A viuvinha

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Lazinha fez as contas: cem reais para o aluguel, quarenta para pagar a energia elétrica, vinte para pagar a água, cinquenta para pagar as muambas, setenta para a prestação do fogão, quarenta para o botijão de gás, e ainda faltavam cento e vinte para o armazém…

O dinheiro não dava pra pagar tudo, outra vez. A aposentadoria que recebia depois do falecimento do marido era insuficiente para tanto.
Havia comprado algumas muambas para comercializá-las, mas a tentativa não deu certo e ainda estava devendo a última compra que fizera – somando os calotes que recebera, ficara no prejuízo.

Tentou pegar roupas para lavar, mas ali por volta todos eram pobres e ela não tinha dinheiro para pagar o ônibus e procurar freguesia mais abastada na cidade.

A prateleira da cozinha estava vazia e se não pagasse a conta do armazém, o seu Inácio não mais lhe venderia fiado. Faltava arroz, feijão, mistura, óleo, faltava quase tudo. O menino ia passar fome.

Encostou a barriga no balcão e esperou que saísse o freguês para chorar as mágoas ao seu Inácio, dizendo que não tinha o dinheiro que lhe devia e que precisava de algumas coisinhas. Na conta que, ainda estava no vermelho. Notou o olhar enviesado do crioulo forte e ríspida sua voz de desprezo:

“Isso aqui não é casa de caridade, dona Lazinha… sem dinheiro não dá pra tocar essa porra… já viu como é… tenho minhas contas pra pagar também…” Continuar lendo

Banho quente.

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Meu nome é Rafaela, tenho 26 anos, sou casada, tenho 1,60 m, 55 kg, morena, cabelos preto e longo, dotada de um corpo bem desenhado e olhar marcante.

Estava um dia lindo naquele sábado, acordei super-disposta para o casamento de uma amiga da época de colégio chamada Alessandra que aconteceria naquela noite.

Comecei tomando um café da manhã bem saudável e fui a um centro de estética fazer minha depilação geral, inclusive o da minha genital, pois sempre a deixo lisinha.

Saindo de lá, fui almoçar com minha amiga Roberta que não via há anos, na escola andávamos sempre juntas, Roberta, Alessandra e eu, éramos um trio unido, sempre estudávamos e saiamos juntas.

A Alessandra era a recatada, a Roberta era a descolada e eu era a sedutora, éramos diferentes, mas sempre nos respeitamos. Naquele almoço Roberta e eu conversamos por um bom tempo e combinamos de irmos juntas ao casamento que seria realizado num sítio.

Mais tarde tomei um belo banho relaxante e fui para o salão fazer um penteado para ir a festa. Optei por um cabelo todo preso com alguns fios caindo sobre o rosto e uma franja lateral, um penteado sexy e ao mesmo tempo elegante.

Fui pra casa e coloquei um vestido de cetim vermelho escuro, modelo frente única com um decote generoso, caimento leve com a barra na altura pouco acima do joelho e me maquiei, estava prontíssima para aquela noite. Continuar lendo

Minha cunhada adora dar o cú.

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Sou noivo de uma morena linda há alguns meses, sendo que ela tem duas irmãs muito
gostosas e safadas. Uma delas, a Caroline, tem aproximadamente 28 anos, é baixinha, cabelos pretos, com uns peitinhos que eu sempre sonhei em beijar, e minha noiva conta que ela sempre sai com outros caras, mesmo porque seu marido trabalha em outro estado e ela mora aqui em São Paulo.

A outra irmã, que é mais nova, Sandra, é a mais gostosa das três, é mais alta, tem uns 23 anos, também tem cabelo preto, uma bunda maravilhosa, que eu sempre sonhei em comer, e já fiquei sabendo, através da outra cunhada, o que ela mais gosta de fazer é dar o cuzinho.

Hoje, manhã de um Sábado ensolarado, pedi pra minha noiva, se poderia falar com minhas cunhadas, que moram juntas na mesma casa, se poderia lavar o carro na casa delas, pois moro em apartamento e ela falou que não haveria problema nenhum.

