O corno do meu marido.

Meu nome é Melissa e vou contar pra vocês a primeira vez que pulei a cerca no meu casamento. Meu marido é advogado e bem sucedido. Isso faz com que ele tenha que trabalhar bastante, até tarde, em seu escritório. Se me faz falta sua presença? Sim. Estávamos acostumados a fazer bastante sexo, mas de uns dois anos pra cá, fazemos cada vez menos. Ele sempre está estressado

Bom, eu não preciso trabalhar, então vou para a academia durante o dia e cuido da casa. No fim da semana passada, meu marido convidou uns amigos para um churrasco aqui em casa. Aproveitei e chamei meus amigos e uns colegas da academia, inclusive Carlos, o treinador bonitão que vive me cantando.

O churrasco estava legal: umas 35 pessoas, todos à beira da piscina, caipirinha e cerveja. Eu fazia o “social”, e meu marido e seus colegas de trabalho conversavam – provavelmente sobre os casos do escritório.

Eu ficava conversando um pouco aqui, um pouco lá, sempre com diversas pessoas. Mas claro, dava atenção especial ao Carlos, que é dez anos mais jovem do que eu, tenho 35 anos.

Depois de todos estavam mais alegres pela bebida e cheios de comer, coloquei música alta para dançarmos. Músicas divertidas, bem dançantes mesmo. Foi então que logo formou-se uma rodinha com várias pessoas dançando. E escolhíamos sempre um da roda para dançar no meio.

Cada vez que entrava alguém no meio, todos batiam palmas no ritmo da música. Até que chegou a minha vez. Carlos estava na roda, e ficou me olhando, como se estivesse me comendo com os olhos.

Eu dancei sensualmente em sua direção, sem tirar os olhos dos seus. Claro que espiava meu marido, mas ele estava batendo um papo com o pessoal do trabalho, na frente da churrasqueira.

Voltei para a roda e continuamos a dançar. Carlos e eu flertávamos o tempo todo. Como era muita gente no churrasco, acho que ninguém percebeu – e meu marido parecia nem ligar, nem prestar atenção no que poderia eventualmente estar acontecendo.

Foi então que tomei uma decisão: se meu marido não me come e não me dá atenção, então eu vou é dar pro Carlos, que aparentemente me quer há algum tempo. Disfarçadamente chamei-o para o canto e disse para me encontrar dali a 15 minutos no banheiro de hóspedes do andar de cima de casa.

Eu subi primeiro, entrei no banheiro e tirei a minha roupa. Meu coração parecia que ia explodir, de tanto medo e tesão que eu estava sentindo. Eu já estava molhadinha por causa do flerte, e agora seria um momento ótimo para liberar todo o tesão, que há tempos não era liberado.

Um pouco depois, alguém bate na porta. Devagar e só de canto, olhei para me certificar que era Carlos. Era. Ele me olhou assustado ao ver que eu estava nua, mas logo me agarrou e começou a me beijar.

Ele dizia que desejava aquilo já há muito tempo, mas que eu era louca de arriscar e fazer aquilo em casa, com meu marido presente. Eu só disse para ele ficar em silêncio e me beijar.

Ele passava suas mãos pelo meu corpo ardente de tesão. Acariciava meus seios, minha bunda. Beijava meu pescoço e arfava, dizendo tudo o que queria fazer comigo. Eu puxei sua camisa pra cima, tirei-a e deixei à mostra seu corpo másculo, malhado de academia.

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Logo abri suas calças e saquei aquele belo cacete duro, vermelho, com veias saltadas. Não pensei duas vezes e caí de boca naquele mastro delicioso. Eu chupava e massageava as bolas, ele gemia baixinho para que ninguém ouvisse.

Ele guiava os movimentos da minha cabeça com suas mãos, no ritmo que ele queria da chupada. Começou então a socar seu pau na minha boca, como se estivesse fodendo minha buceta.

Eu sentia o pau entrar bem no fundo da minha garganta, quase me impossibilitando de respirar direito. Mas isso me dava mais tesão ainda. Então ele me puxou pra cima, beijou-me mais um pouco e sentou-se na toalete. Puxou-me para cima de si.

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Eu sentei naquele enorme cacete, que entrou bem rapidinho pois eu estava toda molhada. Ele segurava meu quadril, fazendo movimentos, enquanto eu rebolava gostoso naquele pau e ele chupava meus seios.

Ele segurava-se para não gemer mais alto e eu mordia meus lábio para tentar conter o meu tesão. Não demorou muito e eu senti que ia gozar. Um calor subiu pelo meu corpo e logo quela explosão deliciosa, que fazia minha buceta piscar e meu corpo todo tremer.

“Goza gostoso, safada… Goza que eu vou gozar também, sua putinha…”

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E ele não se segurou mais. Como ele não podia gozar dentro, levantei-me e terminei com a boca. Senti aquele cacete pulsando na minha garganta, aqueles jatos de porra quentinha e deliciosa!! Lambi tudinho e limpei todo o seu cacete.

Ele levantou-se e me beijou ainda com mais carinho e disse que eu era louca. Eu sorri e disse que, se ele quisesse mais, deveria ser meu personal trainer. Ele vestiu-se e saiu primeiro do banheiro. Depois de uns 10 minutos, voltei para o churrasco e dei um beijo no meu marido.

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