Por baixo da mesa.

Há uns dois meses, sai com uma grande amiga – Amanda – para colocarmos o papo em dia. Fomos às compras e depois sentamo-nos em um café para relaxar e conversar. Estávamos sentadas uma ao lado da outra, falando sobre nossas vidas, quando Amanda cumprimenta um casal jovem. Eram Ivo e Flávia.

Flávia era uma moça bonita, com cabelos curtos e loiros, Ivo era um rapaz magro, alto e que tinha um sorriso muito bonito. Cumprimentamo-nos com beijinhos.

Quando Ivo deu seus beijos no meu rosto, já senti um calafrio, ficando um pouco abalada com a situação. Penso que ele percebeu com havia ficado abalada. Eles sentaram-se à nossa mesa e ficamos ali conversando.

O casal era muito simpático. Eles haviam se mudado há pouco para a cidade e eram colegas de trabalho de Amanda. Papo vai, papo vem, eu e Ivo trocávamos olhares. Isso deixava-me um pouco sem graça, mas também relativamente excitada.

Bom, os planos eram que Amanda iria fazer uma pizza na sua casa no dia seguinte, que era um sábado. Ela também convidou-os e assim ficou combinado.

Eles se despediram, Amanda e eu ficamos conversando mais um pouco no café e voltamos para casa. Ao chegar em casa, eu resolvi relaxar e tomar um banho. Enchi a banheira com água quente, despejei alguns óleos aromáticos e acendi velas.

Coloquei uma música suave e fechei os olhos. Ivo não me saía da cabeça. Já fazia algum tempo que estava sem namorado, talvez por isso é que fiquei mais abalada. Pensava nele e logo algumas cenas mais picantes começaram a surgir na minha cabeça.

Deslizei minhas mãos pelo meu corpo e comecei a acariciar a mim mesma. Passei as mãos em meus seios, apertava os mamilos. Logo uma mão desceu pelo meu corpo. Acariciava minhas coxas, minha barriga. E depois, a minha buceta.

Com uma das mãos, abri os lábios da minha buceta. Com a outra, passei a acariciar meu clitóris. Ele estava duro e mais saliente, de tanto tesão que eu sentia. Baixinho, eu gemia, movimentava meu quadril.

Alternava com dedos dentro da minha xana e com movimentos circulares no meu clitóris. Imaginava que fosse Ivo acariciando, me beijando e me fodendo. Comecei a gemer mais alto, a meter os meus dedos com mais rapidez e com a outra mão, esfregava meu clitóris.

Logo senti uns espasmos musculares maravilhosos de um intenso orgasmo, que faziam meu corpo tremer, como se estivesse levando choques. Relaxei e fiquei na água por mais alguns minutos.

Saí do banho, fui deitar e estava ansiosa para ver Ivo no dia seguinte. Só podia ser loucura minha, pois ele era casado. Mas como todo desejo e tesão, fiquei praticamente irracional.

Finalmente chegou o sábado. A pizza na casa de Amanda era às 18 horas. Antes de ir à sua casa, tomei um banho, depilei minha xaninha por completo e passei um creme cheiroso no corpo.

Vesti um conjunto de lingerie preto rendado, passei meu perfume preferido. Um vestido verde escuro e mais solto, com decote, e uma sandália completou meu visual.

Cheguei à casa de Amanda. Ivo e Flávia já estavam presentes e cumprimentei-os normalmente, tentando esconder minha excitação de vê-lo novamente. Ele estava cheiroso e vi como ele me olhou da cabeça aos pés. Isso me deixou mais excitada ainda. Flávia era muito bonita, nunca poderia imaginar que Ivo sentisse atração por mim, mas parecia que sim.

Tratei de ajudar Amanda com os petiscos e bebidas. Éramos ao todo umas 15 pessoas. Eu estava na pia cortando limões para a caipirinha, quando sinto uma mão deslizar suavemente pelas minhas costas. Senti um calafrio e olhei. Era Ivo:

“Precisa de ajuda? Eu sei fazer uma caipirinha excelente!”

