Empregadinha santa.

Franciele começou a trabalhar aqui em casa há 3 anos. É uma moça ainda jovem, mas muito disciplinada, responsável e se dá bem com toda a família. Ela veio de outra cidade e era uma moça muito recatada – vinha de uma família muito religiosa.

Apesar de ela, na época – ter apenas 20 anos, vestia-se com aquelas roupas de crente, com blusas largas e saias compridas. Os cabelos sempre estavam presos e não usava maquiagem.

Franciele tem um rosto bonito e parecia também ter um corpo bonito, apesar das roupas que utilizava. Conversava muito com minha esposa, mas comigo, era sempre mais recatada. Pelo fato de ser homem.

Depois de algum tempo, minha esposa deu algumas roupas mais confortáveis a ela, para que não atrapalhasse nos afazeres. Calças leggings e camisetas mais justas. Foi então que percebi como as formas de seu corpo eram bonitas.

Nada exagerado, mas ela era uma mulher do estilo magrinha com formas. Uma bunda redondinha e seios médios, durinhos. Não tinha nada de barriga saltando.

Por alguns meses, a coisa era a mesma. Até que um dia, minha esposa viajou com meus filhos para a casa da praia. Eu não fui por causa do trabalho, não queria tirar férias naquele momento. Então Franciele ficava em casa sozinha durante o dia, enquanto eu ia ao trabalho.

Um desses dias, fiquei para trabalhar em casa. Fui para o escritório e estava na frente do computador. Mas trabalho vai, trabalho vem, fiz uma pausa. Como já estava há um tempo sem minha esposa, resolvi bater uma para aliviar.

Acessei alguns vídeos pornográficos e lá estava eu, batendo a minha punheta. Franciele não sabia que eu estava em casa, e, de repente, a porta do escritório se abre.

Eu, burro, não tinha chaveado a porta. Eu, com o pau na mão e com cara de tarado. Franciele arregalou os olhos e fechou a porta. Senti-me um completo idiota. Não saí mais do escritório até que ela tivesse ido embora.

No dia seguinte, ela deu bom dia, mas não me olhava nos olhos. Foi então que resolvi me desculpar:

“Desculpa por ter te constrangido ontem”.

“Desculpe eu, senhor Tiago, eu deveria ter batido na porta antes”.

“Não tem problema. Na verdade, todo mundo faz isso, não é?”

“Todo mundo?”

“Sim! Você e seu marido não?”

Ela disse, já ruborizada, que não. Disse também que seu marido achava aquilo um pecado.

“Então você nunca assistiu a um filme erótico?”

“Não…”

“Mas você tem vontade?”

Ela ficou mais vermelha e saiu, dizendo que tinha muita coisa para arrumar ainda. Saí para o trabalho e não a vi mais naquele dia.

No outro dia, antes de sair para trabalhar, deixei o computador ligado com o arquivo de filmes pornográficos aberto. Além disso, deixe a minha webcam para gravar. Quando cheguei à noite, vi que ela tinha visto os vídeos. Vi também sua cara de espanto, algumas vezes, através do vídeo que gravei da webcam.

Na semana seguinte, cumprimentei-a de manhã e fui ao trabalho. Mas o computador permanecia desligado. Voltei mais cedo para conversar com Franciele.

“Gostou dos meus vídeos?”

“O quê, sr. Tiago?”

“Você sabe, os vídeos eróticos que você viu outro dia…”

Ela ficou quase roxa e não sabia o que dizer. Disse também que eu já havia selecionado alguns vídeos para ela ver, caso desejasse.

“Não quer ver agora, Franciele?”

“Junto com o senhor?”

“Claro. Pode ficar tranquila. Não vamos fazer nada, você é casada e eu também”.

Depois de pensar um pouco, ela concordou. Mas pediu que ficássemos afastados um do outro.

Fui ao escritório, posicionei as cadeiras longe e coloquei os filmes. Percebi que, algum tempo depois, que ela respirava mais ofegante e esfregava uma perna na outra. Ela não desgrudava os olhos da tela.

“Franciele, eu não consigo assistir essas coisas assim, parado. Posso segurar meu pau?”

“Pode, senhor… O senhor é quem sabe…”

Saquei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta devagar. Vi que ela olhava para meu pau, e depois olhava para a tela.

“Franciele, por que você não faz o mesmo?”

“Tenho vergonha…”

“Não tenha vergonha, ninguém vai saber disso e você pode ficar com sua roupa”.

Ela passou a mão bem devagar sobre a roupa, na buceta. Disse para ela colocar a mão por dentro da roupa, pois seria mais gostoso. E foi isso que ela fez. Talvez por estar tomada pelo tesão, ela nem hesitava mais.

Ela não olhava pra mim. Estava com os olhos fixos na tela e começou uma siririca mais rápida. Com uma mão, apertava seus seios por cima da blusa. Com a outra, esfregava seu grelinho. Foi então que a vi gozar. Em silencio, só mordeu os lábios e jogou sua cabeça para trás, com os olhos fechados.

Aproximei-me dela e direcionei sua mão ao meu pau. Ela assustou-se e soltou, mas depois segurou-o. Ela começou a bater uma punheta para mim, mas não sabia fazer direito. Eu guiei-a com minha mão e ela não tirava os olhos do meu pau.

Ela ia aprendendo a punhetar. Logo já fazia mais rápido e eu já não iria mais aguentar. Avisei que iria gozar. Ela tirou a mão e tive que terminar sozinho. Lambuzei minha mão toda, ela continuava a olhar para meu pau. Parecia nunca ter visto jatos de porra.

Nos dias seguintes, ela foi se soltando cada vez mais comigo. Eu fui ensinando diversas coisas a ela. mas fica para outro relato.

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