Quando cheguei na casa, já fui abrindo o portão e entrando, para minha surpresa, dei de cara com a Sandra na cozinha com uma camiseta branca até a altura da cintura, sem sutiã, bem curta e pude ver sua minúscula calcinha vermelha, que deixava a polpa de sua bunda ainda mais gostosa.

Ela ficou meio sem jeito ao perceber a secada que eu dei na sua bundinha, mas ficou olhando pra mim, que estava vestindo um short e meu pau, a esta altura, estava duro como pedra, não tendo como esconder, ela vendo o volume do short, deu um sorrisinho sacana e foi para o quarto. Continuar lendo

Dando o cuzinho pela primeira vez – sem dor.

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Eu me chamo Cristina, 35 anos, casada, 2 filhos, cabelos tingidos de loiro, bronzeada (com marquinha de biquini e tudo), 1,67 m, 63 kg, seios médios, coxas grossas, bundinha bem arrebitadinha, xaninha toda depilada (meu marido, agora adora) e um corpinho bem cuidado, de fazer inveja a muita garotas novinhas.

Com 18 anos de casada o relacionamento com meu marido havia se transformado em uma coisa monótona, ficávamos somente no papai-mamãe ou um 69 de vez em quando, eu sentia que precisava fazer alguma coisa e a iniciativa tinha que partir de mim por que fui a primeira namorada de meu marido e vice-versa.

Não tinhamos muita experiência e acabamos por deixar rolar, sei que boa parte disto era culpa minha pois ele até que insistia em fazer outras coisas, como comer a minha bundinha, tentar um menagee e eu nunca aceitei nada disto, principalmente dar a minha bundinha, pois duas vezes que tentamos doeu demais e acabei ficando traumatizada.

Tinha até vontade de tentar mas doía muito, quando tentávamos ele vinha direto, só passava um pouco de guspe e tentava enfiar com tudo!! Que dor que eu sentia, parecia que estava me rasgando ao meio!! O pau dele mede 21×4 cm, é muito grande pro meu buraquinho e dói demais. Continuar lendo

Do virtual à realidade, após anos.

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Hoje quando me lembro, lamento tantos anos desperdiçados. Haviam-se passado dez anos desde o nosso primeiro contato. Contato virtual, graças à internet.

Era recém separada pela segunda vez, na idade do fogo. Naquela época muito pouca gente tinha acesso, e os poucos que tinham, percebia-se bom nível. Era notória a boa educação.

Foi quando encontrei Caio. Estudante de direito. Usarei um pseudônimo para preservá-lo, pois hoje encontra-se casado e tem filho. Infelizmente não guardei o histórico de nossas conversas daquela época, pois gostaria de ser o máximo fiel à realidade. De qualquer forma, nós temos a tendência a enxergar os fatos conforme nossos sentimentos e a isto serei fiel. Aos meus sentimentos.

Combinamos que ele iria à minha casa às 22hs. Chegou e ligou. Olhei pela fresta da cortina, e lá estava ele ao fone me perguntado qual apartamento. Reparei mesmo sendo noite que se tratava de um lindo loiro rapaz.

Confesso que não era, e continuo não sendo afeita a loiros. Mas Caio era um loiro diferente, charmoso, postura elegante, semblante sério. Senti naquele momento meu estômago ser esmagado, acho que era a intuição avisando-me: Foge!. E assim o fiz.

Ele relutante, sob protestos e uma rajada de perguntas, saiu sem resposta. No momento não me lembro se dei alguma desculpa e nem qual foi. Após minha segunda separação só queria me divertir, não queria apaixonar-me por ninguém, e Caio era uma ameaça ao meu querer. Continuar lendo

Férias no sítio.

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As férias chegaram! Depois de meses de trabalho e de desmandos do chefe, não conseguia mais esperar para ir ao sítio de meu amigo e aproveitar o sossego durante um mês. O sítio fica a alguns km da cidade, o que seria perfeito para um isolamento saudável. Bom, achava que eu ficaria sozinha, pois não sabia o que estava por vir.

