Feliz Ano Novo!

Olá! Meu nome é Priscila. Eu gosto muito de sexo e adoro safadezas. Bom, moro há algum tempo aqui na cidade do Rio de Janeiro com meu marido. Conhecemos algumas pessoas e fizemos novos amigos, o que rendeu um convite de festa de ano novo na casa de Jane, uma vizinha bem simpática, casada com um homem charmoso e com dois filhos pequenos.

Todas as vezes em que eu ia visitá-la, seu marido olhava-me de um jeito diferente, como se estivesse me comendo com os olhos. Mas pela minha amizade com ela, nunca deixava-o chegar perto e nem iniciar qualquer coisa. Eu me conheço: se eu estivesse naqueles dias de muito tesão, não aguentaria e me deixaria levar.

Ele chama-se Gonçalo, tem aproximadamente 50 anos, e, apesar da idade, tem um corpo malhado, fruto de exercícios físicos. Era realmente um homem atraente. Jane também é um mulherão, tem 40 anos e apesar de ter dois filhos sempre manteve-se em forma.

Alguns dias antes do ano novo encontrei-os no parque e eles convidaram-nos para festejar a entrada ano novo na sua casa. Eu disse que precisaria confirmar com meu marido e que depois daria uma resposta.

Meu marido chegou do trabalho e falei-lhe sobre o convite. Ele disse que não sabia e que não os conhecia muito bem, mas concordou. Eu liguei então para Jane e confirmei nossa presença.

Como tradição, comprei um vestidinho branco para passar a noite. Ele era bem justo e deixava as formas do meu corpo à mostra. Muito sexy – aliás, eu estava mesmo malhada pois há meses que estava frequentando uma academia.

Meu marido chegou e entrou no quarto, disse que eu estava muito gostosa naquele vestido! Eu estranhei, pois ele nunca diz coisas deste tipo. O irônico é que, se fosse em outros tempos, eu ficaria logo muito excitada e pediria para ele me comer, mas como as coisas não estavam lá tão bem conosco, ficou só assim. Logo pensei que algo tinha mudado.

Ele saiu do quarto e logo comecei a fantasiar nós dois na casa de amigos e eu com aquele vestido a provocar outros homens. Será que meu marido aceitaria dividir sua esposa com outros homens? Daquele dia até o dia do reveillon fiquei pensando sobre isso…

Chegamos na casa de Jane e Gonçalo por volta das 20 horas do dia 31 de Dezembro. Um outro casal também estava presente – Carola e Fernando, que eu nunca tinha visto antes.

Eles eram mais novos, entre 25 e 30 anos. Eram mulatos, muito bonitos. Carola tinha belíssimas pernas e um bumbum bem empinadinho! Percebi que meu marido ficou até desconcertado com a moça.

Fernando era mais velho e percebi que tinha um corpo em forma, de quem praticava muita musculação. O que me chamou a atenção foi que as crianças não estavam em casa. Jane disse que elas passariam o ano novo na casa dos avós.

A noite estava gostosa, típica noite de verão no Rio. Jane então arrumou a mesa do lado de fora da casa, de frente à piscina. Como de praxe nestas reuniões, os homens ficam conversando e as mulheres é quem cuidam da refeição.

Meu marido até estava bem solto – ele normalmente é quieto e não fala muito. Ele parecia muito à vontade. Logo vi então o porquê: os três estavam conversando acompanhados de muito vinho.

Então, enquanto preparávamos a ceia, resolvemos também beber um pouco de vinho na cozinha, deixando os homens à vontade lá fora. Logo a descontração tomou conta de todos nós. Falávamos muitas besteiras e, logicamente, falávamos sobre sexo.

Contávamos o que mais gostávamos na cama, num homem e coisas deste tipo. Até que Jane confidencia que, na época da faculdade, teve um caso com uma amiga, mas que desde que conhecera Gonçalo, nunca mais a vira.

Jamais poderia imaginar que Jane pudesse ter tido relações com uma mulher… Mas quem me conhece também não sabe do que sou capaz para levar uma boa enrabada…

Umas duas horas depois terminamos a ceia. Estávamos todos sentados na mesa em frente à piscina, conversando descontraidamente e já bem alegres por causa dos vinhos. Foi então que Jane pediu que eu fosse pegar uma outra garrafa de vinho na adega.

Dirigi-me à adega no subsolo e, não sei porque, olhei para trás. Vi que Gonçalo não estava na mesa. Mas não pensei em nada, só percebi sua ausência.

Desci à adega e fiquei encantada: era enorme e tinha muitos vinhos à disposição. Fiquei à procura do vinho que tomávamos para levar para cima e, de repente, a luz se apagou. Achei melhor ficar parada a esperar que a luz voltasse, para não correr o risco de estragar nada.

