Férias no sítio.

As férias chegaram! Depois de meses de trabalho e de desmandos do chefe, não conseguia mais esperar para ir ao sítio de meu amigo e aproveitar o sossego durante um mês. O sítio fica a alguns km da cidade, o que seria perfeito para um isolamento saudável. Bom, achava que eu ficaria sozinha, pois não sabia o que estava por vir.

Minhas férias começariam na Sexta-Feira, depois do expediente. Eu estava muito ansiosa e parecia então que as horas não passavam. Neste dia, tinha combinado de almoçar com Leo, o amigo que me emprestara o sítio.

Cheguei pontualmente no horário combinado e, como de costume, Leo me elogiou dizendo que eu estava bonita. Sou uma loira natural e tenho uma cintura bem fina. Eu vestia uma calça capri e uma camisa branca, muito simples, mas que mostrava muita elegância.

No momento em que Leo me elogiou, pensei ter sentido algo diferente, uma sensação de ser observada. Mas não dei importância e sentei-me, contei-lhe sobre os meus planos para o sítio. Conversamos bastante e no fim, peguei as chaves. Leo deu um sorriso malicioso, mas nem me importei.

Meu expediente acabou e eu estava muito feliz! Não via a hora de entrar no carro e seguir direto para o sítio, já que havia preparado as malas no dia anterior e elas estavam todas no porta-malas do meu carro.

Depois de dirigir aproximadamente 2:30 h finalmente cheguei ao sítio. Não era mutio grande, mas perfeito para quem desejava sossego e tranquilidade. Entrei, desfiz as malas e me aconcheguei. Preparei algo rápido para comer e logo fui me deitar. Li algumas páginas de um livro e adormeci.

Acordei cedo na manhã seguinte. Estava quente e decidi dar uma volta para conhecer o local. Era muito bonito: área verde, piscina, uma trilha que terminava em uma cachoeira, nada distante.

Com o calor e sabendo que estava sozinha, fiquei completamente nua e entrei na cachoeira. A água fria que caia sobre o meu corpo quente me deixava excitada. Deitei-me nas pedras à beira do lago e lentamente comecei a acariciar meu corpo.

Deslizava minhas mãos suavemente pelo meus seios, ventre e pernas. Comecei a imaginar que um homem beijava o meu corpo todo. Abri lentamente minhas pernas e acariciei minha buceta.

Uma excitação incrível começou a tomar conta do meu corpo, que fez com que eu gemesse. Eu gemia sem pudor, já que estava sozinha. Gozei como há muito tempo não gozava, pois o stress do trabalho me tirava todo o prazer.

Depois de me acalmar mergulhei novamente na cachoeira e tive a sensação de estar sendo observada por alguém. Vesti-me apressadamente e voltei para casa. O dia decorreu tranquilo, com muita leitura e banhos de piscina.

Mas a impressão de estar sendo observada ainda continuava. Bom, nessa semana eu ia todas as manhãs à cachoeira para dar um mergulho e satisfazer meu desejo de sexo e gozo, mesmo que solitária.

Na Sexta-Feira da primeira semana de férias, aconteceu um fato que mudou a minha vida. Pela manhã fui à cachoeira, como todos os outros dias, mas a sensação de estar sendo observada estava mais forte.

Como de costume, deitei-me nas pedras, fechei os olhos e comecei a me acariciar. Senti repentinamente alguém vendar meus olhos e beijar minha boca. Com força e movimentos bruscos, o macho que me dominara não permitia que eu me livrasse.

Uma voz conhecida disse então, tenuamente, que eu estava linda, nua, molhada e que não aguentava mais ficar só me observando. Alguns segundos depois, reconheci a voz. Era o Leo. Sim… o meu querido amigo que me emprestara o sítio.

Novamente tentei me soltar, mas ele segurava-me com força. Pedi que me largasse e que me deixasse vestir as roupas, mas ele dizia que nunca mais me largaria. Disse também que sentia muito tesão por mim há tempos, mas que eu nunca havia notado. Agora ele mostraria o que eu estava perdendo.