Minhas férias começariam na Sexta-Feira, depois do expediente. Eu estava muito ansiosa e parecia então que as horas não passavam. Neste dia, tinha combinado de almoçar com Leo, o amigo que me emprestara o sítio.

Cheguei pontualmente no horário combinado e, como de costume, Leo me elogiou dizendo que eu estava bonita. Sou uma loira natural e tenho uma cintura bem fina. Eu vestia uma calça capri e uma camisa branca, muito simples, mas que mostrava muita elegância.

No momento em que Leo me elogiou, pensei ter sentido algo diferente, uma sensação de ser observada. Mas não dei importância e sentei-me, contei-lhe sobre os meus planos para o sítio. Conversamos bastante e no fim, peguei as chaves. Leo deu um sorriso malicioso, mas nem me importei. Continuar lendo

Madrasta Gostosa!

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Meu nome é Flávio e moro com meu pai desde os 10 anos, depois que meus pais se separaram. Hoje tenho 23 anos, estudo de manhã e faço estágio no período da tarde. Passo os finais de semana com minha mãe.

Há alguns meses, meu pai arranjou uma nova namorada. É uma mulher dez anos mais nova que ele, que tem 50 anos, mas muito bem conservada. Seu nome é Angela, tem cabelos loiros, pele bronzeada e um corpo firme.

Ela veste roupas muito elegantes e sexy, mas sem ser vulgar. Muitas noites, quando ela dormia em casa, ouvia meu pai e ela transarem. Ela parecia ser muito fogosa e um tanto quanto dominante na cama.

Às vezes eu não me segurava e acabava por olhar descaradamente para aquele corpão. Acho que ela notava que eu a olhava e fazia questão de se mostrar mais ainda para mim.

Em um sábado, não fui para a casa de minha mãe pois ela viajara. Então, estávamos os tres em casa e resolvemos preparar o almoço todos juntos. Angela vestia neste dia um top vermelho de alças finas e parecia não vestir soutien, além de uma calça jeans justa no corpo.

Eu cortava pães enquanto meu pai foi atender ao telefone. Angela abaixou-se para pegar algumas panelas que ficavam no armário abaixo da pia e eu pude ver seu maravilhoso decote se abrir e mostrar parte de seus seios. Parece que ela percebeu o quanto eu olhei, mesmo eu tentando disfarçar. Continuar lendo

Feliz Ano Novo!

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Olá! Meu nome é Priscila. Eu gosto muito de sexo e adoro safadezas. Bom, moro há algum tempo aqui na cidade do Rio de Janeiro com meu marido. Conhecemos algumas pessoas e fizemos novos amigos, o que rendeu um convite de festa de ano novo na casa de Jane, uma vizinha bem simpática, casada com um homem charmoso e com dois filhos pequenos.

Todas as vezes em que eu ia visitá-la, seu marido olhava-me de um jeito diferente, como se estivesse me comendo com os olhos. Mas pela minha amizade com ela, nunca deixava-o chegar perto e nem iniciar qualquer coisa. Eu me conheço: se eu estivesse naqueles dias de muito tesão, não aguentaria e me deixaria levar.

Ele chama-se Gonçalo, tem aproximadamente 50 anos, e, apesar da idade, tem um corpo malhado, fruto de exercícios físicos. Era realmente um homem atraente. Jane também é um mulherão, tem 40 anos e apesar de ter dois filhos sempre manteve-se em forma.

Alguns dias antes do ano novo encontrei-os no parque e eles convidaram-nos para festejar a entrada ano novo na sua casa. Eu disse que precisaria confirmar com meu marido e que depois daria uma resposta.

Meu marido chegou do trabalho e falei-lhe sobre o convite. Ele disse que não sabia e que não os conhecia muito bem, mas concordou. Eu liguei então para Jane e confirmei nossa presença.

Como tradição, comprei um vestidinho branco para passar a noite. Ele era bem justo e deixava as formas do meu corpo à mostra. Muito sexy – aliás, eu estava mesmo malhada pois há meses que estava frequentando uma academia. Continuar lendo

Viagem de verão.