Foi então que senti uma mão no meu bumbum… Levei um susto e perguntei se era meu marido, mas a pessoa não respondeu. Então fui abraçada por trás e senti um mastro duro encostando em mim. Fiquei molhadinha na hora!

Aproveitei então para rebolar um pouquinho e senti mais aquele pauzão no meu bumbum. Fiquei mais excitada ainda quando as mãos começaram a percorrer meus seios, com os mamilos já durinhos de tesão.

A pessoa que estava comigo não dizia uma palavra. Só aproveitava o quanto podia… Eu escutava sua respiração ofegante e excitada, o que fazia minha pele arrepiar-se por inteiro. Não aguentei e virei-me para a pessoa, abri suas calças e o mastro duro saltou para fora.

Peguei-o com as duas mãos e senti que não era meu marido. Fiquei meio apreensiva, mas aquele cheiro de homem e o tesão fizeram com que eu caísse de boca naquele pau.

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Chupava aquele pau feito uma puta… Ficava imaginando quem seria, mas não conseguia enxergar nada. A situação toda me deixava mais louca ainda e queria sentir o gozo na minha boca.

Comecei a punhetá-lo mais rapidamente e ao mesmo tempo chupar com mais vigor. Foi aí que senti o jato de porra invadir minha boca e a garganta. Era muita porra e eu engoli tudo, como uma putinha de verdade.

Ele empurrou-me e saiu, deixando-me morrendo de tesão. Uns dois minutos depois, a luz voltou e me recompuz. Encontrei o vinho, limpei meus lábios para que não ficasse nenhum vestígio. Logo em seguida, entram Jane e Carola na adega, perguntando se estva tudo bem.

Diziam estar preocupadas, pois a luz acabara e eu estava demorando muito. Eu disse que estava tudo bem, só havia esperado a luz voltar para procurar o vinho.

Chegamos novamente à mesa e estavam lá, os três homens. Eu ficava imaginando quem é que teria feito aquilo comigo… Seria Fernando ou Gonçalo? Eu ainda estava excitada e queria mais…

Minha boca tinha sabor de porra e eu me sentia como uma puta safada. Abrimos a garrafa de vinho e continuamos a beber. Eu observava os homens para tentar descobrir quem é que tinha enchido a minha boca com seu leitinho…

Os assuntos ficavam cada vez mais ousados, com tanto vinho que já tínhamos bebido. Às vezes olhava meu marido para ver se ele tinha algo contra eu estar mais desinibida e falando besteiras. Mas não, ele também estava bem descontraído.

Jane se levanta e diz para fazermos uma brincadeira. Eu disse logo que sim, sem mesmo saber do que se tratava. Carola também concordou e os homens ficaram à espera. Gonçalo perguntou então qual seria a brincadeira.

Jane disse que cada um jogaria o dado. Quem tirasse o menor valor, teria que tirar uma peça de roupa. Ficamos calados. Meu marido então perguntou quem é que ganha o jogo.

Jane explica que ganha quem estiver mais vestido e ainda pode pedir para as outras pessoas fazerem o que ela quiser. Carola aceitou logo de cara… Gonçalo disse que sim e, para minha supresa, meu marido também. Eu e Fernando concordamos.

Gonçalo foi buscar mais duas garrafas de vinho. Quando ele voltou, faltavam 5 minutos para o ano novo. Decidimos então comemorar primeiro para depois começarmos o jogo. Nos cumprimentamos na virada e fomos para o jogo.

Começamos e perdi logo no começo. Na verdade, queria que um dos rapazes perdesse antes de mim, mas não deu. Jane pediu que eu esperasse e colocou uma música sensual.

Como eu estava bem alegre, comecei a dançar sensualmente. Virei-me de costas e tirei as alças do meu vestido devagar, até que este caiu no chão. Fiquei lá, de calcinha e soutien e sandálias.

Os homens me devoravam com os olhos e as mulheres batiam palmas. Voltei à mesa e recomeçamos o jogo. Chegamos a um ponto em que estávamos quase todos nus e meu marido, por incrível que pareça, não estava me censurando em nada.

Eles tentavam disfarçar, mas conseguíamos ver seus paus duros por cima da cueca. Percebi que meu marido não tirava os olhos de Carola. Gonçalo e Fernando e até Jane me olhavam com muito desejo.

Foi então que na última rodada perdi de novo. Todos se levantaram e quem ganhou foi Gonçalo. Eu olhei para meu esposo e ele ria, dizendo que agora teria de levar a brincadeira até o fim.

Nossa aquilo era um sonho pra mim! Pensava que, ou agora o casamento melhoraria, ou seria o fim total. Antes de eu tirar a minha calcinha, Gonçalo iria me dizer o que teria que fazer. Ele chegou mais perto e sussurrou:

“Depois de nua, você vai ter que dar pra mim e pro Fernando na frente de todos…”.