Senti um calor percorrer pelo meu corpo todo, uma mistura de vergonha e tesão.

“Não é preciso….”

Ele chegou mais perto do meu ouvido e disse:

“Você está muito bonita! Suas curvas ficam bem realçadas neste vestido…”

Eu já estava tremendo de ansiedade. Foi então que Flávia chamou-o e ele se foi, mas virou-se para trás e sorriu. Nas horas seguintes, nossos olhares se cruzaram por várias vezes, deixando-me cada vez mais excitada.

Comemos as maravilhosas pizzas preparadas por Amanda e ficamos conversando descontraidamente. Algumas pessoas foram para suas casas, até que ficamos eu, Amanda e seu namorado, Ivo e Flávia e mais três casais. Amanda sugeriu que fôssemos a um barzinho bem legal, que Ivo e Flávia ainda não conheciam.

Ao chegarmos no bar, escolhemos uma mesa mais ao fundo do estabelecimento. A mesa era grande o suficiente para nós, as toalhas eram compridas e pretas, velas vermelhas enfeitavam a mesa. Havia pouca luz no ambiente.

Sentei-me ao lado de Amanda e seu namorado. Ivo sentou-se à minha frente, Flávia na frente de Amanda e os outros casais em volta de nós. Todos estavam animados, conversando, bebendo e rindo alegremente.

De repente, entre uma conversa e outra, sinto algo encostar em minhas pernas. Levei um susto, mas logo percebi que era Ivo. Ele roçava seu pé na minha perna. Eu fiquei paralisada por um tempo, não sabia o que fazer.

Olhei para os outros na mesa, para ver se alguém havia percebido algo. Mas todos estavam conversando e rindo. Ivo também conversava, mas ao mesmo tempo me acariciava. Eu estava quase explodindo de tesão. Era um absurdo tudo aquilo, o local, as pessoas, tudo.

Foi então que um casal que se estava ao lado de Ivo foi embora e eu disse que me sentaria ao seu lado, para melhor conversar com os outros. Assim não ficaria isolada no canto. Respirei fundo, sentei-me ao lado do meu objeto de desejo.

Percebi que ele ficara um pouco assustado. Logo, conversa vai, conversa vem, encostei minha mão na sua coxa. Bebíamos e conversávamos como se nada acontecesse. A toalha da mesa encobria qualquer gesto meu. Comecei a acariciar a sua coxa, lentamente. Passava as unhas pela calça jeans, percebia que Ivo sentia arrepios.

Devagar, cheguei mais perto do seu ponto fraco. Um calor emanava dali, sentia seu pau pulsando por cima da calça. Acariciei mais um pouco, até que abri os botões da calça. Era muito arriscado, mas o desejo era muito maior e nos deixava cada vez menos racionais.

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Logo senti aquele mastro quente nas minhas mãos. Soltei um suspiro e vi que, por um segundo, ele fechou os olhos como se estivesse com muito tesão. E estava mesmo, pois o pau pulsava e a cabeça estava molhadinha.

Lentamente aproveitei o líquido e comecei uma massagem na cabeça do pau. Ele tentava se controlar, parecia estar tentando abafar seus gemidos. Comecei uma punheta lenta, para que o pessoal da mesa não percebesse os movimentos das minhas mãos.

Ele começou a beber alguns goles mais lentamente, para tentar disfarçar o tesão. Acelerei de leve meus movimentos e percebi que ele tentava tirar minha mão, mas eu não deixei. Senti então que o pau inchou um pouco mais e começou a pulsar.

Ele virou-se para mim e mordeu os lábios com força, para abafar o gozo. Senti os jatos de porra molharem a minha mão toda, além da parte debaixo da toalha da mesa. Punhetei por mais algum tempo, até que ele acalmasse. Depois, levei minha mão à boca e lambi um pouco do gozo que ainda restava em minha mão.

Era tarde e resolvemos todos ir embora. Na hora de ir embora, Ivo sussurrou no meu ouvido:

“Isto vai ter troco… Na próxima vez, sou eu que te faço gozar loucamente…”

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