu o sabonete e começou a lavar minha bucetinha com os dedos, hora ou outra introduzindo o dedo dentro dela e depois descendo um pouco, passando os dedos na entradinha do meu cuzinho, enfiando a ponta do dedo e tirando.

Logo após enfiou o dedo inteiro e ficou fazendo movimento de vai e vem e eu acariciando meu grelinho, ele quis tirar o dedo e segurei sua mão, não deixando ele fazer isso, dizendo que estava bom daquele jeito, cheguei ao orgasmo e meu corpo tremeu, ele percebeu e aumentou o movimento de vai e vem dentro do meu cuzinho, me levando a loucura.

Voltamos e deitei na cama de barriga para cima e ele veio por cima de mim, me acariciando os seios com a boca, depois foi descendo pela barriga até chegar na minha buceta que já estava molhada novamente, começou a me xupar e deixar o dedo lubrificado com meu suco, começou a acariciar meu cuzinho e enfiar o dedo, devagar ele ía e vinha com seu dedo no meu cuzinho.

Pedi para ele colocar dois dedos, para eu me acostumar pois sabia da grossura da sua pica que já havia entrado apertado na minha bucetinha. Quando senti que meu cuzinho estava preparado, levantei, fui até minha bolsa e peguei um creme, para lubrificar meu rabinho.

Dei uma xupadinha no seu pau e entreguei o creme para ele, pedindo para deixar meu cuzinha bem lubrificado. Deitei na cama de bruços e fui empinando a minha bundinha, deixando meu cuzinho a sua merce.

Ele passou bastante creme nos dedos e começou a enfiar no meu cú, primeiro um dedo para lubrificar e pedi mais um dedo que era para lacea-lo um pouco, para alargar a entrada do meu cuzinho. Ele dizia que eu era uma safada. Aí falei: Estou pronta, coloca esse pau no meu cú.

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Fiquei de 4, com os peitos encostados na cama e ele foi se posicionando atrás de mim, senti aquela cabeçona encostando na entrada do meu cuzinho, coloquei as mãos para trás e abri minha bundinha, ele forçou a entrada do meu cuzinho e senti que realmente seria uma penetração complicada.

Comecei a rebolar e ele foi enfiando, estava me sentindo rasgada, foi enfiando devagar até sentir que estava todo dentro de mim, coloquei uma das mãos no meu cuzinho e percebi que tinha entrado tudo, pedi para ele começar um vai e vem devagar, com calma, indo e vindo.

Depois que acostumei com o tamanho daquela pica deliciosa pedi para ele ir acelerando as estocadas, um pouco por vez até ele segurar em meu quadril, sempre comigo rebolando naquele pau maravilhoso. Suas investidas começaram a aumentar e pedi:

“Agora me fode de verdade, come meu cuzinho com força meu puto!!”

Ele começou a me fuder de verdade, com força e eu acariciando meu grelinho, ele indo e vindo no meu cú com vontade que eu nunca tinha visto. Me fudeu gostoso tirando gemidos de mim e começou a me chamar com palavras que adoro e eu pedindo mais, ele dizia.

“Vc é uma putinha deliciosa, estou adorando fuder vc, minha vadia gostosa…”

Pedi para ele ir e vir com força e tirar inteiro seu pau do meu cú, abrindo minha bundinha e mostrando para ele um buraco enorme, mostrando que estava arrombada por seu pau. Adoro ser arrombada pelo cú e com isso aumentamos nosso movimento ele avisando que iria gozar e eu aumentando as carícias no meu grelinho e o que fez os dois nos aproximarmos do orgasmo, gozei primeiro, gemendo como uma puta sem vergonha e pedi, agora que seu leitinho, quero mamar.

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Tirei seu pau de meu cú, me aproximei com o rosto perto de seu pau, tirei a camisinha e comecei a chupá-lo, sempre olhando para seu rosto, com aquela carinha de puta e comecei a sentir seu pau pulsando em minha boca e pedi:

“Agora me dá leitinho, goza na minha boca, goza…”

Ele não aguentou e começou a gozar em mim, um pouco na boca e para provocá-lo deixei um pouco fora, no canto dos meus lábios, enguli o que ele gozou na minha boca e limpei com os dedos o que ficou para fora, sempre chupando ele, deixando seu pau limpinho.

Deitamos lado a lado e ele percebeu pela programçaõ da tv que já era tarde e ficou preocupado pelo horário, se limpou, colocou a roupa e foi para seu quarto.

Eu tomei uma ducha relaxante, me lavei e voltei para cama dormindo um sono maravilhoso.

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