Prima da minha esposa.

Conheci Joana, prima da minha esposa, na época em que ainda namorava minha esposa. Ela era nova, tinha uns 15 anos. Minha esposa tinha na época 18. Joana já era uma menina com um corpo bem formado, toda gostosinha.

Eu e minha esposa nos casamos uns 2 anos depois e Joana sempre frequenta nossa casa, já que é bem amiga da minha esposa. Vi Joana se transformar em uma mulher muito bonita e com um corpo perfeito. Ela tem hoje 20 anos e namora o Ricardo.

Nós também sempre vamos à casa dela, para almoçar ou jantar. Um dia, quando a vi sair do banho, corri para o banheiro e vasculhei o cesto de roupas.

Revirei-o e encontrei sua tanguinha. Levei ao nariz e senti aquele cheiro delicioso… Pensei em levar a tanguinha comigo, mas imaginei que ela pudesse sentir falta. Então, desisti.

Joana estava com problemas no relacionamento com Ricardo, pois os pais dele eram daqueles que não deixam o cara fazer nada. Ele não podia sair com o carro dos pais, não podia dormir na casa de Joana. etc.

Ela, apesar de gostar dele, não sabia se queria mais um relacionamento assim. Ela se achava nova ainda, podia conhecer muitas pessoas e se divertir e estava “amarrada” com ele.

Eu sabia disso pois sempre ouvia Joana conversando com minha esposa a respeito deste assunto e até dava alguns conselhos a ela.

Um dia, eu estava sozinho em casa pois minha esposa tinha ido passar o fim-de-semana na cassa dos pais, em outra cidade. De repente, atendo a porta e era Joana.

Disse-me que estava fazendo uma caminhada e passou por perto, resolveu fazer uma visita à minha esposa. Ela não sabia que minha esposa não estava.

Ela estava vestida com uma blusa de alças rosa e uma calça preta daquelas bem justas. Dava para ver o contorno do seu belíssimo corpo.

Convidei-a para entrar e perguntei se queria beber um copo d’água, além de explicar que minha esposa não estava. Fomos à cozinha.

Ela bebeu seu copo d’água e sentou-se. Eu aproveitei para lavar um pouco da louça que tinha deixado e ficamos conversando sobre diversos assuntos.

Eu a olhava de vez em quando, concentrando-me em seu belo corpo. Já estava imaginando mil coisas, mas tinha que me controlar.

Conversa vai, conversa vem, falamos sobre Ricardo. Ela disse que ele estava trabalhando em uma cidade próxima. Joana então começou a se abrir um pouco e contou me sobre o que a frustrava no relacionamento, mas dizia ainda que gostava dele. Estava muito confusa.

Eu disse então que, se eu fosse Ricardo, faria de tudo para agradá-la. Disse também que era possível curtir a vida sem ter que terminar o relacionamento e essas coisas todas.

Falei a ela também que, se eu fosse Ricardo, nunca a desprezaria, pois era uma mulher bonita, inteligente e gost… Fingi que quase escapou a palavra.

Ela me perguntou o que eu queria dizer, mas eu disse que não falaria. Disse que era muito constrangedor para mim.

“Diz aí Otávio, o que é que tu achas??”

“Olha, eu posso até te dizer. Mas tu tens que esquecer disso e ninguém pode saber. Senão meu casamento acaba!”

“Chega de enrolação, diz aí!”

“É que eu acho você uma gata inteligente, bonita e muito gostosa…”

Ela ficou quieta e tímida nessa hora. Eu falei que ela é que havia insistido. Alguns segundos depois, disse:

“Então tu me achas gostosa?”

“Sim, com certeza. Provavelmente é um sonho de qualquer homem…”

Joana ficou mais encabulada. Como eu já estava excitado, eu falava as coisas meio sem pensar nas consequências. Joana levantou-se e trouxe o copo à pia. Lavei-o e ela permaneceu encostada na pia, ao meu lado.

“Tu ficaste constrangida?”

“Não, fiquei feliz. Só não imaginava que tu pudesses achar isso de mim…”

Terminei de lavar a louça e enxuguei minhas mãos. Mas não conseguia parar de olhá-la ali, tão perto de mim. Imaginei que, se ela não tivesse intenções, já teria ido embora. Mas ela ficava ali.

