Cunhada.

Casamos quando eu tinha 23 e ela 20. Fomos morar em outra cidade por causa de trabalho e assim vivíamos muito bem. Mas lembro-me que, quando conheci minha esposa, fiquei louco pela sua irmã Rafa, que era 3 anos mais nova que minha esposa. Uma gata linda, mas ainda bem menina. Por isso, fiquei na minha.

Depois de 4 anos de casado, voltei para a cidade para resolver algumas coisas e deixei minha esposa e nossa filha em casa. Como eram só dois dias, minha esposa sugeriu que eu ficasse na casa dos meus sogros. Não seria um problema, pois sempre me dei muito bem com sua família.

Cheguei lá e conversamos bastante, pois havia um bom tempo que não nos víamos. Percebi também que minha cunhada, agora com 18 anos, estava uma verdadeira mulher.

Bom, fiquei conversando na sala com meus sogros e, por volta da 8 horas da noite decidi me recolher para o quarto. No caminho para o quarto, vi minha cunhada deitada de bruços, lendo um livro. Ela tinha aula na faculdade no dia seguinte.

Entrei então para conversar um pouco com ela. Ficamos conversando sobre diversas coisas, até que a conversa tomou o rumo para o lado pessoal. Perguntei como andavam os namoradinhos, amassos e etc…

Não sei porquê, mas minha sem-vergonhice falou mais alto. Disse a ela que tinha me deixado louco quando a conheci.

“Mas por que você não me falou nada na época?”

“Ah, Rafa, você era muito novinha ainda…”

“Nem tanto, mas tudo bem. E hoje?”

“Hoje o que?”

“O que você acha de mim hoje?”

“Ah, hoje é diferente…”

“Como assim?”

“Sei lá… diferente…”

“Mas como??”

“Assim você complica minha vida! Bom… hoje eu adoraria te conhecer melhor…”

“Do jeito que você conheceu minha irmã?”

“O que??”

“Ela me contava tudo… bobo. Desde quando começaram a namorar, das transas, etc…”

“Ela te contava tudinho…?”

“Sim…”

“Tudinho… tudo…?”

“Tuudo… até as coisas que você fazia com ela…”

Cheguei mais perto do seu ouvido.

“Se você não fosses minha cunhada… faria tudo o que fiz na tua irmã…”

“E seu eu fizesse de conta que não sou a tua cunhadinha… hoje…”

Fiquei com muito tesão nessa hora. Olhei para a porta para ver se não apareceria alguém e tasquei-lhe um beijo na boca. Ela correspondeu. Mas logo parei de beijá-la para não correr nenhum risco – aliás, era minha vida que estava em jogo.

“Voce é louca…”

“Você nem imagina como sou…”

“Como vamos fazer?? Estou louco de tesão agora…”

Ela apalpou meu cacete duro por cima da calça. Depois riu e disse para eu voltar ao seu quarto quando os seus pais estivessem dormindo.

Ouvi passos e fingimos estar apenas conversando. Depois levantei-me tentando esconder o cacete duro e fui para o meu quarto.

Decidi tomar um banho para relaxar, mas meu pau continuava ali, duro de tesão, mas mesmo assim não bati uma. Queria gozar com ela, nela, ou seja lá o que fosse….

Lá pelas 11, meus sogros foram se deitar e fecharam a porta. Esperei uns 15 minutos e me dirigi ao quarto de Rafa. Ela já estava adormecida, com o livro aberto ainda. Fehei o livro e coloquei-o na cômoda.

Eu não sabia se a acordava ou se dexava a história como estava. Mas como meu tesão era muito grande, tirei meu pau para fora da bermuda e comecei a alisar ele, olhando para ela.

Levantei um pouco da sua camisola e vi sua bunda redondinha. Que linda e macia era sua bunda. Foi então que ela abriu os olhos e percebeu que eu estava ali.

“Você veio mesmo…”

E deu um sorriso malicioso. Espreguiçou-se e mostrou ainda mais um pouco de seu corpo.

“Não daria para não vir… Você me deixa louco de tesão!!”

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Beijamo-nos. Logo deitei-me por cima dela e nossas pernas se entrelaçaram. Eu esfregava meu pau sobre a sua tanguinha. Ela já rebolava e arfava com tesão…

Tirei então toda a minha roupa, ela fez o mesmo. Sem pestanejar, caí de boca naquela bucetinha com poucos pelos, molhadinha e rosadinha. Podia sentir seu gosto e cheiro de mulher.

Ela rebolava mais e gemia baixinho, para não acordar seus pais. Subi meus beijos então para seus belos seios, que tinham crescido neste tempo que não nos vimos. As auréolas rosas e grandes, com mamilo durinho de tesão, me deixavam mais louco ainda.

Beijei-a no rosto novamente, encaixei a cabeça do meu pau entre os lábios da sua bucetinha. Soquei com tudo, estava morrendo de tesão.

Ficamos no vai e vem naquela posição por alguns minutos, até que ela se levantou e se posicionou de quatro. Não perdi tempo e logo comecei a fodê-la, com força.

Ela gemia baixinho, tocava seu clitóris com uma das mãos. Eu bombava já sem perdão. Ela rebolava mais, pedia que eu comesse ela com força.

Logo, ela anunciou que iria gozar. Sua bucetinha começou a tremer e a apertar meu pau, ela prendeu a respiração para não gritar. Que delícia ver minha cunhadinha gozar…

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Eu continuei bombando mesmo depois do seu gozo. Mas não aguentaria por muito tempo. Disse para ela que eu estava para gozar.

Ela subiu então por cima de mim e começou a chupar o meu pau. Ela engolia tudo, fazia movimentos de subir e descer. Logo gozei jatos de porra na sua garganta… Ela engoliu tudinho e lambeu meu pau até a última gota.

Depois, ficamos deitados por algum tempo, conversando sobre o ocorrido. Já era tarde, disse para ela tratarmos de dormir, pois teriamos que acordar cedo. Foi então que resolvi prolongar por um dia minha estadia na casa dos meus sogros.

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