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A história que vou contar aconteceu no verão passado. Sou uma mulher separada e tenho um filho de 8 anos. Decidi levá-lo a um parque aquático para passarmos alguns dias do verão.

O parque era grande, tinha diversas piscinas e tobogãs, além de grandes áreas para tomar sol e um hotel dentro do parque. O hotel tinha uma ótima estrutura.

Logo que chegamos, meu filho fez amizade com um outro menino da mesma idade que ele. Seus pais eram muito simpáticos e resolvemos então nos juntar a eles para este dia de parque. Os dois meninos corriam para lá e para cá enquanto eu conversava com o casal.

Mas a mãe do menino, que era super protetora, acabou por deixar seu marido e eu a sós para cuidar dos meninos no parque. Continuar lendo

Prima da minha esposa.

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Conheci Joana, prima da minha esposa, na época em que ainda namorava minha esposa. Ela era nova, tinha uns 15 anos. Minha esposa tinha na época 18. Joana já era uma menina com um corpo bem formado, toda gostosinha.

Eu e minha esposa nos casamos uns 2 anos depois e Joana sempre frequenta nossa casa, já que é bem amiga da minha esposa. Vi Joana se transformar em uma mulher muito bonita e com um corpo perfeito. Ela tem hoje 20 anos e namora o Ricardo.

Nós também sempre vamos à casa dela, para almoçar ou jantar. Um dia, quando a vi sair do banho, corri para o banheiro e vasculhei o cesto de roupas.

Revirei-o e encontrei sua tanguinha. Levei ao nariz e senti aquele cheiro delicioso… Pensei em levar a tanguinha comigo, mas imaginei que ela pudesse sentir falta. Então, desisti.

Joana estava com problemas no relacionamento com Ricardo, pois os pais dele eram daqueles que não deixam o cara fazer nada. Ele não podia sair com o carro dos pais, não podia dormir na casa de Joana. etc.

Ela, apesar de gostar dele, não sabia se queria mais um relacionamento assim. Ela se achava nova ainda, podia conhecer muitas pessoas e se divertir e estava “amarrada” com ele. Continuar lendo

Amigo

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Sou uma morena de 20 anos. Sou solteira. Há uns 6 meses atrás, aconteceu uma coisa que mudou a minha vida.

Como pertenço à Igreja, o asunto sexo é um tanto quanto complicado para mim. Perdi a virgindade há quatro anos e até hoje, só tive 4 relações sexuais. Mas a última que tive foi inesquecível.

No ano passado, conheci uma pessoa na Igreja. Eu e ele seríamos responsáveis por dar aulas para as crianças do catecismo. Primeiramente, pensei que o rapaz era chato e meio arrogante, mas era uma pessoa muito especial.

Ele tinha uma namorada na época e era 6 anos mais velho que eu. Não demorou muito, ele passou a frequentar a minha casa para que pudéssemos trocar ideias a respeito das aulas.

Até que um dia conheci a namorada de Luciano: que coisa! Parece que ela me odiou logo de cara!!

Depois de algum tempo, ele me contou que a sua namorada havia terminado o namoro. Bom, nessas alturas, o Luciano vinha todos os domingos em casa, mas já nem era para falarmos sobre a catequese, e sim, ver filmes e batermos papo. Continuar lendo

Minha professora de musica.

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Desde criança adoro música – tenho muita facilidade para aprender. Sempre fiz aulas de piano, violão e até bateria. Quando Já estava eu com meus 18 anos, saí da escola de música para aprender piano com uma professora particular, que era da faculdade de Belas Artes aqui da minha cidade. Ela era renomada e extremamente competente – tocava em concertos e já havia ganhado alguns prêmios.

Ela vinha em casa para dar as aulas, todas as tardes, pois eu estava me preparando para o vestibular. Ela era relativamente jovem ainda, devia ter seus 35 anos. Séria e muito profissional, além de ser casada e ter duas filhas pequenas.