Ao dizer isso, deitou-me sobre a pedra novamente e percorria suas mãos pelo meu corpo, me provocando. Sentia um medo misturado com tesão, o que me deixava mais excitada. Ele me beijava com furor… Por fim, acabei por me entregar totalmente.

Como ele obervara os meus movimentos de masturbação, acariciava-me com maestria e logo eu já estava gemendo. Percebi então que ele estava completamente nu e que seu pau duro roçava no meu corpo.

Ele retirou então a venda de meus olhos e vi um sorriso malicioso em seu rosto. Por reflexo, tentei fugir, mas sem sucesso. Quanto mais eu tentava me desprender, mais forte ele me segurava. Um pouco depois, já havia me entregado novamente.

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Ele dominava-me e olhava-me nos olhos. Em uma só estocada, ele enterrou a sua pica na minha buceta completamente ensopada, foi uma pegada tão forte e gostosa que entre gritos e gemidos logo gozei naquela pica deliciosa. Meu corpo todo estremeceu e parecia ouvir sinos tocando. Leo também não conseguiu se conter por muito tempo e gozou também.

Ao perceber o que havia acontecido, fiquei furiosa. Como que Leo, meu amigo de tanto tempo, podia ter feito aquilo comigo? Ele sabia que eu desejava estar só e queria privacidade. Como um amigo poderia ter tido a ideia de me forçar a fazer sexo?

Bom, eu estava confusa demais. Já não sabia se ele me forçara ou se eu deixara. Queria ficar só naquele momento. Aproveitei o momento em que ele se recuperava para sair correndo em direcção à casa.

Nua mesmo, entrei no matagal e corri, mas Leo me perseguia. Bem próximo da casa ele me alcançou. Com lágrimas nos olhos, ele me segurou e me abraçou, mas desta vez com ternura e carinho. Carregou-me e levou-me para o quarto. Ele parecia um pouco confuso também, mas deitou-me na cama e esclareceu algumas coisas.

Disse que sentia uma louca paixão por mim há muito tempo, mas que eu nunca o havia reconhecido como algo mais que um amigo. Era verdade. E agora com a chance de me mostrar mais que sua amizade e seus verdadeiros sentimentos, não podia desperdiçar. Desculpou-se e beijou-me docemente, parecendo apaixonado. Suas mãos tocaram meu corpo com delicadeza e sem pressa.

Seus beijos desceram pelo meu pescoço e alcançaram meus mamilos. Ele sugava carinhosamente os meus seios e eu já estava excitada novamente. Vagarosamente, sua língua percorreu suavemente em direção ao ventre e buceta.

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Sem controle, minhas pernas já se abriram e desejei ansiosa pelo toque de sua língua no meu grelinho. Com movimentos circulares ele acariciava lentamente meu grelo, fazendo daquilo a melhor tortura que poderia existir. Eu já estava nas nuvens de tanta excitação.

Senti então um desejo incontrolável de beijar seu membro rígido. Puxei-o para cima e ele, de joelhos e por cima de meu corpo, permitiu que eu começasse a chupar aquele enorme pau.

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Eu via Leo se contorcer de prazer e passava a língua desde a base do pau até a cabecinha, com movimentos leves. Depois, abocanhei-o e passei a chupá-lo com avidez. Alternava chupadas com punhetas e aumentava a velocidade. Leo exlopdiu em um gozo no fundo da minha garganta, foi delicioso!!

Mas ainda não havíamos terminado. Queríamos mais. Fiquei de quatro e senti seu pau duro, abrir passagem na minha buceta. Estava completamente preenchida e sentia praticamente um desespero com as suas estocadas.

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Aquelas mãos agarravam com força meu quadril e me puxavam com violência para si. Eu gritava por mais e ele correspondia. Explodimos então em um longo gozo, que parecia estar preso há tempos. Deitamos na cama. Ele sorriu e me abraçou. Neste momento, não tive mais dúvidas. Eu já pertencia àquele macho e não haveria mais volta.

O resto das minhas férias passamos juntos, no sítio. Fazíamos sexo todos os dias, em todos os lugares possíveis. E hoje, depois de 4 meses, ainda estamos juntos.

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