Eu fiquei completamente arrepiada e agora tinha certeza que foi Gonçalo quem havia me abordado na adega. Afastei-me e comecei a dançar no meio deles. Eu devagarinho colocava meus dedos por dentro da calcinha.

Percebi que todos estavam em êxtase, por causa do vinho e pela minha atitude. Eu comecei a rebolar no pau do meu marido e senti que estava bem duro. Fui então em direção à Carola e segurei em seu quadril, por trás. Senti aquele bundão encostar no meu corpo.

Ela começou a rebolar, mas deixei-a e fui em direção à Jane. Sem falar nada, peguei no seu queixo e colei meus lábios nos dela. Ela correspondeu com, sua língua. Começamos a nos beijar com mais vontade, ela passando as mãos no meu bumbum e eu no dela.

Mas me afastei para pagar o resultado do jogo. Fernando e Gonçalo já estavam com o pau quase fora da cueca. Eu olhava fixamente nos olhos deles e retirava minha calcinha lentamente. Peguei então nas mãos das meninas e fui em direção ao meu marido.

Disse a ele que eu teria que transar com Fernando e Gonçalo por causa da brincadeira, mas que em troca, ele poderia fazer com as meninas. Ele me beijou e eu dei as meninas em suas mãos.

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Fui então em direção a Gonçalo e Fernando, que já estavam nus. Entrei no meio, como um sanduíche, e continuamos a dançar. Eu rebolava minha bunda no pau de Fernando, enquanto segurava o mastro de Gonçalo.

Eles me apertavam contra seus corpos que não paravam de se esfregar. Era uma loucura! Nem sei como tudo foi acontecer!! Mas era maravilhoso, tudo que eu poderia desejar sexualmente!!

Olhei pro lado e vi meu marido de pé e as duas meninas agachadas e chupando o pau dele. Ao ver isso fiquei mais excitada ainda, queria muito ser comida. Ou melhor arromabda por aqueles gostosos na frente do meu marido. Logo eles fizeram eu ajoelhar-me e lamber seus cacetes. Como uma putinha obediente, eu lambia um e outro, punhetava e chupava.

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Gonçalo sentou-se no sofá da varanda e ordenou que eu sentasse no seu pau. Fiz bem obediente, já toda encharcada, o que facilitou a entrada. Fernando veio pela frente e socou seu pau na minha boca. Eu gemia de prazer, enquanto os dois me chamavam de safada, vadia.

Batiam na minha bunda e no meu rosto, dizendo que eu era uma galinha safada. Eu adorava tudo aquilo. Olhei para o meu marido e vi ele com seu pau atolado no cuzinho de Carola. Enquanto isso, Jane dizia pra ele que eu era uma putinha. Ele dizia que queria que eles me arrombassem por completo…

Mudei então de posição: levantei-me e virei minha bunda para Fernando. Ele socou seu pau em mim, enquanto Gonçalo chupava meus peitos. Fernando cospe então no meu cuzinho e começa a massageá-lo. Meu cuzinho piscava de desejo… Fernando enfiou então seu pau no meu cuzinho, com cuidado.

Enquanto isso, eu chupava Gonçalo. Eu sentia aquele pauzão entrando e saindo no meu cuzinho, o que me deixava com muito tesão. Gonçalo levantou-se e Fernando me bombava agora de pé.

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Gonçalo penetrou então minha buceta: foi a primeira vez que fui comida por dois homens ao mesmo tempo! Eu gemia de prazer… Aquilo ficava cada vez mais sincronizado e eu estava alucinada… Olhei para o meu marido e vi que ele gozava na cara das duas.

Os dois começaram a bombar mais rápido e eu gozei como nunca tinha gozado antes. Eles também não demoraram muito e me encheram de porra, na bucetinha e no cuzinho… Estávamos exaustos… Acabamos por adormecer.

Na manhã seguinte, senti que estava ardida e toda melada por causa da porra. Vi as duas mulheres dormindo abraçadas e os dois outros homens nos puffs. Senti uma dor de cabeça, provavelmente por causa de tanto vinho.

Fomos pra casa. O que aconteceu mudou completamente meu relacionamento com meu marido. Contei pra ele que eu já havia tido sexo fora do casamento. Ele disse que eu era mais insaciável que ele imaginara…

Depois soubemos que aquela noite tinha sido planejada por eles. Os dois casais faziam Swing há algum tempo. Eles pretendiam fazer isso depois que fôssemos embora naquele dia, mas depois de Gonçalo ter dito que me “pegou” na adega, era possível investir em nós também. Além disso, resolveram nos embebedar para deixar tudo mais à vontade.

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