Já fazia alguns meses que todos os dias ela aparecia em casa para as aulas e acabamos por nos tornarmos amigos. Conversávamos sobre diversos assuntos, ela até me ajudava com os estudos para o vestibular. Ela me dizia que eu era seu aluno preferido. Continuar lendo

Cunhada.

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Casamos quando eu tinha 23 e ela 20. Fomos morar em outra cidade por causa de trabalho e assim vivíamos muito bem. Mas lembro-me que, quando conheci minha esposa, fiquei louco pela sua irmã Rafa, que era 3 anos mais nova que minha esposa. Uma gata linda, mas ainda bem menina. Por isso, fiquei na minha.

Depois de 4 anos de casado, voltei para a cidade para resolver algumas coisas e deixei minha esposa e nossa filha em casa. Como eram só dois dias, minha esposa sugeriu que eu ficasse na casa dos meus sogros. Não seria um problema, pois sempre me dei muito bem com sua família.

Cheguei lá e conversamos bastante, pois havia um bomtempo que não nos víamos. Percebi também que minha cunhada, agora com 18 anos, estava uma verdadeira mulher.

Bom, fiquei conversando na sala com meus sogros e, por volta da 8 horas da noite decidi me recolher para o quarto. No caminho para o quarto, vi minha cunhada deitada de bruços, lendo um livro. Ela tinha aula na faculdade no dia seguinte.

Entrei então para conversar um pouco com ela. Ficamos conversando sobre diversas coisas, até que a conversa tomou o rumo para o lado pessoal. Perguntei como andavam os namoradinhos, amassos e etc… Continuar lendo

Uma bela troca

Olá! Meu nome é Sabrina e meu marido chama-se Sérgio. Somos um jovem casal. Vou contar pra vocês algo que aconteceu há pouco tempo.

Eu tinha uma fantasia já há algum tempo. Sempre gostei de sexo, mas quando não transamos, me masturbo pensando em outro homem e meu marido pegando-nos no flagra, depois participando do sexo. Já tentei conversar com ele sobre o assunto, mas delicadamente. Ele sempre tentava desviar o assunto quando eu expunha minhas fantasias, talvez por medo de que isso pudesse abalar nosso relacionamento.

Foi então que eu contava relatos de outros casais amigos, das experiências deles e abrir mais o horizonte do meu marido. Depois de ousar um pouco, tudo teve início. Continuar lendo

Por baixo da mesa

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Há uns dois meses, sai com uma grande amiga – Amanda – para colocarmos o papo em dia. Fomos às compras e depois sentamo-nos em um café para relaxar e conversar. Estávamos sentadas uma ao lado da outra, falando sobre nossas vidas, quando Amanda cumprimenta um casal jovem. Eram Ivo e Flávia.

Flávia era uma moça bonita, com cabelos curtos e loiros, Ivo era um rapaz magro, alto e que tinha um sorriso muito bonito. Cumprimentamo-nos com beijinhos.

Quando Ivo deu seus beijos no meu rosto, já senti um calafrio, ficando um pouco abalada com a situação. Penso que ele percebeu com havia ficado abalada. Eles sentaram-se à nossa mesa e ficamos ali conversando.

O casal era muito simpático. Eles haviam se mudado há pouco para a cidade e eram colegas de trabalho de Amanda. Papo vai, papo vem, eu e Ivo trocávamos olhares. Isso deixava-me um pouco sem graça, mas também relativamente excitada.

Bom, os planos eram que Amanda iria fazer uma pizza na sua casa no dia seguinte, que era um sábado. Ela também convidou-os e assim ficou combinado.

Eles se despediram, Amanda e eu ficamos conversando mais um pouco no café e voltamos para casa. Ao chegar em casa, eu resolvi relaxar e tomar um banho. Enchi a banheira com água quente, despejei alguns óleos aromáticos e acendi velas.

Coloquei uma música suave e fechei os olhos. Ivo não me saía da cabeça. Já fazia algum tempo que estava sem namorado, talvez por isso é que fiquei mais abalada. Pensava nele e logo algumas cenas mais picantes começaram a surgir na minha cabeça. Continuar lendo

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