Fiquei pensando o que poderia fazer para tê-la para mim. Mas o risco era muito grande. Se ela não quisesse nada e contasse à minha esposa da minha tentativa, poderia perder tudo. Mas também, ela já sabia o que eu pensava, por que é que não ia embora? Um dilema! Falei então:

“Bom, te acho gostosa, mas nunca experimentei, então não posso saber a verdade…” – E ri, como se fosse uma brincadeira.

Joana sorriu, ficou meio encabulada, mas disse que não sabia…

Aproximei-me mais dela e coloquei minhas mãos sobre a sua cintura. Olhei-a fixamente e ela ficou ali, paralisada. Foi então que beijei-a.

Ela retribuiu com bastante intensidade e logo me abraçou. Peguei-a no colo e levei-a para o quarto. Deitei-a na cama e fui para cima de seu corpo, beijando seus lábios macios e carnudos.

Minha mão já alisava aquele corpo escultural. Eu nem estava acreditando, mas queria aproveitar. Tirei seu top e vi que belo par de seios, duros, desenhados. Beijei os mamilos que logo ficaram durinhos. Apalpava as mamas com vigor…

Eu já estava louco de tesão e nem pensava em mais nada, senão em comer aquela beldade. Puxei suas calças junto com a tanguinha para baixo e vi Joana completamente nua na minha frente. Que delícia de mulher!! A bucetinha era toda raspada, os lábios grandes e já molhadinhos…

Beijei sua bucetinha e lambi o grelinho… Joana já se contorcia e gemia de forma tímida, segurando minha cabeça. Enquanto isso, eu abri minhas calças e livrei-me da parte de baixo das minhas roupas.

Tirei então minha t-shirt e mostrei meu mastro duro como uma pedra para ela. Ela sentou-se e olhou-o fixamente. Com um pouco de timidez, tocou-o e começou a masturbá-lo devagar.

Passou então a língua na cabecinha, sempre tímida. Mas logo depois já abocanhou meu pau e enfiou-o por inteiro na boca. Eu estava louco, louco de tesão!!

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Eu fiquei a olhá-la.. Aqueles lábios maravilhosos envolvendo a minha pica, como eu já imaginara nas minhas fantasias… Eu gemia e quase gozei…

Tirei meu pau rapidamente da sua boca e deitei-a na cama. Sem dó, enfiei meu pau em uma estocada só naquela bucetinha ainda nova.

“Humm… Tu és muito gostosa… Uma priminha muito gostosa…”

“Sou mesmo?… Hummm…”

“Teu namorado te come assim, come?”

“Nããão… Assim não… Humm…”

Foi então que seu corpo estremeceu e ela soltou um gemido alto e longo, num gozo perfeito. Esperei ela se recompor um pouco e depois coloquei-a de quatro.

Soquei meu pau bem fundo, primeiro devagarinho, depois com mais velocidade. Ela gemia mais alto e e eu socava cada vez mais… Ver aquela bundinha toda voltada para mim foi maravilhoso… Mas eu queria mais… Queria seu cuzinho…

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Tirei meu pau da buceta e forcei a entrada no cuzinho. Ela era muito apertada, provavelmente nunca tinha feito anal, mas mesmo assim, não protestou.

Abri a gaveta da cabeceira e peguei um creme de minha esposa. Passei no meu pau e forcei mais a entrada. Era tão apertado que não consegui colocar mais que a cabeça.

Quase gozei nessa hora, só de ter essa visão. Fiquei descontrolado de tanto tesão e enfiei tudo de uma vez, socando bastante… Logo gozei tudo dentro dela…

Caímos deitados na cama… Ficamos assim por alguns minutos, depois fomos então tomar uma ducha, sob o chuveiro tentei fuder aquele cuzinho delicioso novamente, mas ela disse que o seu cuzinho estava todo ardido, meti na sua buceta por trás.

Ela saiu do banho e foi para casa. Trocamos algumas mensagens pelo celular e depois disso, temos nos encontrado escondido para podermos nos realizar sexualmente.

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